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Bira dos Namorados: Há uma hamburgueria minhota no Porto


«A Maria e o Manel chegaram ao Porto num barco rabelo», e com eles trouxeram uma casa colorida e cheia de vida, uma casa minhota, com pregos e hambúrgueres à mesa.

A Machadinha, não a música, mas o hambúrguer de vaca, com alheira, ovo estrelado, curgete, cebola frita e molho barbecue é o sucesso da casa. «Mais em Braga, que aqui o Chamarrita, feito em bolo do caco e com bacon, rúcula e queijo cheddar também é muito popular», nota Diogo Carvalho, um dos proprietários do Bira dos Namorados.

Foi há quatro anos que ele e Mariana Marques, estudantes na cidade minhota, se deixaram ficar por lá e desenharam um projeto inspirado em duas paixões, a de Mariana pelos lenços dos namorados e a de ambos pela música tradicional. Os pregos e hambúrgueres artesanais com nomes de danças e músicas portuguesas chegaram agora ao Porto.

Mais de duas dezenas de opções compõem a lista de passos e compassos que, além da carne de vaca, abre espaço para o peru, o frango, o polvo, o bacalhau e o tofu, ingrediente principal da Flauta Vegetariana, hambúrguer que inclui queijo biológico e legumes grelhados. Às sanduíches juntam-se saladas, tábuas e outros petiscos.

A chegada à Invicta trouxe outra especialidade, a Birazinha, que é nada mais que um hambúrguer com bacon e linguiça, coroado com queijo gouda, um ovo estrelado e generosamente regado com molho de francesinha. É servido, como todas as outras especialidades, em pratos pintados à mão por uma artesã de Barcelos, com motivos dos lenços dos namorados.

«Tentamos que tudo seja baseado na nossa cultura, principalmente na do norte», conta Mariana. Pelo que não é de admirar que seja de Braga que chegam a maior parte dos produtos frescos, as sobremesas – cheesecakes da The Cheesecake Story e pudim Abade de Priscos da Doçaria Cruz de Pedra (detentora da receita original) – e as cervejas artesanais Amphora, Alma e Letra. Na lista de bebidas constam ainda rótulos de todo o país e cocktails com licores portugueses, vinhos do porto e vinho verde.

As salas, a inferior e a do piso térreo, são pinceladas de cores fortes e alegres. Já a decoração é marcada por pormenores como portas de madeira que são tampos de mesas ou a cabeceira de uma cama que é encosto para um banco.

À entrada, encontra-se uma pequena loja com produtos gastronómicos e de artesanato e de fundo ouve-se música tradicional. Tudo para que quem aqui chega, mais do que comer «tenha uma experiência numa casa diferente», explica Mariana, e com a certeza de que «há amor em tudo o que é feito».

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MORADA: Rua de Ceuta, 61 (Baixa)
TELEFONE: 222081009
HORÁRIO:
Das 12h00 às 23h00. Sexta e sábado até às 23h30. Sábado e domingo a partir das 12h30. Encerra à segunda.
CUSTO() Preço médio: 10 euros
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AQUELE TASCO: Novo tasco da Baixa serve mini francesinhas


No Aquele Tasco há chouriço assado, sandes e tábuas, mas também pratos em tamanho mini, como francesinha, arroz de pato ou tripas. A cozinha não encerra, e ali não se usa óleos.

Uma mini francesinha pensada para servir de petisco é apenas uma das propostas d’ Aquele Tasco, onde a regra é picar, desde a famosa sanduiche portuense, aqui em versão reduzida, até tábuas de queijos, chouriço assado ou espetada de alheira. Os petiscos portugueses são a maior aposta desta casa, aberta, no início do ano, por Beatriz e Fernando Vieira, um casal que já tinha negócios noutras áreas e resolveu estrear-se na restauração.

Sandes de pernil, de presunto ou de salpicão e mini pratos que vão do arroz de pato ao bacalhau com natas, passando pelas tripas à moda do Porto, reforçam a ementa, e quem não comer carne pode sempre pedir hambúrgueres de vegetais, cogumelos ou grelos salteados. A cozinha não fecha, por isso, é possível petiscar a qualquer hora.

Ponto assente é que, ali, «não há nada frito». «Não usamos óleos», assegura Fernando. Nem nos bolinhos de bacalhau, a espreitar da vitrina, nem na alheira, que é de Mirandela, terra onde têm raízes os proprietários deste pequeno tasco: dispõe de 16 lugares à mesa e seis ao balcão. Para completar a refeição, há cervejas, sangrias ou vinhos (inclusive, a copo), e sobremesas caseiras, como mousse de chocolate ou baba de camelo.

Se o negócio é familiar, a decoração também: numa parede há pratos que pertenceram à mãe de Fernando e no espaço está pendurada, a par com cebolas, alhos e presunto, uma grande cabaça, oferecida à sogra, há décadas, como prenda de casamento.

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MORADA: Aquele Tasco Rua Fernandes Tomás, 478 (Baixa), Porto
TELEFONE: 223166619
HORÁRIO: Das 11h00 às 00h00. Encerra ao domingo
CUSTO (€): 7 euros
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Porto: Já pode dormir numa casa barco no rio Douro


Os amigos Mex Machado e João Gil Oliveira, praticantes de desportos náuticos desde miúdos, decidiram proporcionar uma experiência diferente a quem visita o Porto: desde há uma semana, disponibilizam uma casa barco, em pleno rio Douro, para dormidas e passeios.

«É um sentimento de liberdade total. Abrimos a cortina e temos a vista rio. Pode-se escolher onde dormir, e nesse caso terá uma vista extra», conta Mex Machado. Se o cliente tiver carta de marinheiro, pode conduzir a embarcação, 100% elétrica, pelo que «não faz barulho, só se ouve a água». E o espetáculo adquire contornos especiais ao pôr-do-sol.

Para proporcionar «uma melhor experiência», a casa está equipada com bicicletas, canoas, uma boia de diversão, prancha de stand-up paddle e outros equipamentos, cuja utilização está incluída no valor do aluguer: 190 euros por noite. Existe ainda a possibilidade de fazer jet ski, com um custo acrescido.

A casa barco dispõe de um quarto com cama de casal, um sofá cama, cozinha, casa de banho e deck na parte superior, para banhos de sol e de paisagem. São ainda disponibilizadas máquina de café, televisão e outras comodidades, entre elas, um telemóvel com internet e chamadas ilimitadas, que inclui recomendações de eventos, restaurantes, museus e paisagens a conhecer, com a respetiva localização.

A embarcação pode ser atracada em qualquer marina, mas encontra-se na do Freixo, o que permite utilizar o passadiço no rio Douro para corridas ou passeios de bicicleta – em dez minutos, está-se no centro da cidade. Deixar o carro não é problema, porque há parque de estacionamento gratuito a cinco minutos da estação de Campanhã. Está acessível através da plataforma de alojamento Airbnb, ou por e-mail.

Um casal australiano já experimentou a casa barco. «Adoraram conhecer os vinhos portugueses enquanto observavam a beleza da ribeira, da foz e as praias fluviais. Para eles, foi uma experiência diferente», afirma Mex Machado. A pernoita é para duas a quatro pessoas, sendo que, se for alugada só para passeio, pode albergar sete – oito, se algum dos clientes tiver carta de marinheiro. Mais, se estiver parada no rio. Sendo que se aconselha a estada de crianças a partir dos 7 anos, para que possam usufruir de todas as valências.

Convívios em família ou entre amigos e escapadas românticas são possíveis durante algumas horas, manhãs, tardes ou dias inteiros, estando incluída a utilização dos equipamentos desportivos e de diversão. Os passeios custam a partir de 150 euros (duas horas), podendo englobar provas de vinhos, lanches, subidas pelo rio com paragens gastronómicas e outros programas.

Mex Machado e João Gil Oliveira decidiram avançar com o projeto porque entenderam que o mercado de alojamento, no Porto, «estava a ficar muito homogéneo». Perceberam que no norte não havia nenhuma casa barco e quiseram proporcionar algo diferente aos clientes.

Os dois amigos estão juntos na empresa de comunicação e de experiências M XGenious, que detém a casa barco, sendo que Mex Machado é sócio de outra empresa de tecnologia e prepara-se para voltar a vestir a pele de piloto de ralis, como há uma década. Por enquanto, a condução é tranquila, e faz-se pela água.

Oporto Douro Floating House
Airbnb: www.airbnb.pt/rooms/26567682?preview_for_ml
E-mail: oportodourofloatinghouse@gmail.com
Dormida, 190 euros por noite, para duas pessoas; passeios a partir de 150 euros.

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Source: https://www.evasoes.pt/

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O Mini Bar do chef Avillez já está no Porto


Os fãs portuenses de Avillez pediram, o chef fez-lhes a vontade. O seu Mini Bar, um dos muitos restaurantes que dirige na capital, chegou ao Porto. Abre hoje ao final da tarde, em modo de «soft opening», na Rua da Picaria.

Depois de em 2014 ter aberto também na baixa portuense o Cantinho do Avillez, foi a vez deste espaço, onde a experimentação é regra e o inusitado acontece.

O espaço divide-se em duas salas – rés-do-chão e cave – decoradas com veludos vermelhos, a fazer lembrar uma sala de teatro. De lembrar que em Lisboa, o Mini Bar fica mesmo ao lado do Teatro São Luiz. Aqui, o conceito de uma certa teatralidade mantém-se. Além da decoração, a carta remete para fingimentos e simulações. «Nem tudo é o que parece» é o mote. Assim, come-se «frango assado», que não é frango assado, ou azeitona que não é bem uma azeitona.

A ideia foi criar um espaço noturno onde os clientes pudessem fazer uma viagem pela degustação, como momentos inesperados. A carta está dividida em cinco atos – mini cocktails de trincar, mini petiscos, mini entradas, mini pratos de peixe e mini pratos de carne – mais um «ato isolado», feito de pratos mais substanciais, um bife à teatro (25 euros) e um Big JAburguer DOP (18,5 euros).

A carta é praticamente igual à de Lisboa, apenas com três momentos diferentes: o sabutini com azeitona explosiva, o fish & chips, com iogurte de kimchie e o chartreuse de vitela branca e foie gras com tripas à nossa moda e trufa. Os coktails de autor são outra das apostas da casa. Há com e sem álcool.

O Mini Bar só abre à noite, a partir das 19h00 e nas quintas, sextas e sábados tem atuações de djs.

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MORADA: Rua da Picaria, 12, Porto (Baixa)
TELEFONE: 221129729
HORÁRIO: Das 19h00 à 01h00; jantar até às 00h00.
CUSTO (€€): Preço médio: 30 euros

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Porto: As tripas de Aveiro chegaram à Cordoaria


Há uma nova tripa para provar na Baixa da cidade. Não é à moda do Porto, mas antes à de Aveiro. Trata-se de uma massa mole de bolacha americana que pode levar vários recheios, doces ou salgados.

Foi num quiosque centenário, atrás da Reitoria da Universidade do Porto, que no inicio de junho abriu o Sweet Tripa, pelas mãos de Luís Lourinho, um empresário ribatejano que decidiu mudar de vida.

Agora dedica-se exclusivamente às afamadas tripas de Aveiro – doce tradicional e muito procurado por altura do verão nas praias da Costa Nova -, seguindo a receita original da conhecida casa Zé da Tripa.

A massa feita à base de ovos, farinha e açúcar, que forma uma espécie de crepe em contacto com o calor da máquina de ferro quente, pode comer-se simples ou com um dos recheios variados, dos mais clássicos, como o de chocolate, aos mais inovadores, caso da recente criação de queijo com molho de francesinha.

Pelo meio há ainda a tripa com creme de avelã, a de frutos vermelhos, maracujá, laranja, maçã e, claro, os típicos ovos-moles, que estão também disponíveis à unidade ou à caixa.

À frente do pequeno quiosque há mesas e cadeiras para sentar e saborear a tripa, na companhia de uma sangria, e com vista para os Clérigos. Mas a verdadeira tradição é pedir o recheio que mais agradar e ir a comer pelo caminho, enquanto ainda está bem quentinha.

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MORADA: rua Dr. Ferreira da Silva, Porto (Cordoaria)
TELEFONE: 916694694
HORÁRIO:
Das 10h00 às 12h30 e das 17h00 às 22h00 (quinta a sábado, até às 02h00; domingo, até às 19h30). Não encerra.
CUSTO:
(€) Menu de tripa de queijo com molho de francesinha e sangria de fruto vermelhos: 3,50 euros
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Restaurantes Japoneses no Porto para visitar


Sushi, a palavra que assusta uns, apaixona outros. A especialidade que veio do Japão assumiu muitas e variadas formas às mesas dos restaurantes assumidamente japoneses da cidade, uns mais tradicionalistas, outros mais inovadores e ousados. Na nova vaga, porém, esta já não é a grande estrela da carta. O ramen, um caldo rico que aproveita todo o sabor que se pode extrair das carnes – e, na verdade, de muitos outros ingredientes – e se envolve com noodles e outros sabores e texturas, é o prato que tem atraído mais atenções. Mas não chega sozinho, isto porque há ainda muito mais para descobrir à mesa destes restaurantes de inspiração asiática.
O roteiro pelos restaurantes de comida japonesa no Porto é tão vasto que se torna difícil compilar todos numa lista, mas é possível eleger alguns, tendo em conta fatores como a qualidade da comida, os preços e o conceitos dos espaços.

1. Ikeda
É uma das últimas novidades a abrir as portas no Porto e quer ser «o restaurante de sushi de referência da cidade». Porém, na cozinha de Agnaldo Ferreira e Christian Oliveira, o sushi está longe de ser a única estrela. O objetivo da dupla passa por transportar a cultura japonesa até ao espaço no Campo Alegre, sob a forma de muitos e variados pratos: tártaros, chirashis, ramen. Para quem não aprecia sushi, as alternativas não são menos tentadoras. E a longa carta de saquês – são mais de 40 referências – foi montada para ajudar a ambientar os clientes à cultura da bebida. Para saber mais sobre o Ikeda, leia a reportagem completa da Evasões no local.

2. 3 Hyoshi
A viagem pelo Japão faz-se em três partes, entre sushi, petiscos e cocktails. Descontraidamente, ao balcão do primeiro piso, é possível espreitar a arte do sushiman Edivaldo Silva. O espaço prolonga-se pelos restantes dois andares e termina na sala mais confortável e recatada desta tasca, preenchida com mesas e cadeiras baixas a condizer com o tema oriental. A acompanhar as peças de sushi mais tradicional, caso dos temakis, nigiris e sashimi, estão os tais petiscos que habitualmente se servem nas tabernas japonesas, com as tempuras em destaque, sejam elas de bacalhau com molho sumisô ou de legumes e camarão.

3. Ichiban
Comandado por Masaki Onishi, o Ichiban é apontado como uma das referências da gastronomia japonesa na cidade. O chef que chegou a Portugal para trabalhar na embaixada do seu país acabou por aventurar-se num negócio próprio, instalado à beira-mar, numa das avenidas mais famosas do Porto. É ali que exibe diariamente uma variedade enorme de peixe fresco, pronto a ser moldado pelas melhores técnicas de confeção de Onishi, seja em peças de sushi clássico, carpaccio, tártaros e tempuras, chirashi e okonomiyaki.

4. Shiko
Em Portugal chamam-lhe tasca, no Japão izakaya. Assim nasceu o Shiko, uma tasca japonesa fundada por um um brasileiro que já se sente um verdadeiro português. Ruy Leão quis fugir aos lugares comuns da cozinha japonesa que, à data, se servia pelo Porto. Deixou os freestyles e combinados – embora o sushi faça parte da ementa – e apostou nos petiscos asiáticos. Sunomono, okonomiyaki – uma panqueca japonesa de sabor intenso – ou kimchi, tudo palavrões para decifrar de pauzinhos em riste.

5. RO
Ramen, a especialidade japonesa à base de um caldo rico e saboroso onde se mergulham noodles – e uma longa lista de outros ingredientes, onde os mais comuns são o cachaço de porco, ovo marinado em soja, frango, chili ou ceboleto – é a estrela do espaço de João Lameiras e Francisco Bonneville. O prato de culto começa a conquistar os portuenses e é no RO que se faz o ponto de encontro. Basta ter alguma destreza com os pauzinhos e não ter vergonha de sorver os noodles de forma barulhenta como um verdadeiro japonês. Para saber mais sobre o RO, leia a reportagem completa da Evasões no local.

6. Sushiaria
A casa de sushi plantada à beira-mar em Leça da Palmeira é apenas um de três projetos de Ricardo Rodrigues. Um triângulo que fica completo com o Terminal 4450 e o Esquina do Avesso. Ali é de sushi de que se fala, separado por uma linha bem vincada: de um lado, as peças mais tradicionais; do outro, a vertente de fusão, mais criativa e adaptável a outros gostos. Uma oferta que se completa com as entradas do sushi bar, onde a aposta recai também sobre outras criações e inspirações, do ceviche aos tiraditos de salmão.

7. Mangá Sushi House
O Japão está nos pratos mas também nas paredes, coloridas e ilustradas com personagens animadas da manga japonesa. O espaço em Cedofeita aposta no sushi de fusão, claro, onde se aventuram pelos peixes fumados, mas também pelos tatakis e ceviches.

8. Terra
Foi no rés-do-chão do Terra, ao balcão do sushi bar, que muitos portuenses tiveram o seu primeiro encontro com o sushi. Um par de mesas altas, um balcão bem ao estilo japonês para não tirar os olhos da destreza do sushiman e muitas peças, tradicionais e de fusão de sabores. Este é o espaço por excelência do sushi do Terra, que também pode ser provado no piso de cima, na sala de jantar. A idade ainda é um posto e o sushi bar do Terra, de portas abertas desde 2000, continua a ser um ponto de encontro de amantes da especialidade.

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Estas visitas guiadas no Porto estão a dar que falar no mundo


As visitas guiadas no Porto de uma jovem historiadora são a atividade mais popular de 2018 nas Airbnb Experiences, revelou a plataforma de alojamento.

Há muito que o Airbnb não se dedica exclusivamente ao aluguer de apartamentos ou quartos. A plataforma digital de alojamento já alargou a sua oferta em alguns dos territórios onde opera, nomeadamente as Airbnb Experiences, onde se compram experiências e atividades a realizar na cidade para onde se vai viajar.

Esta semana, o Airbnb revelou as suas 10 experiências mais populares de 2018 até agora, tendo como base o número de ‘gostos’ de cada foto das atividades no seu perfil oficial do Instagram. As visitas guiadas pela Invicta de uma jovem e historiadora portuense, Carlota, são a experiência mais popular, somando quase 41 mil ‘likes’ no Instagram do Airbnb.

No perfil da experiência informa-se que cada visita guiada pelo Porto dura três horas, inclui algumas bebidas e custa 29 euros por pessoa. A jovem historiadora revela que se explora o centro do Porto “e as suas ruas escondidas”, da Sé ao Barredo, à zona ribeirinha, aos vestígios judaicos à “popular Baixa”. Além disso, a visita guiada informa turistas sobre a contribuição da Invicta em determinados períodos históricas, como a Era dos Descobrimentos e as Invasões Francesas.

Para trás ficam atividades tão diversas como um lúdico passeio de paddle em Londres, uma ecológica limpeza dos canais de Amesterdão, uma excursão pelas zonas mais escondidas da Chinatown de Banguecoque ou um piquenique de tapas em Barcelona. Ainda nas 10 Airbnb Experiences está uma atividade em Lisboa, um passeio de carro pela capital a bordo de um veículo vintage, com passagem por alguns miradouros e direito e um copo de moscatel e ginjinha.

Source: https://www.evasoes.pt/zdestaque-secundario/visita-guiada-pelo-porto-e-a-experiencia-mais-popular-do-airbnb/

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CHURRARIA DOCE TENTAÇÃO: Churros e muito mais na nova churraria do Porto


Uma das mais recentes aberturas da Invicta apresenta uma extensa carta de doces e bebidas com sabores, mas a estrela principal são os churros fritos na hora.

Difícil será escolher o que pedir na nova loja de doces do Porto, que abriu na semana passada. A Churraria Doce Tentação encontra-se na Rua Sá de Noronha, a dois passos da Cordoaria, e é a irmã mais nova da loja que já existe em Penafiel há cerca de um ano e meio.

Sónia Ramos, a responsável, aproveitou a onda de aberturas que está a acontecer na cidade e trouxe a especialidade frita, e muito mais, para um lugar de decoração sóbria, que acaba por contrastar com a cor da doçaria presente.

Os churros pedem-se clássicos – com açúcar e canela -, ou com um dos 18 recheios possíveis. Nutella, Kinder Bueno, Ferrero Rocher, Bounty, Oreo, After Eight, caramelo e ananás são algumas das sugestões. Uma das novidades é o churro bombom, de tamanho mais pequeno, fechado e recheado com um de sete cremes.

Mas as gulodices não ficam por aqui. Da churraria também saem pipocas caramelizadas feitas na hora, crepes, waffles, gelados, ice sandwich, granizados de fruta e cola, batidos, chocolates quentes e cappuccinos com sabores.

O preço do churro simples é de 0,65 euros e do recheado fica nos 2,30 euros.

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MORADA: Rua Sá de Noronha, 41, Porto (Baixa)
TELEFONE: 223187499
HORÁRIO: Das 13h30 às 00h00; sexta e sábado até às 02h00.
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Botânica concept flower studio


Adorei!!!!!

oportocool

Anastácia nasceu na Ucrânia e mudou-se para o Porto na procura de experiência e inspiração, dedicando-se e rodeando-se do que faz mais feliz: as flores. Assim abriu a Botânica, que mais do que uma florista é um estúdio de criação de conceitos e emoções para lá de cada flor, de cada bouquet, de cada decoração, sempre únicas e pensadas ao pormenor. A beleza inspirada nas pequenas imperfeições da natureza, nas suas cores e diversidade, na arquitetura antiga, na personalidade de cada cliente e nas modernas tendências.

Num bonito espaço com um ambiente simultaneamente urbano e campestre, encontramos plantas e flores lindas que aliadas a uma abordagem estética permitem criar arranjos florais realmente especiais. É também assim, com este conceito de design e personalização, que decoram eventos de forma a materializar expectativas e a realizar sonhos, como em casamentos, que respondem às nossas encomendas e que organizam workshops para aprendermos…

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No Bulha: a comida é feita pela mãe e servida pelo filho


No Bulha, come-se comida tradicional portuguesa a qualquer hora do dia, feita com carinho pela mãe, e servida à mesa pelo filho.

Pataniscas de dimensão generosa, polvo à lagareiro com batata a murro, arroz de marisco e até bacalhau à bulha, com azeite, alho, pimentos, cebola e ovo, são algumas das receitas caseiras e de comida tradicional portuguesa que se pode provar, durante todo o dia, à mesa do Bulha – nome que tem explicação, mas já lá vamos.

À frente desta casa está uma família que decidiu «embarcar numa viagem à qual a vida levou». A mãe, Manuela Barbosa, é a responsável pela cozinha e por todas as receitas que chegam no prato. O filho, João Pedro Rosas, é quem gere a sala e serve às mesas. E o pai, João Nuno Barbosa, também vai dando uma ajuda.

«Foi a realização de um sonho», conta Manuela. «A vida pregou-me umas partidas e eu precisava de fazer alguma coisa que gostasse mesmo.» Deixou um trabalho de escritório e juntou o gosto pela cozinha à experiência que o filho já tinha em restauração para abrir uma casa de comida portuguesa, «daquela que só a mãe é que faz», nota João Pedro.

Fizeram nascer o Bulha no início de maio, num espaço onde antes já funcionava outro restaurante, o 100 Fome. Adaptaram a decoração, mas mantiveram as paredes forradas a paletes de madeira, onde os clientes gostam de deixar dedicatórias, e os mais pequenos de fazer desenhos.

O nome tem duas razões de ser. A proximidade com o mercado do Bolhão é uma delas. A outra remete para memórias de família. De mãe: «Tenho três filhos, três rapazes, e, como é normal, em crianças andavam sempre à bulha», conta Manuela. Ficou o nome e com ele também os miminhos que costumava preparar para os filhos em casa, como a torta de laranja, o brownie de chocolate preto e branco, o de limão «feito com limões lá do meu quintal» frisa, e claro, o doce da mamã, feito com leite condensado, queijo-creme, bolacha e pepitas de chocolate, bem guloso e feito com carinho. Ou não fosse esta uma casa de família.

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MORADA: Rua Sá da Bandeira, 490 (Bolhão), Porto
TELEFONE: 220980150
HORÁRIO: Das 12h00 às 23h30; segunda até às 17h00. Encerra ao domingo.
CUSTO: (€€) Preço médio: 15 euros
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