Livros

“O Último Cabalista de Lisboa”


Sobre a Obra:

Em abril de 1506, durante as celebrações da Páscoa, cerca de dois mil cristãos-novos foram mortos num pogrom em Lisboa e os seus corpos queimados no Rossio. Reinava então D. Manuel, o Venturoso, e os frades incitavam o povo à matança, acusando os cristãos-novos de serem a causa da fome e da peste que flagelavam a cidade.

Berequias, sobrinho e discípulo de Abraão Zarco – iluminador e membro respeitado da célebre escola cabalística de Lisboa -, vai encontrar o tio e uma jovem desconhecida mortos na cave que servia de templo secreto desde que a sinagoga fora encerrada pelos cristãos-velhos. Um valioso manuscrito iluminado também desapareceu do seu esconderijo. Estarão os dois incidentes relacionados? Terá sido um cristão ou um judeu, como os indícios fazem crer, a assassinar o tio? Quem será a rapariga morta?

Publicado originalmente em Portugal, O Último Cabalista de Lisboa é um extraordinário romance histórico, que catapultou o seu autor para um sucesso internacional, tendo sido publicado em toda a Europa, nos Estados Unidos e Brasil, onde depressa se tornou um bestseller.

Sobre o Autor:

Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Depois do grande sucesso de O último Cabalista de Lisboa, o seu primeiro romance, Richard Zimler publicou mais de dez livros, entre os quais romances, livros para crianças e uma coletânea de contos.

«Richard Zimler é um escritor emblemático e de indispensável leitura.» – Helena Vasconcelos

 

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“Teodorico e as Mães Cegonhas”


Sobre a Obra:

A Cegonha Branca e a Cegonha Rosa eram muito, muito amigas.
Certo dia, ao sobrevoarem a cidade, encontraram um bebé abandonado. Generosas e protectoras como são as cegonhas, nem pensaram duas vezes: levaram o menino para o seu ninho. Viviam felizes os três, num ninho muito confortável no ramo mais alto da Árvore dos Sorrisos e tinham amigos espalhados pelo mundo graças às viagens que faziam todos os anos na época das migrações. Mas um dia, ao regressarem à floresta onde habitavam, aconteceu uma desgraça terrível e o Teodorico assim fora baptizado o menino foi separado das suas mães adoptivas.
Esperavam-no dias muito difíceis, mas uma esperança pequenina veio espreitar-lhe à janela Vem também espreitar esta história emocionante que te vai fazer voar muito alto.

 

Sobre o Autor:

Ana Zanatti nasceu em Lisboa em 1949. Ao longo de 47 anos tem exercido a atividade de atriz no teatro, cinema e televisão e foi, em simultâneo, durante 26 anos, apresentadora da RTP. Autora e coautora de canções, programas de rádio e televisão, documentários e séries, tradutora de peças de teatro, publicou o primeiro romance em 2003. Tem contos e poemas publicados em diversas antologias e colaborou com jornais e revistas, desde o extinto semanário SETE à revista literária Os meus livros, e às revistas Biosofia, Elle e Egoísta, entre outras.
Dedica-se a causas como a Condição Feminina (em 1984 foi uma das 25 mulheres escolhidas para representar Portugal, em Bruxelas, pela Comissão da Condição Feminina da CEE), Defesa dos Direitos LGBT, Conservação da Natureza e Defesa do Ambiente, Defesa dos Direitos Humanos e dos Animais. Recebeu os Prémios Rede Ex Aequo em 2009 e 2012 e o Prémio Arco-Íris em 2011.
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“Na Pele de Meryl Streep “


Sobre a Obra:

Uma história de amor, amizade e noites de cinema. Duas irmãs e uma prima, criadas juntas, regressam à casa onde cresceram. Assim, Isabel, June e Kat acabam a partilhar o espaço no sótão da pousada de Lolly, com muito para contar depois de tantos anos. Mas quando Lolly as convida a participarem na noite de cinema que realiza semanalmente para os hóspedes – coincidindo ser o mês de Meryl Streep – começam a partilhar segredos, falando até altas horas da noite e questionando tudo: a vida, o amor e aquilo que julgavam saber umas das outras. Cada uma vê a sua vida refletida na magia do cinema: o marido de Isabel tem uma amante; June prometeu ao filho de sete anos que fará tudo para descobrir quem é o seu pai e Kat, entre a espada e a parede, não sabe se há de aceitar a proposta de casamento que lhe fez o seu melhor amigo. Além disso, Isabel, June, Kat e Meryl – têm de estar ali por Lolly, já que ela sempre as ajudou a encontrarem-se a si mesmas e umas às outras, e a lutarem por um final feliz.

 

Sobre o Autor:

Mia March é uma jovem autora norte-americana. Mãe solteira, vive com o filho de sete anos na costa de Maine. Este é o seu primeiro livro, um misto de duas grandes paixões suas: a literatura e o cinema, onde Meryl Streep tem um papel principal.

 

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“Rebeldia”


Sobre a Obra:

Uma mulher que se rebela desde a adolescência contra aquilo que lhe é imposto socialmente conta-nos a sua história, sem autocomplacência nem piedade.

Uma história que poderia ser banal, transformada por Cristina Carvalho num romance poderoso e inesquecível em torno dos limites da violência e da liberdade.

Sobre o Autor:

Cristina Carvalho nasceu em Lisboa, a 10 de novembro de 1949. Durante a sua atividade profissional, contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países sendo a Escandinávia e o Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre a sua personalidade enquanto transitório ser humano do sexo feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora.
Publicou nomeadamente: Até já não é adeus, Momentos misericordiosos, Ana de Londres, Estranhos casos de amor, O gato de Uppsala e Nocturno – O romance de Chopin. Em 2011, a Sextante publicou também Lusco-fusco.
O seu romance O Olhar e a Alma venceu o Prémio Autores 2016 para o Melhor Livro de Ficção Narrativa.

 

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“O Diagrama de Zenn”


Sobre a Obra:

«Quanto mais toco, mais consigo ver e entender, e mais penso que posso ajudar. Mas é esse o meu erro. Não posso ajudar ninguém. Não se consegue “resolver” os problemas das pessoas como se resolvem os de matemática.»

Eva é uma supergeek da matemática e há uma razão para ela preferir os números e as calculadoras ao convívio normal entre jovens. Poucos o sabem, mas basta que Eva toque com as mãos em alguém — ou nas suas coisas — para ter visões que lhe mostram as inseguranças, receios e segredos dessa pessoa. Por isso, ela prefere manter as mãos bem guardadas e ficar na sombra. E tudo parece correr bem!

Quer dizer, tem 17 anos, nunca teve namorado e tem apenas uma amiga, mas não é uma completa aberração! Até que chega o dia em que o charmoso e solitário Zenn Bennett entra na sua vida! É amor ao primeiro toque! No entanto, quando ela mergulha no mundo de Zenn, descobre que afinal as coincidências que os unem são demasiado duras… e poderão separá-los para sempre.

Um romance fresco e inocente, em que os personagens Zenn e Eva nos deixam rendidos à ironia dos seus destinos.

Sobre o  Autor:

Wendy Brant frequentou o liceu nos anos em que usar roupa larga e franja volumosa estava na moda. Gosta de comida pouco saudável e de colecionar imagens inspiracionais no Pinterest, e delira com as paixonetas dos romances que lê. Gostava de ser blogger, mas acha que não tem piada suficiente para tal.

Começou a escrever ficção aos 10 anos, mas foi no Jornalismo que apostou, mais tarde, ao ingressar na Northwestern University. Pelo caminho descobriu que a sua verdadeira paixão é a escrita.

O Diagrama de Zenn é o seu romance de estreia.
Atualmente, vive em Chicago com o marido e os dois filhos adolescentes, com quem gosta de partilhar leituras de romances para jovens adultos.

 

«Este livro é delicioso!» – Booklist

«Este romance sobre ligações emocionais complexas, histórias familiares dolorosas, esperança, perdão, amor e romance é um promissor começo para Brant.» – Publishers Weekly

 

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“Cheguei Onde me Esperavam”


Sobre a Obra:

Um livro inspirador que nos alerta para a importância de estarmos atentos aos sinais que a vida nos dá.

A minha vida, tal como a vossa, é entrelaçada por uma cadeia de surpresas, muitas vezes inexplicáveis. Sou fascinada pelo destino, pelos acasos, pelas coincidências da vida. Acreditei, em tempos, que tinha tudo sob controlo, na minha mão. Era a mim que pertencia a minha conta, peso e medida. Até descobrir, para meu enorme susto, que afinal eu é que era a controlada por tudo ou por um nada (…). Passei duma frenética controladora do tudo, a uma curiosa espectadora de cada pequeno nada. Sempre atenta a qualquer sinal que se apresentasse, em jeito de acaso.

Parei de me preocupar com os sins e com os nãos que atiramos para decidir a nossa vida sem nunca sabermos qual a melhor opção. Porque no minuto em que viramos à esquerda, nunca saberemos o que poderia ter acontecido se virássemos à direita. Tudo é uma escolha às cegas por mais que os olhos, reais ou os da nossa intuição, estejam bem abertos. Diz-se que “sempre chegamos onde nos esperam”, mesmo sem sabermos onde é, quando será ou o que nos está reservado.

Teresa Guilherme traz-nos um livro intimista com histórias reais que nos emocionam e nos fazem soltar umas boas gargalhadas. Encontros inesperados com pessoas que mudaram a sua vida, passos que deu e que alteraram o seu rumo, sinais que a despertaram para o que não estava à vista, acasos e situações inesperadas que a colocaram à hora certa no lugar certo.

Sobre o Autor:

Apresentadora e produtora de televisão, Teresa Guilherme nasceu em Lisboa em 27 de Junho de 1955, sendo filha do cantor Luís Guilherme e da fadista Lídia Ribeiro. A sua infância foi repartida entre o Brasil e Portugal e aos dezasseis anos começou a interessar-se pelo mundo do espetáculo, embora não tenha seguido as pisadas dos pais. Optou, antes, por ajudar a montar espetáculos atrás dos palcos.

Ingressou na RDP pela mão de Raul Durão, em 1978, aos 23 anos, para exercer a função de produtora no programa radiofónico “Vozes e Nozes”, onde também participava Nicolau Breyner, Vitor Norte, Francisco Nicholson, entre outros. Mas, ao longo da década de 80 começou a dedicar-se mais à produção de festas e espetáculos, como passagens de modelos e inaugurações de centros comerciais, tendo formado uma empresa, a “Teresa Guilherme, Lda.”.

Em 1991, iniciou-se na televisão, ao criar e produzir um programa para a RTP destinado ao público juvenil. Chamava-se “Acontecimentos, Limitada” e tinha periodicidade semanal. Ainda nesse ano, Teresa Guilherme estreou-se à frente das câmaras, ao apresentar um programa da sua autoria, o “Eterno Feminino”. Também em 1991 produziu o concurso “Sim ou Sopas”, apresentado por Manuel Luís Goucha, seguindo-se uma série de programas televisivos na RTP. No principio dos anos 90 também apresentou programas de rádio, na Comercial e Renascença.

Em 2002 Teresa Guilherme produziu, entre outros, os programas “Lux”, “As Manhãs de Sofia” e “Olá Portugal” para a TVI e a “Fábrica de Anedotas” e o “Passeio dos Alegres” para a RTP. “Olha que Dois” (1993, RTP) foi o primeiro programa apresentado por Teresa Guilherme, em parceria com Goucha, sem ser produção sua. Ainda nesse ano, propôs ao canal televisivo SIC o programa diário “E o Resto é Conversa”, que viria a ter quase 200 edições. No final de 1994, a SIC confiou-lhe a apresentação e produção do inovador concurso “Não se Esqueça da Escova de Dentes”, um sucesso só comparável a “Ai os Homens”, uma grande produção de Teresa Guilherme que foi para o ar em 1998 e cuja apresentação esteve a cargo de José Figueiras.

O regresso à RTP deu-se no ano seguinte com a produção de “Passeio da Fama”, mas pouco tempo depois passou a trabalhar também para a TVI e para a SIC. No ano 2000, foi convidada a apresentar o “Big Brother”, uma produção da Endemol para a TVI que viria a revolucionar a televisão portuguesa, com seis edições.

Em Outubro de 2004, estreou-se como apresentadora da reposição do concurso “Um, Dois, Três” na RTP1 e em 2006 pisou, pela primeira vez, os palcos de um teatro, com a peça A Partilha, de Miguel Falabella.

Em 2005 a convite de Francisco Penim foi responsável de Ficção da SIC, tendo produzido inumeras séries e novelas, entre as quais o grande sucesso Floribella, a Vingança (onde também entrou como actriz).

Em 2008, Teresa Guilherme regressa à apresentação com o programa Momento da Verdade, na SIC. Em 2011, recebe o convite da TVI de apresentar a 2ª edição do Secret Story – Casa dos Segredos.

Desde 2011, ministra cursos de Apresentação de Televisão em várias Escolas.

 

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“Uma Mãe Como Tu”


Sobre a obra:

Quando Alice descobre que está gravemente doente, a saúde é o menor dos seus problemas.
Zoe. O que será da sua filha Zoe?

Alice e Zoe sempre viveram uma para a outra. Sem ninguém em quem se apoiar, Alice dedicou a sua vida à filha. Mas de um momento para o outro, a realidade desta família altera-se: Alice adoece e o prognóstico revela o pior cenário. Mais do que nunca, ela precisa de encontrar uma solução para o futuro de Zoe.

É então que duas completas desconhecidas trazem alguma esperança a Alice: Kate, a enfermeira oncologista, e Sonja, a assistente social que lhe fora atribuída durante os tratamentos. À medida que as quatro mulheres se vão conhecendo, acabam por lidar com problemas que há muito as atormentam. Juntas, encetam uma jornada de descoberta, que lhes permitirá enfrentar os seus medos e assumir os seus segredos mais profundos.

Uma Mãe como Tu é um romance inesquecível. A comoção e o humor da escrita de Sally Hepworth irão despertar os mais belos sorrisos, mesmo nos momentos mais sombrios.

Sobre o Autor:

Sally Hepworth começou a escrever romances após o nascimento do primeiro filho.
Viveu em Singapura, no Reino Unido e no Canadá. Atualmente vive em Melbourne, com o marido e os dois filhos.

 

«Uma homenagem ao poder da maternidade, do amor e do perdão.» – Kirkus Reviews