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Restaurantes no Porto para conhecer…


El Argento

O chef argentino Mauricio Ghiglione volta a apostar nos sabores da sua terra para impressionar os portuenses. Depois das carnes à mesa do Belos Aires, as estrelas são as empanadas e os vinhos.

A massa tenra moldada em torno de recheios de carne de vaca e de porco bem condimentada, chouriço e queijos derretidos, junta-se às castas autóctones da América do Sul e às sobremesas com doce de leite para um petiscar como um argentino na baixa do Porto.

 

Por Acaso

Petiscos inspirados nos sabores do mundo é o que se propõe fazer este novo espaço que abriu há dois meses numa zona pouco provável para este tipo de propostas: as Antas. «Ainda equacionamos abrir na Baixa», diz Victor Loureiro, um dos três sócios. Acontece que «os bairros tradicionais estão a renascer» e apostar numa zona residencial onde há poder de compra e com tão poucos espaços pareceu-lhes uma alternativa «cool». Além disso, Victor e Joana Seara, sua mulher e também sócia, vivem ali.

A ideia nasceu «por acaso», admite. Em conversa, durante umas férias, com o amigo e bom cozinheiro Pedro Lobato – que trocou a gravata e a advocacia pela jaleca e a cozinha e fundou o canal de culinária youcook.pt – surgiu a ideia de abrir um sítio.

Como Victor está ligado ao mundo dos vinhos através da Quinta da Cabril, no Douro, não foi preciso muito para chegarem a um acordo sobre que tipo de espaço seria: uma taberna de vinhos e petiscos. Simples, mas com conforto e estilo, a Por Acaso tanto serve umas tradicionais moelas, como croquetas de boletus à maneira espanhola, atum fumado, carpaccio de bresaola, ensaladilla rusa ou, um dos petiscos que foi sucesso imediato, o edamame, vagem de grãos de soja típica do oriente, a que eles chamam de “tremoço” à moda do Por Acaso.

Madriguera

Diz o dicionário de língua espanhola que Madriguera é um refúgio abaixo da terra para onde os animais se recolhem para se protegerem-se dos seus inimigos naturais. O Porto não é cidade de grandes perigos nem o Madriguera, que abriu a 17 de março, é uma toca, mas dará certamente guarida a apreciadores de tapas e pintxos, a imagem de marca da casa. Miguel Silva, 35 anos, engenheiro informático que trabalhou como barista, juntou-se a Cristian Fonseca, já com experiência no ramo da restauração, para abrir este espaço que acreditam colmatar uma falha na oferta da Invicta, com 34 lugares em dois pisos cobertos e mais seis na esplanada.

A carta do Madriguera inclui uma oferta variada, como a anchova com ovo de codorniz, camarão picante, presunto ibérico, salmão fumado ou alheira, mas também sobremesas, do petit gateau ao queijo da Serra com doce de abóbora.

 

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Novos restaurantes do Porto para conhecer


Madeira Taste

Abrir um restaurante de cozinha madeirense na Rua da Madeira parece ser algo planeado ao pormenor. Mas no caso do Madeira Taste, que abriu portas há três meses nesta rua ao lado da estação de São Bento, não foi isso que aconteceu. Dília Silva, nascida na Calheta, não sabia mesmo que a rua que onde se apaixonou, sendo essa a razão para se instalar no Porto, tinha o nome da sua ilha. Dília vive entre a Madeira e o Porto.

Natural da Calheta, foi lá que começou a fazer-se empreendedora bem sucedida na restauração e na hotelaria. Na verdade, é multifacetada. Tem um táxi, já fez rádio, teatro, foi contabilista vários anos. Foi esse espírito que a fez querer abrir um restaurante no Porto, mas não foi só isso. Dília conta que vinha muitas vezes ao Porto para descansar da sua cidade, onde toda a gente a conhece. Um dia foi jantar a um restaurante conhecido na Rua da Madeira e apaixonou-se por quem a serviu. «Foi amor à primeira vista!», admite com entusiasmo. Bernardo Freitas é agora seu marido e o seu braço direito no Madeira Taste.

Neste restaurante de dois andares tudo vem ou é inspirado naquele arquipélago. Das espetadas, às lapas grelhadas, passando pela batata doce, abacate, bife de atum, bolo do caco, poncha caseira, peixe fresco, bolo de mel e, claro, vinho da Madeira.

 

Lucha Libre

Foi no mesmo local, no Parque da Cidade, que em 2016 nasceu a primeira cevicheria da cidade. O regresso do calor volta a inspirar mais uma estreia: a primeira taqueria do Porto, dirigida pelo casal Camilo Jaña e Mafalda Sampaio. O sucesso da frescura dos ceviches deu o mote para os cinco tacos que por ali se servem. Existe uma versão saudável, com quinoa e coleslaw, uma encevichada e ainda uma recriação dos tacos al pastor, com porco marinado e ananás.

O habitat desta taqueria é a natureza e o verão a época ideal para este espaço ao ar livre, com mesas comunitárias e margaritas geladas para beber espraiado no relvado. Os mais saudosos podem descansar, porque sobrevivem na carta dois ceviches do antigo Panca. Encontrar lugar à mesa é que vai ser uma verdadeira lucha libre.

Sushihana Foz

A mais recente abertura da marca Sushihana, na Foz, trouxe um espaço maior, com um jardim de inverno, e novas sugestões na carta. O lugar que acolheu o restaurante Kastas, recebe agora o terceiro restaurante da marca, que se destaca pela sua dimensão – tem dois pisos, um jardim coberto aquecido no inverno, e ainda um bar à entrada para quem espera ou simplesmente procura uma bebida -, e pela entrada de um novo combinado freestyle de 25 peças, exclusivo deste restaurante, que prima pelas peças complexas.

Crepe rolls, tataki de salmão e kiurimaki são algumas. Quem quiser fugir ao sushi pode optar pela yakisoba – massa com vegetais, carne ou peixe -, pelo Sushihana Steak, ou pelos risotos.

 

Beher

A Beher, abreviatura de Bernardo Hernández, instalou-se no mês passado na Invicta e em boa hora escolheu o Porto para abrir a sua primeira loja em Portugal. A Beher gaba-se de ser a marca de presunto mais premiada do mundo e de apenas servir produtos artesanais de porco preto de raça pura e alimentados exclusivamente a cereais e bolotas. E a fama é merecida pois o presunto, em prato ou em pão cozido no local, é extremamente rico e saboroso. Mas há muito mais do que presunto na Beher Porto.

Desde logo, há o espaço que consegue combinar o rústico das petiscarias com um toque moderno e cosmopolita. No piso inferior, há ainda uma sala maior para uma refeição ou uma petiscada mais demorada. E há muitas iguarias nacionais e espanholas por onde escolher. Do país vizinho chegam sandes e tostas com chouriço de bolota, pá ibérica, lombo ibérico de bolota e salsichão. E para petiscar e partilhar há várias tábuas de enchidos e de queijos da Queijaria Artesanal do Ilídio bem como batatas bravas, ovos rotos e tortilha de batata.

Para começar o dia, há os pequenos-almoços andaluz, executivo ou mediterrâneo. Para quem procura algo com mais substância, há ainda carnes grelhadas que podem vir em forma de hambúrguer ou em sempre saborosas parrilladas. E para empurrar os petiscos, além da cerveja Mahou, há uma excelente seleção de vinhos espanhóis e nacionais. Para terminar, refira-se que pode levar tudo isto para casa pois a Beher também vende para fora.

 

Source: http://www.evasoes.pt/comer/os-novos-restaurantes-do-porto-que-tem-mesmo-de-conhecer/

 

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Os novos restaurantes do Porto que tem mesmo de conhecer


A invicta não pára e os chefs estão mais criativos do que nunca: pratos de autor, petiscos, comidas do mundo. Este é o novo roteiro gastronómico da cidade. 

A Invicta reinventa-se e os chefs seguem-lhe o caminho, seja a fazer renascer clássicos tripeiros ou a importar novas comidas da Ásia e da América do Sul. Este caldeirão de culturas está no ponto – e pronto para se provar. Entre espaços mais ligados à tradição para nos sentarmos de faca e garfo, aos cantinhos de petiscada ibérica ou ainda a novidades frescas com toque oriental, esta selecção de restaurantes e petiscarias que acabam de abrir promete tornar o verão bem mais interessante.

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Restaurante Pedro Limão

Sabe-se que o tártaro tem especiarias indianas e o tamboril um caldo de rabanete. E mais detalhes? «Eu não gosto de falar sobre comida. Gosto apenas de cozinhar», sublinha. Apesar da relutância, o chef apresenta sempre cada um dos pratos aos clientes, deixando margem para uma ou outra descoberta. A única e pouco árdua tarefa que recai sobre os visitantes que aceitam embarcar nesta viagem gastronómica com Pedro Limão.

Tripeiro

Mudam-se os tempos mas não se mudam as vontades. Era uma vez um clássico restaurante do Porto, de portas abertas desde os anos 50. Em setembro de 2016, aquelas fecharam-se à chave e julgou-se que para sempre. Algo se perdeu mas também se transformou. No início de maio, o Tripeiro renasceu das cinzas com o mesmo nome e a mesma estrela: as tripas à moda do Porto.

Manteve-se o emblemático néon com o nome à entrada, mas este é agora um espaço cosmopolita e acolhedor, fruto da vontade de seis empresários da restauração [Cantina 32, Puro 4050, O Amor É e a Casa de Pasto da Palmeira] que se uniram para criar este restaurante com o foco na comida tradicional portuguesa.

Ímpar Flores

Para quem precisar de algo mais consistente, são servidos pratos como polvo à lagareiro, bife de atum com batata a murro, magret de pato com salada e batata a murro ou naco de carne com maturação de 30 dias e recomendado para quatro pessoas , entre outros. Durante a semana há sempre prato do dia (carne e peixe), por 8 euros.

In’Vulgar

Hugo Pinheiro, de 26 anos, abriu um lugar na Foz com aquilo que achava que faltava na zona: comida tradicional portuguesa, francesinhas e uma carta com sugestões diárias do chef, em vez do comum menu executivo. Pratos como bacalhau com broa, grelos e feijão papo-de-rola, filetes de polvo com arroz do mesmo, bife Três Pimentas e costeletão grelhado com molho maronês são algumas das sugestões.

A carta apresenta também sabores mais internacionais como é o caso do tornedó Wellington e do magret de pato.

A.DO.RO

A recém nascida casa de petiscos A.DO.RO, em Leça da Palmeira, é já o segundo projeto de restauração do casal Cristina Castro e Manuel Teixeira. O anterior ocupava o mesmo espaço, chamava-se La Peregrina e estava vocacionado para os sabores do mar e para asostras, mas imprevistos de saúde e a saída do chef Orlando Silvério levaram Cristina e Manuel a repensar o restaurante. Desta vez com Filipe Silva, também experiente nestas andanças e com um novo mestre na cozinha, António Alvim.

Na carta do novo A.DO.RO – decorado com cores marítimas e com uma cauda de baleia como símbolo – continua a haver ostras e tapas do mar – bacalhau com queijo da Serra, folhado de salmão, amêijoas à Bulhão Pato, entre outros – e também «tapas da terra», como o mini-bitoque, crepes de requeijão com mel ou cogumelos portobello com presunto, tudo em doses para partilhar. Ao almoço há menu executivo (8,90 euros). Quem quiser algo diferente, como um prato de peixe grelhado, pode encomendar com um dia de antecedência.

 

Bao’s – Taiwanese Burger

A aventura de João Winck começou entre as bancas de comida de rua de Taiwan, onde reina o Gua Bao, um pequeno pão de massa pálida cozido ao vapor. O espírito empreendedor fê-lo regressar ao Porto para lançar o primeiro espaço dedicado a esta espécie de hambúrguer asiáticos.

À receita tradicional recheada com barriga de porco, picles, coentros e amendoim juntou, na carta, criações vegetarianas com tofu, uma de bacalhau e outra com caranguejo de casca mole. Uma sidra sem álcool, chá com pequenas bolas gelatinosas e os ingredientes-chave chegam todos da Ilha Formosa para que «o sabor seja o mais autêntico possível».

A pensar nos grupos grandes, João prepara, sob reserva antecipada, um pernil de cinco quilos que é curado durante 12 horas e assado lentamente por outras oito. Um encontro da fast com a slow food, para conhecer os novos sabores asiáticos que fazem a sua estreia na cidade.

 

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Os hambúrgueres famosos de Braga já se instalaram na Invicta


«Bai no Batalha», «Calhau com Dois Olhos» e «Laurear a Pevide» são alguns dos nomes dos hambúrgueres da nova hamburgaria DeGema, que abriu na Rua do Almada, no Porto, a sua primeira casa fora de Braga, onde nasceu o conceito. Os autores foram Milton e Marcelo Araújo, dois irmãos bracarenses, que abriram duas hamburgarias DeGema na sua cidade, admitindo que o Porto sempre esteve nos planos.

Na carta, há 18 hambúrgueres, todos eles nomeados em honra a expressões populares do Porto – isto porque o conceito é ir «à gema», ou seja, às origens de cada terra. A juntar-se aos caricatos nomes e a um atendimento excelente, está a confeção caseira, que Milton acredita ser aquilo que diferencia os hambúrgueres. «A carne é picada no restaurante e o pão é feito por nós», garante. É o próprio Milton quem se encarrega dos gelados.

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DeGema Hamburgueria Artesanal
Rua do Almada, 249 (Baixa)
Tel.: 223227432
Todos os dias das 12h00 às 00h00
Preço médio: 8,5 euros

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Café do Comércio


Adorei a sugestão!!!!

oportocool

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Adoro aqueles cafezinhos acolhedores onde se pode tomar um pequeno-almoço reforçado e cheio de vitaminas. É o caso do Café do Comércio, que nos desperta a boa disposição ao sentirmos aqueles aromas matinais a café de especialidade, a torradas, a iogurte com mel, granola e frutas, a panquecas, a scones, a bolo caseiro …  Para além dos 3 menús de pequeno almoço, há petiscos ao longo do dia com tábuas de queijo e enchidos, azeitonas e pão de alho, pesto e compotas, tostas diversas.

O seu conceito é o de servir produtos caseiros, saudáveis, tradicionais e biológicos, com uma oferta variada, para todas as dietas e paladares. Num espaço muito intimista e confortável, com paredes brancas e muitos detalhes deliciosos, somos acolhidos pela simpatia casual da Filipa e da Ana, preparando os pedidos com um sorriso sincero no espaço desnivelado ao fundo do corredor que nos recebe. A arte faz…

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A roda gigante de São João já gira na Boavista


É o primeiro sinal de que as festas de São João chegaram à cidade. Até ao fim de junho, há muito para fazer no Porto. 

São João não é São João sem a imponente roda gigante a compor a paisagem nos jardins da rotunda da Boavista. Conforme manda a tradição, a estrutura voltou a erguer-se no início de junho, para levar os visitantes às alturas.

No ponto mais alto da roda, a 40 metros de distância do chão, observa-se a longa avenida, embora não seja possível avistar o seu fim. Afinal, são mais de cinco quilómetros de comprimento que separam a rotunda do mar. A viagem até ao topo custa três euros e é um dos fortes indícios de que o São João chegou à cidade.

As festas começaram oficialmente a 25 de maio e prolongam-se durante um mês, até 25 de junho. No programa oficial das festas anunciam-se concertos, largadas de balões, corridas, feiras e arte.

Source:  http://www.evasoes.pt/ar-livre/roda-gigante-sao-joao-gira-na-boavista/

 

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Le Gwenn Ha Du: Os crepes à moda da Bretanha têm nova casa no Porto


Galettes, crepes doces e sidra são servidos no Le Gwenn Ha Du – o recente projeto de um casal bretão que se mudou para o Porto.

Entrando no número 450, a meio da Rua do Bonjardim, ouve-se música celta, veem-se trajes bretões nas paredes e imagina-se o que significará Le Gwenn Ha Du, o nome deste recente lugar dedicado aos crepes. Numa conversa em francês com os proprietários, Philippe e Anna-Laure – que estão a viver no Porto apenas há dois meses, daí que ainda não dominem o português – rapidamente se percebe que o nome da crêperie diz respeito ao nome da bandeira da Bretanha, a região francesa da qual ambos são originários.

Dois anos depois de umas férias no Porto, o casal decidiu mudar de país e de vida – Anna-Laure deixou a área do catering, Phillipe despediu-se do banco onde trabalhava, e abriram um cantinho onde se podem saborear os verdadeiros crepes da Bretanha, onde não falta o tradicional caramelo de manteiga salgada e a sidra bretã.

Os crepes salgados chamam-se galettes e são feitos apenas com trigo sarraceno, água e sal. Há várias sugestões de recheio, como cebola e toucinho ou cogumelos e natas, mas o casal aconselha o de queijo, fiambre e ovo, por ser o mais tradicional. Quem se quiser aventurar em sabores invulgares, pode ainda optar pelo Breizh, que leva uma mistura de especiarias chamada Kari Gosse, ou pelo Molène, recheado com salsicha de Molène fumada com algas e cebola confitada.

Por sua vez, a massa dos crepes doces apresenta-se na sua receita tradicional, ou seja, com ovos e leite, e uma porção de trigo sarraceno, que a torna mais saborosa. Caramelo de manteiga salgada, geleia de sidra, gelado de trigo sarraceno ou chocolate caseiro são algumas das coberturas possíveis. Todos os dias ao almoço há um menu do dia, por 7,50 euros, que inclui uma galette ou salada, crepe doce ou bolo, bebida e café.

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MORADA: Rua do Bonjardim, 450, Porto (Baixa)
TELEFONE: 220999073
HORÁRIO: Das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h30; sexta e sábado até às 23h30. Encerra ao domingo.
CUSTO:(€) 7 euros