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MARCEL & GEORGES: O novo restaurante vegetariano do Porto tem amor francês


Um francês que não quis deixar a cidade abriu este restaurante de comida vegetariana e biológica.

Mathias começou por ser um turista, mas não quis deixar o Porto. E por ele deixou Paris e o seu trabalho como realizador de desenhos animados. Pensou em abrir um hostel, mas abriu um restaurante ao qual chamou Marcel & Georges, em homenagem aos seus avós, já que o sítio é uma fusão de algo que os dois fariam. «Um deles era capaz de coisas espontâneas como abrir um restaurante sem ter qualquer conhecimento na área, e o outro é muito rígido relativamente à alimentação, tem que ser saudável, biológica, sem porcarias», explica o parisiense.

Ali, só serve pratos vegetarianos e vegan. Há alheira, galettes – uma espécie de crepe francês que Mathias não resistiu em pôr no menu -, e experiências com cozinha asiática. À sexta-feira e ao sábado, há hambúrguer de portobello, e durante toda a semana há menus de almoço (8 euros) e jantar (12 euros), que vão variando.

O pequeno espaço foi decorado por Mathias, da tijoleira aos sofás e com a sua coleção pessoal de vinis e jogos de tabuleiro. «Sabia que ia passar mais de 80% do meu tempo neste restaurante por isso pensei nele como um prolongamento da minha sala de estar», assinala o francês. No futuro, gostaria de abrir também ao domingo à tarde, não para servir refeições, mas para outras atividades, como sessões de jogos de tabuleiro e degustações de vinho biológico.

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MORADA: Rua Dr Barbosa de Castro, 74 (Clérigos), Porto
TELEFONE: 932460969
HORÁRIO: Das 12h00 às 15h00 e das 20h00 às 00h00. Encerra ao domingo.
CUSTO: (€) 12

Source:  http://www.evasoes.pt/comer/marcel-georges-novo-restaurante-vegetariano-biologico-porto/

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U.S Diner 1775’s : Há milkshakes americanos no novo diner do Porto


Chão axadrezado, candeeiros vermelho vivo, jukebox e uma carta com burgers, hot dogs, milkshakes e chicken wings. Estamos num diner americano e nem precisámos de sair do Porto. O US Diner é o novo restaurante da cidade e abriu no final de junho na Praça dos Poveiros.

Ana Moreira, 25 anos, e Mário Ribeiro, 26, são namorados e os responsáveis pelo novo projeto do Porto. “Há muito tempo que tínhamos a ideia de abrir um restaurante. O conceito veio depois de uma viagem aos Estados Unidos que fizemos no início do ano”, explica à NiT Ana Moreira. Estiveram 20 dias em Nova Iorque e foi em diners que fizeram a grande maioria das refeições.

“O Mário já tem dois restaurantes no Porto, e eu sempre tive experiência de restauração por trabalhar no café dos meus pais, por isso não foi complicado avançarmos com o restaurante.” Primeiro veio o espaço, na Praça dos Poveiros — mas só porque a baixa estava lotada —, onde estava uma antiga loja com vending machines. Depois todos os objetos de decoração, comprados na cidade, e por a cozinha a funcionar. Tudo isto em dois meses.

No interior o US Diner só tem o balcão. Para se sentar só mesmo a esplanada, com capacidade para 40 pessoas. Para começar o melhor mesmo é optar pelas batatas fritas com bacon e queijo cheddar (3,50€), as asas de frango (4,30€), os nachos, com salada de tomate e cebola (3,50€), ou os aros de cebola (3,90€).

Há quatro hambúrgueres na carta. O cheeseburger (5,90€) e o doublecheese (7,40€) são as opções mais tradicionais. Depois tem ainda o 1775’s com alface, cebola frita e picles (6,90€) ou o Baconator, com cebola frita, molho barbecue, queijo e bacon (7,90€). Os hot dogs, ou cachorros, como quiser, não podiam ficar de fora do menu. Tem o 1775’s, com chucrute e mostarda (4,80€) ou o La Colombiana, com ananás, maionese de coentros (6,10€).

Um almoço ou jantar com sandwiches e wraps também é possível no US Diner, ou até provar frango panado em cima de uma waffle. Sim, isto existe, e é um dos Specials do novo restaurante. Custa 6,10€ e inclui o frango frito, waffles de batata e um molho de mostarda e mel (6,10€).

Tudo isto pode ser acompanhado com milkshakes, mesmo à americana. Há de morango, banana e chocolate, como é mais comum, mas também de Perna de Pau, Kinder Bueno, Kit Kat e Bounty (a partir de 3,50€). E claro que não pode sair da esplanada sem provar o brownie com molho de caramelo (4€), o aple crumble com uma bola de gelado (4€) e as panquecas que chegam à mesa com manteiga de amendoim, banana ou chocolate (5€).

 

Source:  https://nit.pt/buzzfood/restaurantes/ha-milshakes-americanos-no-novo-diner-do-porto

 

Fotos da Minha Visita:

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Morada:
U.S Diner 1775’s
Praça dos Poveiros, 55, Porto
4000-222 Porto

Horários:
Das: 11:30
Às: 23:30
Quarta a partir das: 19:00
Fecha à terca-feira

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PORTO FOOD FESTIVAL: “Ao Gosto do Porto” (Where the People Eat!)


É na Baixa do Porto, no Jardim de São Lázaro, que, de 3 a 27 de agosto, decorre o “Ao Gosto do Porto”, com vários restaurantes a servirem o melhor da gastronomia portuguesa. O evento com animação musical e atividades tem entrada livre.

Durante quatro semanas são servidas desde comidas tradicionais a iguarias regionais como francesinhas, leitão da Bairrada, bacalhau, sardinhas, tripas à moda do Porto, posta Barrosã, alheira de Mirandela, rojões e até hambúrgueres e pizzas. E todas as semanas as ementas mudam para que os clientes possam experimentar diferentes pratos a cada visita.

Restaurantes presentes: Alicantina, Alfândega D’ouro, Cufra Grill, O Zé Pacheco, Restaurante Marisqueira Majára, Santa Francesinha, Tucano2, Clube 21, Robalo, Monte Aventino, Mister Pig, Cozinha do Cruzeiro, Boca Loca, Sand House Natura, Hásandes e Aurora.

O evento vai ter animação musical, sessões de showcooking e venda de produtos regionais.

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História:

O Jardim de São Lázaro foi inaugurado em 1834 e foi o primeiro jardim público da cidade do Porto. O escritor Camilo Castelo Branco, que viveu aqui perto, recebeu neste jardim a Comenda da Ordem da Rosa, pelas mãos de D.Pedro II do Brasil.

 

INFORMAÇÕES:

Jardim de S. Lázaro, Porto De 3 a 27 de agosto de 2017

Horário: Domingo a Quinta-feira: Das 12h às 23h / Sexta-feira e Sábado: 12h às 24h.

 

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Porto: Gin para quem gosta… e para os outros


Com mais de 250 referências de todo o mundo, Portugal incluído, este bar em frente ao rio Douro está aberto todos os dias da semana.

Nuno Monteiro não podia estar mais satisfeito com o espaço que encontrou no soalheiro Cais das Pedras, em Massarelos, em frente ao rio Douro, onde no final de junho abriu este bar dedicado não apenas aos amantes do gin mas também a todos aqueles que precisem de ser convencidos. A casa chama-se Rota do Gin porque essa é a bebida rainha do espaço, com mais de 250 referências de todo o mundo disponíveis, mas também pelo convite que se faz aos clientes para que procurem o seu caminho na degustação.

«Podemos fazer um gin doce, cítrico, suave, são várias as características que podem ser exploradas», explica o proprietário, que está atrás do balcão a escutar as preferências de cada um, para as traduzir depois no copo. Por isso, salienta Nuno Monteiro, este é um bom lugar para quem se quer iniciar no gin… e um desafio para quem acha que não gosta. Fazem-se cocktails à base de gin, mas o destaque vai para o gin tónico personalizado.

Nos últimos três anos e meio, Nuno Monteiro esteve à frente de um restaurante-bar em Lisboa, mas acabou por tornar à sua terra natal, o Porto, para experimentar um conceito que há muito lhe interessava. Não por causa da moda do gin, sublinha, mas pelo universo de possibilidades que este abre. «Ando sempre à procura de tudo o que são novidades ou raridades e só servimos [águas] tónicas premium. Não pensamos só nos números mas na qualidade», garante. Os preços vão dos 7 aos 13 euros.
O espaço é amplo e vai para além do que o olhar abarca inicialmente. Na grande sala do piso térreo, salta à vista o balcão de oito metros e a garrafeira iluminada. A decoração, moderna mas intimista, saiu da cabeça do proprietário, que pontuou o espaço com várias poltronas e sofás, grandes espelhos e obras de arte que vão estar espalhadas também pelo piso superior.

A Rota do Gin ainda mal se estreou na Invicta e já está a tratar de uma extensão para Lisboa, refere Nuno Monteiro. Se tudo correr conforme previsto, o novo espaço deverá abrir na capital em outubro.

MORADA: Cais das Pedras, 13 (Massarelos), Porto
TELEFONE: 919973000
HORÁRIO: Das 18h00 às 02h00. Não encerra.
CUSTO(€€) Preços: Gins entre os 7 e os 13 euros
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Ikeda: uma nova cozinha japonesa para conhecer no Porto


No novo restaurante japonês do Porto não se serve apenas sushi. Agnaldo Ferreira e Christian Oliveira, os sushiman, apresentam a cozinha japonesa como ela é, entre apontamentos mais ocidentais e pratos para agradar a todos.

«Alguém tem por aí molho agridoce?» A pergunta é feita de forma irónica por um elemento da equipa e recebida com olhares de soslaio pelos colegas e por Agnaldo Ferreira e Christian Oliveira, os dois chefs que assumem querer fazer do Ikeda «o restaurante de sushi de referência do Porto». É preciso colocar um parêntesis nesta afirmação ambiciosa, até para não afugentar os que não apreciam a especialidade: é que este restaurante japonês não serve apenas peixe cru. Ele é «apenas mais um elemento» numa cozinha que também prima pelos grelhados, sejam de carne ou peixe. A partir daí, só há mais uma regra: «Está proibida a compra de queijo Philadelphia».

Os dois brasileiros conheceram-se há quase 20 anos nas cozinhas de São Paulo. Viajaram para Portugal e seguiram caminhos distintos. Christian manteve-se pelo Porto, onde manobrou as facas no Gull e no Terra. Agnaldo passou pelo Estado Líquido e Yakuza, em Lisboa, antes de fazer nascer o seu primeiro projeto a solo, o japonês Hikidashi, de onde surge muita da inspiração para o novo Ikeda. «Tínhamos prometido que um dia voltaríamos a trabalhar juntos.» Promessa cumprida.

A vulgarização do sushi, servido a cada esquina em doses industriais e não raras vezes de qualidade duvidosa, serve apenas para reforçar a já forte convicção dos dois sushiman em manter rígidos padrões de qualidade. A ementa parte do receituário tradicional japonês, embora Agnaldo admita que é «muito difícil» praticar uma «cozinha mais fechada». «Se servisse alguns pratos clássicos do Japão, o cliente iria perguntar ‘que porra é essa?’».

Existem dois menus de degustação, um mais virado para o sushi, outro para os pratos quentes

A expressão ‘japanese cuisine’ está inscrita no nome do Ikeda, embora a aposta nas escolhas clássicas não impeça um desvio por sabores «mais ocidentais e mediterrânicos». A lista é extensa e nas entradas não faltam pratos obrigatórios, do sunomono ao edamame, até ao okonomiyaki, um cruzamento entre panqueca e omelete, enriquecida com marisco e katsuobushi, isto é, flocos de bonito seco.

Nos frios deita-se o olho ao ceviche, ao chirashi e aos tártaros, antes de saltar para a secção mais reconfortante da ementa. Nos quentes, salta à vista o ramen, que antecede uma seleção de pratos que abrem o Ikeda a novos públicos, menos habituados aos caprichos da cozinha asiática, mas ainda assim curiosos e dispostos a testar o palato. Em destaque, o Black Cod, uma posta de bacalhau negro marinada em miso e yuzu, e a Gyu Bowl, uma taça de carne wagyu fatiada sobre massa de trufas negras e parmesão.

Agnaldo descreve a carta como uma «selecção despretensiosa» e que permite refeições mais e menos económicas. Tudo depende da fome e, claro, dos ingredientes que compõem o prato. Deixando-se às mãos do chef e da sua criatividade, podem surgir combinações inéditas e imprevistas. Ou então, é possível optar por um de dois menus de degustação: o Hokkaido, mais virado para o sushi e tendências gastronómicas japonesas; e o Kyushu, composto maioritariamente por pratos quentes.

Na estante atrás do balcão, Agnaldo exibe as muitas garrafas de saquê. São mais de 40 referências. Uma amostra diminuta, quando comparada com as 90 disponíveis no seu Hikidashi, em Lisboa. Esta é outra das vertentes da rica cultura japonesa que o chef pretende apresentar aos portuenses.

No Ikeda há mais de 40 referências de saquê para provar com cada momento da refeição

«Há saquês para todos os gostos e próprios para cada momento da refeição, dos mais fortes aos mais frutados, dos que se bebem frios aos que se devem servir quentes», explica. Para já, o plano passa por oferecer um pequeno copo aos clientes, para «irem tomando o gosto» e, no futuro, acrescentar à carta trilogias de saquê – um para tomar com a entrada, outro com o prato principal e, por fim, com a sobremesa.

A funcionar em regime de soft opening desde o início de julho, o espaço está ainda a ganhar forma. Quando tudo estiver no seu sítio, o Ikeda terá «quatro espaços distintos» de linhas minimalistas num estilo japonês moderno. À entrada alonga-se o balcão, a fazer lembrar as izakayas japonesas, onde quase tudo é preparado à vista do cliente, por norma solitário. O primeiro piso guarda a primeira surpresa: uma sala sobrevoada por centenas de cisnes de origami. No exterior, através de uma porta secreta disfarçada de máquina de venda automática, acede-se à esplanada por entre as arcadas e o piso de madeira carbonizada. Quase terminada está a área privada do Ikeda, que inclui um pequeno jardim e uma sala japonesa de mesa rebaixada e piso em tatami.

O sonho de Agnaldo e Christian está quase materializado e sobram-lhes poucas dúvidas quanto ao sucesso do Ikeda. «Em Lisboa deu muito certo. No Porto, há muitas pessoas que conhecem bem a cozinha do Christian, até porque existe a fidelização ao sushiman. Saímos com essa vantagem e as pessoas já sabem ao que vêm», afiança. Uma cozinha japonesa para todos, mais e menos experientes, para uma experiência autêntica.

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MORADA: Rua do Campo Alegre, 416, Porto (Campo Alegre)
TELEFONE: 915499363
HORÁRIO: Das 12h30 às 15h00 e das 20h00 às 00h00. Encerra ao domingo e segunda.
CUSTO: (€€) 35 euros
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Tasty District: o Porto tem um novo distrito da comida


A zona de restauração do District estava prometida há muito. Aconteceu finalmente no final de junho e trouxe ao Porto um espaço que junta petiscos do mundo. E de Portugal, claro.

Depois do parque empresarial e comercial District Offices and Lifestyle ter aberto no edifício do antigo Governo Civil e da PSP, na zona da Batalha, as garagens anexas também receberam uma nova identidade – acolhem o Tasty District, uma área de restauração com nove conceitos diferente, que variam entre comida portuguesa, mexicana, japonesa e opções leves. O amplo e confortável espaço apresenta uma centena de lugares sentados mas quase todos os espaços estão preparados para take-away. Percorra a fotogaleria para conhecer tudo o que já se prova por lá.

JAPO

No espaço comandado pelo chef Ruy Leão serve-se comida japonesa de conforto e isso traduz-se em taças de ramen quentinho – um de caril, um miso e outro shoyu. A ideia foi tentar replicar as casas de ramen do Japão, que Ruy visitou quando lá esteve. Daí ter criado três lugares ao balcão, na cozinha, com vista para aquilo que está a ser feito, sejam gyosas, donburi ou as caixas bento, para levar.

Wine@District

O Wine@District apresenta uma carta de vinhos a copo que proporciona uma viagem do Minho até ao Alentejo, passando pelo Douro e por Setúbal, acompanhada de tábuas de queijo e enchidos nacionais. O conceito deste espaço passa por dar a conhecer produtos peculiares, assim como pequenos produtores.

 

Burguers&Co

Três hambúrgueres de carne de vaca, dois de frango, um vegetariano e cachorros fazem parte da carta do Burgers & Co. Mas neste espaço também é possível provar sabores mexicanos, seja nos tacos de porco, vaca e frango, ou no chilli com carne, coberto com queijo e acompanhado de nachos de milho.

 

Português de Raça

No Português de Raça comem-se cortes de carne portuguesa grelhada no carvão, mas a estrela é a francesinha, que é servida no tamanho normal, em pão de forma, ou no tamanho XL, em pão rústico. Os mais atentos podem reparar que o molho é igual ao da Tasca Caseira, na Rua das Taipas, e não é por acaso – os donos são os mesmos. Depois de comprovarem que a clientela gostava, decidiram levá-lo para a Batalha. Pronto a levar são os pregos no pão e o pastel do raça, inspirado no pastel de vento brasileiro.

 

Oreggin

Produtos frescos, de época e, sempre que possível, biológicos são usados por Cláudia Rebelo para criar pratos ovolactovegetarianos, como os ovos cozidos envolvidos em molho de tomate e béchamel, tortilhas, omeletes ou açordas. Na Oreggin não entram produtos processados, o sal é reduzido e as alergias – ao glúten, à lactose e aos frutos secos – são tidas em conta. Brevemente, todos os pratos serão acompanhados da sua composição e da tabela nutricional.

 

Maria Palito

Crepes em palito, também conhecidos por crepe suíços, saem quentinhos da Maria Palito, com recheios doces ou salgados. Nutella, compotas e creme de leite são algumas das opções doces, enquanto salmão, requeijão, alcaparras, rúcula ou pimentos, chouriço, queijo são duas das possibilidades para os salgados, que levam na massa trigo sarraceno. No entanto, as atenções recaem também nos 14 sabores de gelado, que resultam de uma parceria entre a Maria Palito e a Artiframi.

Walkin’Chips

Batatas nacionais, normais ou doces, cortadas aos palitos, fritas em óleo vegetal, e prontas para levar num cone de papel é a sugestão do Walkin’ Chips, que dá ainda a opção aos clientes de escolherem um dos sete molhos. Há os mais tradicionais como ketchup, barbecue, maionese e mostarda e outros três elaborados por chefs. São eles o de maionese com cebola caramelizada, o de maionese com lima e ervas finas e ainda o de maionese, mostarda e malagueta.

 

Segafredo

No District, o café fica por conta da italiana Segafredo, num corner onde os clientes podem pedir as bebidas na chávena ou em copos de papel para levar. Há uma extensa lista de bebidas com café – onde estão os cappuccinos, os frappuccinos e meias de leite – e outra de chás. Como complementos às bebidas é possível pedir-se leite de soja e xaropes de caramelo ou chocolate.

Pinguim Café

Há mais de duas décadas na Rua de Belomonte, o Pinguim Café abriu uma “filial” no District, onde serve cocktails diferentes todos os dias, com e sem álcool, e cerveja artesanal. O Horchata – com xarope de amêndoa e sem álcool – e o Diplomático – preparado com vermute e aguardente – são duas das possibilidades que podem surgir.

 

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MORADA:Rua Augusto Rosa, 39, Porto (Batalha)
TELEFONE:220175180
HORÁRIO:Das 12h00 às 20h00. Não encerra.
Alimentação · Vale a pena visitar... · vegan/vegetarianos/free glúten

BMACRO: A comida macrobiótica e vegetariana à prova em Matosinhos


Ana Vasquez encantou-se com o Mercado de Matosinhos e deu-lhe, no início do ano, um espaço de comida vegetariana e de época.
 

Comida macrobiótica, vegana e vegetariana, adequada às estações do ano e confecionada com produtos da época, regionais e tanto quanto possível biológicos é servida desde fevereiro no interior do Mercado Municipal de Matosinhos.

Ana Vasquez, responsável pelo projeto, prepara diariamente um menu livre de carne e peixe, e geralmente também de ovos e laticínios, do qual faz parte uma sopa e um prato principal – como esparguete à bolonhesa de seitan ou tofu com broa. As sobremesas variam entre gelatinas vegetais, cremes, tortas ou bolos, sempre adoçadas com alternativas ao açúcar refinado, seja com geleia de trigo ou malte de cevada.

Para acompanhar a refeição, Ana sugere o chá kukicha, sumos naturais, vinhos biológico ou cervejas artesanais. O espaço está aberto ao jantar de quinta a sábado e tem serviço de take-away e entregas ao domicílio.

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MORADA: Mercado de Matosinhos – Rua França Júnior, 1, Matosinhos
TELEFONE: 936237020
HORÁRIO:De terça a sábado das 12h00 às 15h00. De quinta a sábado das 19h30 às 23h30.
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Arca Pub: Um bar onde se viaja sem sair do centro do Porto


Numa altura em que quase tudo o que abre é para turistas, um grupo de quatro amigos decidiu ir contra a maré e abrir um bar do mundo para os portuenses. Vodka polaca, cerveja checa e americana e outras bebidas dos quatro cantos do mundo são opções.

«Há alguns anos que tinha a ideia de abrir uma espécie de embaixada de produtos estrangeiros onde os clientes pudessem viajar sem sair do Porto», explica Ricardo Torres, um dos sócios a par de Vasco Gomes, Hanna Heggstad e Sive Thompson. Quando surgiu disponível este espaço, um antigo bar de tapas, decidiram avançar. «Foi mais uma loucura do que um plano», confessa Ricardo. Porém, apesar de alguma dificuldade em importar os produtos, «está a correr bem», garante.

O Arca é um espaço «sem preconceitos». «É principalmente para portuenses ou para quem queria estar com portuenses. E abrimos todos os dias, por isso somos como que a extensão de uma sala de estar», diz o sócio. O nome surgiu por causa de uma grande arca que existia no local e foi embutida no balcão, mas também por causa do arco da entrada (em letão, nacionalidade da namorada de Ricardo, diz-se «arka») e também porque as bebidas espirituosas e licores estão guardadas numa arca frigorífica, «como se serve lá fora».

Entre as bebidas com mais procura estão a polaca sharlotka, com a obrigatória vodka Zubrovka, aqui batizada de polish apple pie (4 euros), ou o cocktail de frutos da floresta (6 euros). Há ainda menus de degustação de cerveja: três copos pequenos por 5 euros ou cinco por 7 euros. Para os próximos tempos a intenção é continuar a diversificar a oferta e aumentar ainda mais as rotas de viagem desta Arca.

MORADA: Rua do General Silveira, 23A (Baixa), Porto
TELEFONE: 916251128
HORÁRIO: Das 18h00 às 02h00. Não encerra.
CUSTO () Preços: cerveja Budvar (checa), 1,50 euros; bebidas brancas e cocktails desde 4 euros

 

Source: http://www.evasoes.pt/beber/arca-pub-um-bar-onde-se-viaja-sem-sair-do-centro-do-porto/

 

 

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Gula com sabores vários e de todo o mundo


As aulas chegam ao fim e os dias maiores convidam a descobrir novos espaços, de preferência frescos e com tentações saudáveis à mesa, como é proposto pela Casa da Tripa, em São João da Madeira.

Localizada numa zona central da cidade, a loja desperta os sentidos com os cheiros, as cores e os sotaques português e brasileiro que se misturam na cortesia dos anfitriões, Gerlane e Isaías. Nascida no Recife, Brasil, mas há muito em Portugal, e formada em Relações Públicas, Gerlane garante que ali se encontra “atendimento de qualidade e boa comida”.

As tripas – doce típico de Aveiro – estão entre as especialidades mais procuradas, a par dos gofres originais belgas, os crepes e a bolacha americana, que podem ser acrescidos dos mais variados ingredientes. Nutella, ovos-moles, chocolate negro, fruta ou gelados são apenas algumas das opções que tens à mão. Há também açaí, os sumos naturais de frutos tropicais e batidos para acompanhar, “tudo fresco, sem óleos, nem açúcar branco”.

A decoração convida a levares os amigos ou os teus pais para uma tarde de conversa e degustação, sendo que a esplanada também desafia a serões, agora que estás quase livre dos livros, dos testes ou exames nacionais, pronto para gozar as sempre tão ansiadas férias grandes.

Casa da Tripa
Rua do Dourado, 214
São João da Madeira
Telfs: 919394436
Aberto todos os dias

 

Source: http://tag.jn.pt/gula-sabores-varios-todo-mundo/

 

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Geladarias artesanais para conhecer no Porto… (parte 2)


Mamma Maria

É a cara da Mamma Maria que serve de imagem à geladaria que nasceu na Batalha, no início de 2016. Foi o cumprimento do sonho da avó que motivou Sandra e Michele Mezzero a avançarem para mais um projeto, depois de terem espalhados as suas pizarias S. Martino um pouco por todo o país. Pouco mais de um ano depois da inauguração, a Mamma Maria já tem mais um espaço, no Cais de Gaia, aberto no verão de 2016. Os gelados podem ser provados no copo ou em cones gigantes, em sabores criativos, de Super Bock a limoncello.

Gelataria Portuense

O verão de 2016 trouxe uma geladaria de inspiração italiana até à cidade. Ana Ferreira e Ana Gonçalves aprenderam a arte em Itália e importaram o «verdadeiro gelato», «menos frio e menos gorduroso», feitos apenas com ingredientes naturais. Do laboratório no Bonjardim saem sabores apetecíveis: de chá verde matcha, chocolate branco e framboesa, com vinho do Porto tawny, ou de chá Earl Grey, com caramelo salgado e cacau.

 

Gelataria do Porto

A estrela da geladaria de Cedofeita é a esparguete. Ninguém perdeu a cabeça e começou a servir pratos italianos numa geladaria. Este é apenas o nome dado ao gelado que é desfiado e coberto com molho de frutos vermelhos e que aparenta ser uma boa dose de esparguete à bolonhesa. O projeto de Miguel Santos nasceu no verão de 2016 e aposta nos sabores artesanais, sem conservantes, feitos apenas com fruta natural. As bolas podem ser complementadas com extras: Nutella, fruta, frutos secos, chantilly ou chocolate quente.

 

Mo-Mo Gelataria Artesanal

É uma das novas geladarias da cidade. Pequena no espaço, grande na variedade de sabores, que são quase duas dezenas. E porque o gelado é o aperitivo perfeito para o verão, por ali, sentar só mesmo na esplanada, já que no interior da loja está apenas o balcão e a montra onde se pode espreitar alguns sabores clássicos e outros mais originais, como o de tangerina ou de Snickers.

 

Santini

Em 1949, Attilio Santini criou uma tradição na praia do Tamariz, em Cascais. Os gelados ganharam uma enorme legião de fãs e mais de 50 anos depois, continuam a ser dos mais procurados na capital. Mas foi preciso esperar até 2015 para que o Porto tivesse uma Santini só sua. A loja nasceu no Largo dos Lóios com as tradicionais riscas vermelhas e brancas mas, mais importante, os sabores e os gelados do costume.

 

Source: http://www.evasoes.pt/