Filmes

Movie: “In Memoriam (The Last Word)”


Harriett (Shirley Maclaine) é uma mulher de meia-idade habituada a ter tudo sob controlo. Quando se depara com a secção de obituário de um jornal, começa a perguntar-se sobre o que será dito sobre si quando chegar o momento da sua partida. Depois de alguma reflexão, tem uma ideia que lhe parece perfeitamente lógica: contratar alguém para escrever o seu obituário para que o possa aprovar ainda em vida. É assim que conhece Anne (Amanda Seyfried), uma jovem jornalista que, apesar da estranheza do pedido, aceita fazê-lo. Mas Anne, ao contrário do que seria de esperar, considera que para conhecer verdadeiramente Harriet tem de ouvir todas as pessoas que, de algum modo, estão relacionadas com a sua vida. O problema surge quando se dá conta de que ela é tudo menos popular na sua roda de “amigos”…
Uma comédia dramática realizada por Mark Pellington (“O Suspeito da Rua Arlington”, “A Profecia das Sombras”) que segue um argumento de Stuart Ross Fink.

 

Livros

“Cheguei Onde me Esperavam”


Sobre a Obra:

Um livro inspirador que nos alerta para a importância de estarmos atentos aos sinais que a vida nos dá.

A minha vida, tal como a vossa, é entrelaçada por uma cadeia de surpresas, muitas vezes inexplicáveis. Sou fascinada pelo destino, pelos acasos, pelas coincidências da vida. Acreditei, em tempos, que tinha tudo sob controlo, na minha mão. Era a mim que pertencia a minha conta, peso e medida. Até descobrir, para meu enorme susto, que afinal eu é que era a controlada por tudo ou por um nada (…). Passei duma frenética controladora do tudo, a uma curiosa espectadora de cada pequeno nada. Sempre atenta a qualquer sinal que se apresentasse, em jeito de acaso.

Parei de me preocupar com os sins e com os nãos que atiramos para decidir a nossa vida sem nunca sabermos qual a melhor opção. Porque no minuto em que viramos à esquerda, nunca saberemos o que poderia ter acontecido se virássemos à direita. Tudo é uma escolha às cegas por mais que os olhos, reais ou os da nossa intuição, estejam bem abertos. Diz-se que “sempre chegamos onde nos esperam”, mesmo sem sabermos onde é, quando será ou o que nos está reservado.

Teresa Guilherme traz-nos um livro intimista com histórias reais que nos emocionam e nos fazem soltar umas boas gargalhadas. Encontros inesperados com pessoas que mudaram a sua vida, passos que deu e que alteraram o seu rumo, sinais que a despertaram para o que não estava à vista, acasos e situações inesperadas que a colocaram à hora certa no lugar certo.

Sobre o Autor:

Apresentadora e produtora de televisão, Teresa Guilherme nasceu em Lisboa em 27 de Junho de 1955, sendo filha do cantor Luís Guilherme e da fadista Lídia Ribeiro. A sua infância foi repartida entre o Brasil e Portugal e aos dezasseis anos começou a interessar-se pelo mundo do espetáculo, embora não tenha seguido as pisadas dos pais. Optou, antes, por ajudar a montar espetáculos atrás dos palcos.

Ingressou na RDP pela mão de Raul Durão, em 1978, aos 23 anos, para exercer a função de produtora no programa radiofónico “Vozes e Nozes”, onde também participava Nicolau Breyner, Vitor Norte, Francisco Nicholson, entre outros. Mas, ao longo da década de 80 começou a dedicar-se mais à produção de festas e espetáculos, como passagens de modelos e inaugurações de centros comerciais, tendo formado uma empresa, a “Teresa Guilherme, Lda.”.

Em 1991, iniciou-se na televisão, ao criar e produzir um programa para a RTP destinado ao público juvenil. Chamava-se “Acontecimentos, Limitada” e tinha periodicidade semanal. Ainda nesse ano, Teresa Guilherme estreou-se à frente das câmaras, ao apresentar um programa da sua autoria, o “Eterno Feminino”. Também em 1991 produziu o concurso “Sim ou Sopas”, apresentado por Manuel Luís Goucha, seguindo-se uma série de programas televisivos na RTP. No principio dos anos 90 também apresentou programas de rádio, na Comercial e Renascença.

Em 2002 Teresa Guilherme produziu, entre outros, os programas “Lux”, “As Manhãs de Sofia” e “Olá Portugal” para a TVI e a “Fábrica de Anedotas” e o “Passeio dos Alegres” para a RTP. “Olha que Dois” (1993, RTP) foi o primeiro programa apresentado por Teresa Guilherme, em parceria com Goucha, sem ser produção sua. Ainda nesse ano, propôs ao canal televisivo SIC o programa diário “E o Resto é Conversa”, que viria a ter quase 200 edições. No final de 1994, a SIC confiou-lhe a apresentação e produção do inovador concurso “Não se Esqueça da Escova de Dentes”, um sucesso só comparável a “Ai os Homens”, uma grande produção de Teresa Guilherme que foi para o ar em 1998 e cuja apresentação esteve a cargo de José Figueiras.

O regresso à RTP deu-se no ano seguinte com a produção de “Passeio da Fama”, mas pouco tempo depois passou a trabalhar também para a TVI e para a SIC. No ano 2000, foi convidada a apresentar o “Big Brother”, uma produção da Endemol para a TVI que viria a revolucionar a televisão portuguesa, com seis edições.

Em Outubro de 2004, estreou-se como apresentadora da reposição do concurso “Um, Dois, Três” na RTP1 e em 2006 pisou, pela primeira vez, os palcos de um teatro, com a peça A Partilha, de Miguel Falabella.

Em 2005 a convite de Francisco Penim foi responsável de Ficção da SIC, tendo produzido inumeras séries e novelas, entre as quais o grande sucesso Floribella, a Vingança (onde também entrou como actriz).

Em 2008, Teresa Guilherme regressa à apresentação com o programa Momento da Verdade, na SIC. Em 2011, recebe o convite da TVI de apresentar a 2ª edição do Secret Story – Casa dos Segredos.

Desde 2011, ministra cursos de Apresentação de Televisão em várias Escolas.

 

Livros

“Uma Mãe Como Tu”


Sobre a obra:

Quando Alice descobre que está gravemente doente, a saúde é o menor dos seus problemas.
Zoe. O que será da sua filha Zoe?

Alice e Zoe sempre viveram uma para a outra. Sem ninguém em quem se apoiar, Alice dedicou a sua vida à filha. Mas de um momento para o outro, a realidade desta família altera-se: Alice adoece e o prognóstico revela o pior cenário. Mais do que nunca, ela precisa de encontrar uma solução para o futuro de Zoe.

É então que duas completas desconhecidas trazem alguma esperança a Alice: Kate, a enfermeira oncologista, e Sonja, a assistente social que lhe fora atribuída durante os tratamentos. À medida que as quatro mulheres se vão conhecendo, acabam por lidar com problemas que há muito as atormentam. Juntas, encetam uma jornada de descoberta, que lhes permitirá enfrentar os seus medos e assumir os seus segredos mais profundos.

Uma Mãe como Tu é um romance inesquecível. A comoção e o humor da escrita de Sally Hepworth irão despertar os mais belos sorrisos, mesmo nos momentos mais sombrios.

Sobre o Autor:

Sally Hepworth começou a escrever romances após o nascimento do primeiro filho.
Viveu em Singapura, no Reino Unido e no Canadá. Atualmente vive em Melbourne, com o marido e os dois filhos.

 

«Uma homenagem ao poder da maternidade, do amor e do perdão.» – Kirkus Reviews

 

Filmes

Curta-Metragem: “As Pequenas Coisas”


No ano passado, Dakota Johnson foi a estrela de uma curta-metragem filmada para a Estrella Damm. Este ano, a marca espanhola de cerveja repetiu o formato mas convidou Jean Reno para o papel principal. O actor francês interpreta um homem que descobre que o melhor da vida está nas pequenas coisas, sempre acompanhado por uma garrafa Estrella Damm.

O filme, que conta também com a actriz Laia Costa, estreia em Portugal, no site e canal de YouTube da marca. “As Pequenas Coisas” vai ser alvo também de uma campanha em mupis, em Lisboa e no Porto, desafiando o público a visitar as plataformas digitais e a assistir à curta.

Para Elsa Cerqueira, Marketing manager da Estrella Damm, a curta-metragem «reflecte o espírito da marca» e o «posicionamento gastronómico, que convida consumidores a saborear os melhores pratos com uma boa cerveja e rodeado de amigos» Em comunicado, acrescenta que se trata, sem dúvida, de um «momento-chave para a Estrella Damm em Portugal».

O filme é assinado por Alberto Rodríguez, realizador de títulos como “Marshland”, “El Hombre de las Mil Cara” e “Grupo 7”.

 

Vale a pena visitar...

Restaurantes no Porto para conhecer…


El Argento

O chef argentino Mauricio Ghiglione volta a apostar nos sabores da sua terra para impressionar os portuenses. Depois das carnes à mesa do Belos Aires, as estrelas são as empanadas e os vinhos.

A massa tenra moldada em torno de recheios de carne de vaca e de porco bem condimentada, chouriço e queijos derretidos, junta-se às castas autóctones da América do Sul e às sobremesas com doce de leite para um petiscar como um argentino na baixa do Porto.

 

Por Acaso

Petiscos inspirados nos sabores do mundo é o que se propõe fazer este novo espaço que abriu há dois meses numa zona pouco provável para este tipo de propostas: as Antas. «Ainda equacionamos abrir na Baixa», diz Victor Loureiro, um dos três sócios. Acontece que «os bairros tradicionais estão a renascer» e apostar numa zona residencial onde há poder de compra e com tão poucos espaços pareceu-lhes uma alternativa «cool». Além disso, Victor e Joana Seara, sua mulher e também sócia, vivem ali.

A ideia nasceu «por acaso», admite. Em conversa, durante umas férias, com o amigo e bom cozinheiro Pedro Lobato – que trocou a gravata e a advocacia pela jaleca e a cozinha e fundou o canal de culinária youcook.pt – surgiu a ideia de abrir um sítio.

Como Victor está ligado ao mundo dos vinhos através da Quinta da Cabril, no Douro, não foi preciso muito para chegarem a um acordo sobre que tipo de espaço seria: uma taberna de vinhos e petiscos. Simples, mas com conforto e estilo, a Por Acaso tanto serve umas tradicionais moelas, como croquetas de boletus à maneira espanhola, atum fumado, carpaccio de bresaola, ensaladilla rusa ou, um dos petiscos que foi sucesso imediato, o edamame, vagem de grãos de soja típica do oriente, a que eles chamam de “tremoço” à moda do Por Acaso.

Madriguera

Diz o dicionário de língua espanhola que Madriguera é um refúgio abaixo da terra para onde os animais se recolhem para se protegerem-se dos seus inimigos naturais. O Porto não é cidade de grandes perigos nem o Madriguera, que abriu a 17 de março, é uma toca, mas dará certamente guarida a apreciadores de tapas e pintxos, a imagem de marca da casa. Miguel Silva, 35 anos, engenheiro informático que trabalhou como barista, juntou-se a Cristian Fonseca, já com experiência no ramo da restauração, para abrir este espaço que acreditam colmatar uma falha na oferta da Invicta, com 34 lugares em dois pisos cobertos e mais seis na esplanada.

A carta do Madriguera inclui uma oferta variada, como a anchova com ovo de codorniz, camarão picante, presunto ibérico, salmão fumado ou alheira, mas também sobremesas, do petit gateau ao queijo da Serra com doce de abóbora.

 

Dicas

Reportagem: “Estás viva, minha irmã, estás viva”


Foram precisos 52 anos para o círculo se fechar. Em 1965, durante a Guerra Colonial em Angola, um grupo de soldados portugueses encontrou uma bebé no mato. Batizaram-na Isabel Batata Doce e trouxeram-na para Portugal, onde cresceu sem saber do seu passado. Em África, a família procurou-a durante cinco décadas. Até encontrá-la. Há dois anos a Notícias Magazine contou o lado português da história. Esta é outra parte, a dos dias em que Isabel regressou à sua terra, percebeu quem era e nasceu de novo. Esta, na verdade, é a história de um milagre.

Reportagem de Ricardo J. Rodrigues para ver (http://estasviva.noticiasmagazine.pt/)

“Mesmo que não se conhecessem, mesmo que nunca se tivessem visto antes, naquele abraço cabia uma intimidade de décadas.”

Receitas

Cooking: Aprende a fazer mousse de limão!


Para os dias mais gulosos sugerimos esta receita deliciosa e muito fresca de mousse de limão, perfeita para quem gosta de sabores cítricos.

Ingredientes:

– 1 lata de leite condensado

– Raspa de 1 limão

– Sumo de 1 limão e meio

– 3 ovos

– 1 folha de gelatina incolor

Preparação:

Para começar, retirem a raspa de um limão com um ralador. Guardem uma colher de chá de raspas para decorar. Espremam o sumo de 1 limão e meio. Ponham a folha de gelatina de molho em água suficiente para a cobrir. Separem as gemas das claras e reservem as claras, preferencialmente no frigorífico.

Com uma batedeira ou vara de arames, batam as gemas até ficarem cremosas. Misturem o leite condensado, a raspa e o sumo de limão.

Espremam a folha de gelatina, retirando o máximo de água que conseguirem, e ponham num tachinho ao fogão, com o lume baixo, mexendo até a gelatina derreter completamente, com cuidado para não deixar ferver. Deitem a gelatina na mistura de gemas e leite condensado, batendo com a batedeira, ou com uma colher, para a gelatina ficar uniformemente misturada.

Batam as claras em castelo – se usarem a batedeira tenham o cuidado de lavar as pás cuidadosamente para que não haja vestígios de gordura. Envolvam as claras completamente na mistura com uma colher ou vara de arames, sem bater.

Levem ao frigorífico 3 horas no mínimo. Antes de servir, polvilhem com a raspa de limão.

Source:  http://tag.jn.pt/aprende-mousse-limao/