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SOÃO: O novo restaurante para loucos por cozinha asiática


Os ventos do Oriente trouxeram até ao bairro da capital o pan-asiático Soão, onde cabem vários países daquele continente. Da decoração tradicional ao serviço, pratos, chás e cocktails, tudo é pensado para encurtar esta viagem.

O Expresso do Oriente, que chegou a ligar Paris a Istambul, teria pouca capacidade para aguentar o percurso que o novo restaurante de Alvalade se propõe a fazer. Na carta do Soão (vento que sopra de oriente) a viagem gastronómica percorre Índia, Vietname, Tailândia, China, Coreia do Sul e Japão, com possibilidade de incluir outras paragens. «Tivemos de deixar pratos de outros países fora da carta», explica Luís Cardoso, o chef que conduz este comboio. Foi um dos discípulos do japonês Takashi Yoshitake no antigo Aya, mas o encerramento do restaurante levou-o a Braga, onde surgiu a oportunidade de continuar a fazer sushi tradicional.

O namoro com o grupo Sea Me (com espaço homónimo no Chiado e a cadeia Prego na Peixaria) já vinha de outros tempos e o projeto do Soão acabou por o convencer a regressar à capital. Juntamente com Rui Gaspar, um dos administradores do Sea Me, lançou-se num périplo pelo Oriente antes da abertura desta nova aposta do grupo.

Para dar expressão às várias especialidades da carta, o chef conta com uma equipa de sete nacionalidades diferentes, capaz de preparar as massas frescas e al dente dos pad thai, o picante caril verde e a sopa tom yam, além de toda a carta de sushi. Nas entradas encontram-se dim sum de champanhe e lavagante, pão frito com choco e tinta do mesmo, baos e ainda os «korean chicken wings». Foram os últimos a entrar na carta e são tão gulosos que se manteve o hábito de os comer à mão, mesmo num restaurante que se presta a fine dining.

A cerâmica segue a linha oriental, tal como outros pormenores na decoração. O carpinteiro Luís Souto foi o responsável por criar os painéis de madeira que estão na entrada de três das quatro salas privadas no piso inferior. Cada uma tem lugar para seis pessoas e nomes distintos: veludo, bambu e seda, atribuídos pelos materiais que forram as suas paredes. A quarta sala, a kimono, é a mais reservada, com porta em madeira, mesa redonda e uma janela para a cozinha. Não é a única possibilidade de assistir à confeção dos pratos, já que no primeiro andar há lugares ao balcão e mesas individuais.

A qualquer um dos locais de refeição chegam as bebidas e cocktails, que saem do bar no último andar. Os chás foram selecionados pelo tea sommelier Sebastian Filguera, da Companhia Portugueza do Chá, que se aliou ao bartender Vasco Martins para se assegurar que as opções acompanhavam a variedade de sabores da carta. Os dois cruzaram também ideias ao fazer nascer o momento Cerimónia de Chá, uma experiência semelhante ao «digestivo português», que junta o whisky ao chá e que os visitantes podem pedir no final da refeição.

Vasco Martins, depois de muitos anos em Barcelona, entregou-se ao aliciante novo projeto, que lhe permite ter 95 por cento dos destilados da casa com nacionalidade asiática. Nas prateleiras estão rums tailandeses e indianos, gins e vodka japoneses, e também bebidas tradicionais: sake, baijiu e sonju, estes últimos destilados chinês e sul-coreano, respetivamente. É possível prová-los individualmente e em cocktails, que nada têm de convencional. Até porque ingredientes mais óbvios como wasabi e matcha ficam de fora. «Queremos respeitar as tradições asiáticas», explica Vasco Martins, enquanto menciona sabores como o citrino yuzu, noz moscada, rosa e pimentas. Muita pesquisa e estudo envolvido nesta carta, tal como em tudo no Soão. Afinal, uma viagem não se faz sem preparação.

MORADA: Avenida de Roma, 100 (Alvalade)
TELEFONE: 210534499
HORÁRIO: Das 12h30 às 15h30 e das 19h30 às 23h00 e sexta, até às 00h00. Sábado, das 12h30 às 00h00; domingo até às 23h00. Não encerra.
CUSTO (€): 35 euros
FACEBOOK: http://facebook.com/soao.tabernaasiatica

Source: https://www.evasoes.pt/

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Três ilhas paradisíacas para ir a duas horas do Porto


A 150 quilómetros de carro do Porto está Vigo, a cidade costeira de onde saem as embarcações com destino ao primeiro arquipélago do Parque Nacional Marítimo-Terrestre da Galiza: as paradisíacas Cíes.

A curta viagem de carro desde o Porto pode ser um pretexto para uma escapadinha de fim de semana até às ilhas galegas de água transparente. Hora e meia é o suficiente para chegar a Vigo, um dos mais importantes portos pesqueiros da Europa.

É desta cidade galega que saem algumas das embarcações com destino ao arquipélago das Cíes, formado por três ilhas e um ilhéu. O trajeto demora mais meia hora de barco até às praias e mar azul-turquesa.

Percorra a fotogaleria acima para ver imagens das Ilhas Cíes e dos restantes arquipélagos, que ficam um pouco mais a norte da Galiza.

Arquipélago das Cíes

Formado por três ilhas e um ilhéu, o arquipélago das Cíes é o mais popular entre os quatro que constituem o Parque Nacional Marítimo-terrestre das Ilhas Atlânticas. As ilhas de Monteagudo e do Faro estão ligadas por um longo areal, a Praia de Rodas, e nas duas encontram-se muitos quilómetros para explorar, entre ruínas, faróis e centros de observação de aves.

Na Ilha do Faro o acesso é garantido através de várias companhias em viagens regulares (semana santa e verão até ao início de novembro) a partir de Vigo. É possível acampar e comer por ali. Já para chegar a San Martiño é necessário barco privado.

Como chegar: crucerosriasbaixas.commardeons.compiratasdenabia.com

Acampar: campingislascies.com; Preço: a partir de 16 euros (ida e volta). Campismo: a partir de 7,50 euros por adulto

Arquipélago das Ons

Entre o Atlântico e a Ria de Pontevedra está o arquipélago das Ons, que se divide entre a ilha homónima e a de Onza. Na ilha principal os passeios regulares fazem-se também na semana santa e a partir do início do verão até setembro, e podem estender-se durante alguns dias.

É que, à semelhança das Cíes, as ilhas Ons dispõem de parque de campismo, que reabriu no ano passado após renovação. Trata-se do primeiro camping autosustentável da Galiza, com campismo tradicional, glamping e cabanas para alugar. Na ilha existem três restaurantes.

Campismo: campingisladeons.com

Preço: a partir de 12 euros (ida e volta).

Arquipélago de Sálvora

Quando os últimos aldeões saíram da ilha em 1972, ficaram oito casas e várias histórias para contar. Como a do «titanic» de Sálvora, como foi chamado o naufrágio do Santa Isabel. As lendas e factos são hoje contados numa visita guiada à ilha, em que é possível percorrer a rota do farol.

Há várias empresas com barcos a sair do porto de Aguiño, perto de Corrubedo. A viagem dura apenas cinco minutos até Sálvora. Em alternativa, outras embarcações operam a partir de O Grove com trajetos mais longos, que incluem prova de vinhos a bordo e mexilhões.

Web: parquenacionalillasatlanticas.com

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Pattria: Moelas e cerveja artesanal em Cedofeita


Primeiro, a ideia de dois amigos ligados à restauração de vender cerveja artesanal fermentou na plataforma online Pattria, lançada em janeiro de 2017. Mas não tardou até que dessem o salto do mundo virtual, materializando o projeto num bar que nasceu em Cedofeita, no Porto.

Há sempre novos projetos a fervilhar nas mentes de Jaime André e de Tiago Almeida. O mais recente mora desde março em Cedofeita, num bar de cerveja artesanal que abriram numa antiga loja de louças com vistas para o movimentado Largo Alberto Pimentel. Chama-se Pattria e é a «primeira embaixada» da marca no Porto – porque, afinal, «cada pátria tem várias embaixadas», explica Tiago.

Aqui todos têm lugar, dos entendidos aos leigos. «O nosso espaço é para beer lovers que adoram cerveja mas que não têm de saber tudo sobre o assunto», diz a dupla, enquanto aponta escolhas que tanto podem agradar a um adepto mais conhecedor como àquelas pessoas que querem conhecer a cerveja artesanal. «A ideia é ter uma oferta abrangente, para todos os gostos», resumem.

Têm entre «80 a 90 referências, de diferentes estilos e marcas», refere Jaime André, destacando que «a maior parte são portuguesas», embora também vendam internacionais. Só têm de ser artesanais, à semelhança da filosofia inscrita no ADN do projeto mãe, a loja online homónima – http://www.pattria.beer – que os dois criaram no ano passado.

«Este espaço físico é uma extensão online», esclarece Tiago Almeida, que idealizou um bar com «um perfil industrial» e marcado por elementos construtivos como as estruturas de andaimes que já haviam utilizado como imagem de marca nas feiras de cerveja.

Foi há um ano que agarraram no espaço onde durante décadas habitaram as louças da Casa Dina. Abriram o bar assim que terminaram a intervenção que deixou «visível tudo o que é estrutural» no edifício, como os barrotes de madeira que dividem os andares – a zona de bar no piso térreo e a de jantar no primeiro. Depois, foi acrescentar elementos do vintage industrial, como duas mesas de corte que pertenceram a uma fábrica de tecidos da Areosa.

A segunda fase da abertura do Pattria, virada para pratos de fondue, arranca a meio deste mês no primeiro andar. No futuro, «a ideia é abrir mais embaixadas Pattria noutros sítios» do país.

Os petiscos

No Pattria não faltam petiscos para ir picando enquanto se degusta uma cerveja. Além dos habituais amendoins, tremoços e snacks salgados, também se servem moelas, mexilhões e tábuas de enchidos.

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MORADA: Rua Mártires da Liberdade, 30, Porto (Cedofeita)
HORÁRIO: Das 17h00 às 02h00. Domingo das 17h00 às 00h00. Encerra de segunda a quarta-feira.
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Abriu uma loja dedicada ao Tintin em Lisboa


No final de março, abriu na Junqueira uma pequena loja dedicada à grande obra do cartunista belga Hergé – e às aventuras do repórter mais célebre e aventureiro de todos os tempos.

No final de março, abriu na Junqueira uma pequena loja dedicada à grande obra do cartunista belga Hergé – e às aventuras do repórter mais célebre e aventureiro de todos os tempos.
As aventuras de Tintin vivem-se agora num novo espaço na Rua da Junqueira. Nos 25 metros quadrados da The Tintin Shop cabe todo o universo do repórter mais famoso do mundo. É o próprio, na companhia do seu fiel cão Milu e do foguetão que o levou à lua, que dá as boas-vindas aos fãs, em tamanho gigante, na montra. E esses têm, de facto, entre 7 e 77 anos.

Numa explosão de cor, aqui encontra-se um pouco de tudo para agradar a crianças e a colecionadores que cresceram à medida que a obra do cartunista belga Georges Prosper Remi, mais conhecido por Hergé, foi ganhando forma e dimensão. Estão lá as pequenas figuras, em plástico ou em resina, mas também postais, T-shirts, pósteres e, claro, os livros – tanto os álbuns das aventuras aos quadradinhos, como outros de perspetiva mais monográfica sobre assuntos tão diversos como a arte ou as viagens, sempre com a obra de Hergé como ponto de partida.

Os objetos mais procurados? As figuras. Nas vitrinas, lá estão, além de Tintin e Milu, o Capitão Haddock, os detetives Dupond e Dupond, o professor Girassol, a cantora de ópera Bianca Castafiore e as restantes personagens. Aos artigos com maior procura junta-se o mais cobiçado: o foguetão de 90 centímetros, que custa 995 euros e é o produto mais caro da loja. Os álbuns? Esses, os 24, forram uma parede inteira e estão disponíveis em francês, inglês, alemão, espanhol e português.

A versão portuguesa não podia faltar, pois o que levou Nathalie e Louis Castellano a abrir loja cá foi a afinidade entre Portugal, Tintin e a história de vida deste casal francês. «O meu marido trabalha há mais de 20 anos na Moulinsart», explica Nathalie, referindo-se à fundação belga que gere o legado de Hergé.

«Conhecemos Lisboa há quatro anos, gostámos muito e achámos que era o local indicado para esta loja», continua, lembrando que as primeiras traduções das aventuras de Tintin foram as portuguesas, para a publicação O Papagaio, e também que foi cá que os desenhos de Hergé apareceram pela primeira vez a cores. Tudo bons motivos para escolher Lisboa.

THE TINTIN SHOP:

MORADA: Rua da Junqueira, 450 (Belém)
TELEFONE: 214054639
HORÁRIO: Das 11h00 às 19h00. Encerra à quarta
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Subenshi: Sushi puro e duro no novo restaurante do Porto


Num edifício antigo com vista para o jardim da Cordoaria serve-se sushi como manda a tradição e misturam-se sabores ocidentais e orientais. O Subenshi, que tem casa em Aveiro, acaba de instalar-se na Invicta.

O peixe é comprado fresco na lota, aberto, cortado e congelado em azoto líquido para preservar a frescura e garantir a qualidade da nobre matéria-prima. Salmão, atum, peixe-galo, vieira, pargo, cavala, espadarte são alguns dos peixes que depois se transformam em peças de sushi. Antes de chegar à mesa, há muito trabalho na cozinha.

O novo restaurante de sushi na Baixa do Porto tem dois menus à disposição: o kaishi com peças de sushi tradicional para os apreciadores do genuíno gosto do peixe, e o benshi com peças de fusão. No sashimi, há bastante oferta como fatias de atum rabilho, fatias finas de salmão marinadas em limão com pimenta-rosa, ou vieiras em tempura com maionese japonesa.

Também há ceviche com vários peixes marinados em lima com cebolinho e molho ponzu e ainda tártaro de atum-rabilho com guacamole, chalotas, wasabi, cebolinho, gema e tobiko. O especial Subenshi é um rolo frito recheado com camarão, fatias de salmão, queijo-creme e sésamo. E há também pratos quentes de sushi. A casa prima pela apresentação e pelo sabor das peças com diferentes texturas. E cada peça tem a sua personalidade.

Bernardo Embaixador é o proprietário. Tem 28 anos e um negócio que não para de crescer. Apaixonou-se pelo assunto no Brasil, onde viveu três anos, aprendeu a cozinhá-lo e durante dois anos fez sushi ao domicílio até abrir o seu restaurante em Aveiro. Agora abriu uma segunda morada, no Porto, há coisa de dias. Ocupa, por enquanto, dois pisos, em salas aconchegantes de tetos altos e trabalhados, com lareira e azulejos pintados à mão.

No último piso, a sala está decorada com madeira e tem uma varanda ao redor com vista para o jardim. «O edifício ajuda-nos bastante a proporcionar uma refeição mais agradável. É um edifício com muita classe e que tem muita história», afirma Bernardo, que decora os seus espaços sem ajuda de arquitetos. Sai tudo da sua cabeça e é ele que acompanha a execução.

De volta ao prato. Nem só de sushi vive o Subenshi. A carta tem também massas salteadas, panado de porco com molho japonês, hambúrguer de salmão em bolo lêvedo dos Açores. Nas sobremesas, há gelados artesanais da Benareli, marca criada por Bernardo, tarte de feijão japonês, e mini pão-de-ló húmido envolvido em hóstia. mousse da casa leva chocolate, espuma de wasabi e arroz tufado.

Em abril, abrirá o primeiro piso do Subenshi com espetadas japonesas, «um conceito diferente que vai marcar pela qualidade», garante. Mais uma novidade à espreita.

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MORADA: Praça Parada Leitão, 3, Porto (Baixa)
TELEFONE: 964097707/964097452
HORÁRIO:
Das 12h00 às 16h00 e das 19h00 às 23h00; sábado, até às 00h00. Encerra domingo ao jantar, à segunda, e terça ao almoço.
CUSTO: () Preço médio: 30 euros
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Veggie Fest: O festival vegetariano está a chegar ao Porto


A próxima edição do Veggie Fest vai ser na Invicta, nos dias 5 e 6 de maio, no Shopping Cidade do Porto. Para além de um mercado biológico e das bancas de comida vegetariana vão ainda decorrer palestras e workshops sobre alimentação saudável.

A primeira edição aconteceu em São João da Madeira, no ano passado, mas o objetivo dos organizadores sempre foi levar o festival a mais cidades. Agora é o Porto que recebe, no fim de semana em que se celebra o dia da mãe, um festival pensado para todos e principalmente para famílias.

É de entrada livre e não exclusivo a seguidores da dieta vegetariana. Bem pelo contrário, os mais céticos são bem-vindos, já que os coordenadores Pedro Andrade e Rosário Alves pretendem desmistificar o conceito do vegetarianismo e em particular promover a alimentação saudável, sem radicalismos.

Durante os dois dias do evento, no Shopping Cidade do Porto vai estar instalado um mercado biológico e várias bancas de produtos alimentares e outros, desde que relacionados com a alimentação saudável e vegetariana.

Neste Veggie Fest vão decorrer ainda sessões de showcooking e palestras, entre elas uma sobre a introdução de opções vegetarianas nas cantinas das escolas. Para tal vão estar presentes, além de outros nomes, Nuno Alvim, presidente da Associação Vegetariana Portuguesa e Sandra Gomes Silva, nutricionista e coautora de vários livros sobre alimentação vegetariana lançados pela Direção Geral da Saúde.

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Source: https://www.evasoes.pt/

 

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TERRA NOVA: Sabor a mar com rio à vista no novo restaurante da Ribeira do Porto


As ostras e o bacalhau são as estrelas da companhia neste novo restaurante idílico na Ribeira, com Terra Nova de nome, o alto-mar no prato e o rio Douro bem à vista.

A degustação de bacalhau, com 11 meses de cura, abre o leque de sabores que aqui se servem. «É o petisco mais especial da casa. Consegue-se sentir todos os sabores do bacalhau», explica António Pedro Leitão, um dos proprietários do restaurante.

A entrada é composta por uma trilogia da qual fazem parte um cone de massa brick com uma lasca do lombo, um bolinho envolto em farinha de milho e pele de bacalhau frita, acompanhada com ovas de truta. «O objetivo é tentar usar o bacalhau sem desperdícios», explica o chef Rafael Gomes, a mente por trás das reinvenções deste produto tão típico da gastronomia portuguesa.

«O bacalhau reage muito bem a técnicas modernas.»

Depois, vêm as ostras, ao natural ou com caviar, e fica completo o duo de estrelas da carta. Mas não terminam aqui as especialidades do chef, que tem no Terra Nova a sua primeira cozinha em Portugal. A experiência, essa já é longa. Quando era mais novo chegou a trabalhar em catering e como empregado de mesa. Mais tarde, Rafael Gomes foi estudar para a Escola de Hotelaria do Porto e depois estagiou em Londres, onde ficou a trabalhar durante seis anos em alta-cozinha.

Agora que voltou, trouxe consigo influências de outras paragens, e aplica o que aprendeu ao bacalhau, que «reage muito bem a técnicas modernas», garante. As especialidades continuam pela ementa fora, sem desiludir. Sardinha com base de broa frita, sopa de peixe, massada de bacalhau (um os pratos mais populares) e, para os que não forem grandes adeptos de sabores do mar, há sempre um costeletão de novilho como opção e a possibilidade de a sugestão do dia do chef ser um prato de carne.

«Queríamos algo que nos guiasse para o mar», lembram. Sempre quiseram ter o bacalhau como produto de eleição e «o espaço ajudou a criar o resto».

E se a ementa de pratos e petiscos tem muito por onde escolher, já a de sobremesas só tem duas opções, mas que não facilitam de todo a escolha. Além da seleção de quatro queijos acompanhados de doce de abóbora, o chef apresenta uma tarte de leite-creme com gelado de framboesa e «framboesas mascaradas», como lhes chama, que é uma surpresa na boca. E ainda um fondant de chocolate branco caramelizado, acompanhado de gelado de noz.

Este recanto na Ribeira do Porto, de portas abertas desde outubro, pretende destacar-se da restante oferta da zona, e se pela comida já o parece ter conseguido, o próprio edifício, de traça singular, também ajudam ao propósito. No andar de cima, a mesa mais cobiçada da sala vale bem a pena a reserva, e o nome não lhe é dado ao acaso. É a «mesa do capitão» com vista privilegiada sobre o rio Douro, através de uma grande janela que faz lembrar as escotilhas dos navios.

A inspiração sempre foi clara para os cinco sócios, António Pedro Leitão, Vasco Amaro, Diogo Proença, Gustavo Rangel e Pedro Almeida. «Queríamos algo que nos guiasse para o mar», lembram. Sempre quiseram ter o bacalhau como produto de eleição e «o espaço ajudou a criar o resto».

O ambiente rústico, conseguido pelas paredes de pedra e pelos pormenores em madeira, complementa o cenário. E ao cair da noite, de olhos postos no Douro, com tradição e arrojo no prato de apresentação cuidada – e, quem sabe? Douro no copo -, só falta deixar a imaginação levantar âncora e velejar por mar aberto.

MORADA: Cais da Ribeira, 34, Porto (Ribeira)
TELEFONE: 926770837
HORÁRIO: Das 12h00 às 23h00. Encerra à segunda.
CUSTO: () Preço médio: 35 euros. Vinho a copo desde 4 euros
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Este é o país menos visitado da Europa – e um dos mais pequenos


Existem centenas de cidades para descobrir em cada país, por isso são poucos aqueles que podem dizer que conhecem verdadeiramente a Europa.

E, por haver tantos lugares interessantes onde ir, é possível que fiquem de fora alguns menos conhecidos pela maioria das pessoas. Sabia que há dois estados independentes dentro de Itália? Falamos do Vaticano, o mais conhecido, e de San Marino.

A República de San Marino é um micro-estado situado nas montanhas dos Apeninos, próximo de cidades como Florença e Bolonha. É a república mais antiga do mundo e o terceiro estado mais pequeno da Europa. Segundo os dados referentes a 2016 da Organização Mundial do Turismo, é também o país menos visitado da Europa, tendo recebido apenas 60 mil turistas durante aquele ano (mais 6 mil do que em 2015).

Tal como grande parte das cidades medievais, San Marino fica no alto de um monte. A cidade é cercada por muralhas e fortalezas que acompanham a inclinação da montanha.

Mas há muito para conhecer neste pequeno estado. San Marino é conhecido pelas paisagens maravilhosas visíveis da montanha e pelas suas fortalezas medievais. Os três castelos têm vistas impressionantes, e a UNESCO nomeou o centro histórico Património Mundial, em parte por causa dos seus «castelli».

É muito fácil chegar lá, seja de carro ou de comboio. Os visitantes podem dar um passeio até às praias mais próximas (que, administrativamente, se situam em Itália) ou pelo centro histórico da cidade de San Marino, antes de desfrutar de uma refeição composta por carnes grelhadas e vinhos locais. Um teleférico transporta os turistas do centro histórico da cidade até Monte Titano.

Source: https://www.voltaaomundo.pt/categoria/noticias/

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Pizzaria Luzzo


Vou ter de visitar mais esta tua sugestão!!!!

oportocool

Quem adora pizzas de massa fina e estaladiça, com ingredientes de qualidade e sabores originais, tem de experimentar a Pizzaria Luzzo, ali na Boavista perto da casa da Música. Para além disso, o conceito passa por entradas apetitosas, cocktails diversos e  sobremesas deliciosas, com uma excelente seleção musical e um ambiente descontraído. O serviço é cuidado e atencioso e um tablet em cada mesa permite uma escolha personalizada e eficaz.

O espaço é moderno e acolhedor, decorado por Rita Glória com conceitos e apontamentos de design simultaneamente requintados e industriais, elegantes e urbanos. Criando um ambiente cosmopolita mas ao mesmo tempo acolhedor e mesmo familiar. Até tem uma área para as crianças brincarem à vontade. E a esplanada nas traseiras é um atrativo suplementar para nova visita nos dias mais solarengos …

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Those who love thin crusty pizzas with quality ingredients and unique flavors must try Pizzaria Luzzo

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Casa de Chá Mil Folhas


Adorei a decoração, parece ser um local super acolhedor 😉

oportocool

Adoro sair e ir até um daqueles sítios em que me sinto em casa. Em qualquer altura do ano mas sobretudo nas estações mais frias em que um reconfortante chá com scones é um simples mas plenamente sentido sinónimo de felicidade. É assim que me sinto na Casa de Chá Mil Folhas, um espaço bonito e acolhedor, com um ambiente familiar e descontraído, cheio de deliciosos produtos caseiros a sair fumegando da cozinha a toda a hora.

A decoração da Casa de Chá Mil Folhas parece saída de um livro de histórias de encantar, em tons de branco e verde cor de água espalhados pelo espaço, com mesas e cadeiras de madeira, bancos corridos ao longo da parede cheios de almofada coloridas, confortáveis sofás e plantas, onde se destacam as louças floridas e os ramos de flores em casa mesa. Venham daí os scones, brownies, cupcakes ou bolos quentinhos…

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