Alimentação · Livros

“Papinhas da Xica” – Guia de alimentação para o primeiro ano do bebé


Inclui 100 receitas para bebés dos 4 aos 12 meses

Sobre a Obra:

Cada dia com o nosso bebé é uma pequena aventura e uma imensa descoberta: o seu primeiro sorriso, mais um dente chato a romper ou aquela nova gracinha, que nos enche o coração neste amor sem livro de instruções. Agora, chegou a hora da papinha! Este livro é um guia fundamental nesta nova etapa crescimento: a diversificação alimentar! Nele encontrará a resposta às dúvidas mais frequentes e pertinentes na introdução de novos alimentos e ainda 100 deliciosas receitas caseiras, fáceis de preparar, e adequadas a cada etapa do desenvolvimento do bebé, uma vez que estão organizadas por idade, em meses, para uma consulta simples e rápida.
Escrevi-o tal e qual como eu gostaria que me tivesse chegado a informação, quando iniciei a alimentação complementar da minha filha Francisca e por isso, o meu mais sincero desejo é que as minhas propostas e dicas ajudem a tornar esta fase num processo criativo, divertido e sobretudo muito saudável e saboroso!

Sobre o Autor:

Sandra Santos é atriz, nutricionista e mãe da Xica.
Com ela descobriu deliciosas papinhas caseiras, nutritivas e cheias de sabor.
Juntas adoram viajar, brincar, namorar e saborear todos os pequenos-grandes momentos em família!

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Livros

“Cebola Crua com Sal e Broa” – Da infância para o mundo


Sobre a Obra:

Eterno contador de histórias, o autor dá vida aos seus primeiros anos: da infância à juventude, dos jornais à política. O testemunho de uma vida única com a História contemporânea de Portugal como fundo.

Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os Verões nas praias da Granja e de Lagos. “Melville” e a pesca da lula «ao candeio». Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir…

«Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos anti-fascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague.»

Sobre o Autor:

Jornalista português, Miguel Sousa Tavares nasceu no Porto, sendo filho da poetisa Sophia de Mello Breyner e do advogado e jornalista Francisco de Sousa Tavares. Depois de se ter licenciado em Direito, exerceu advocacia durante doze anos, mas abdicou definitivamente desta profissão para se dedicar em exclusivo ao jornalismo.
Estreou-se na televisão em 1978, ao entrar para a Radiotelevisão Portuguesa.
Foi um dos fundadores da revista Grande Reportagem em 1989, publicação da qual se tornou diretor logo no ano seguinte. Manteve-se na direção da revista durante cerca de dez anos até ser substituído por Francisco José Viegas.
Ainda em 1989, Miguel Sousa Tavares foi diretor da revista Sábado, publicação generalista que havia sido lançada no ano anterior por Pedro Santana Lopes. No entanto, manteve-se pouco tempo no cargo devido à instabilidade interna da revista, que algum tempo depois viria a fechar.
O jornalista também se destacou na imprensa portuguesa como cronista e escreveu ininterruptamente para o jornal Público, desde que este foi lançado em 1990 até ao início de 2002. Ao mesmo tempo, foi assinando crónicas noutras publicações como o jornal desportivo A Bola, na revista feminina Máxima e no jornal on-line Diário Digital. Miguel Sousa Tavares esteve na SIC, canal privado de televisão que começou a emitir em 1992, onde apresentou programas de informação como “Crossfire”, este a meias com Margarida Marante. Abandonou a SIC e depois de em 1998 ter recusado o convite para diretor-geral da RTP, no ano seguinte regressou à televisão.
Assim, em 1999 Miguel Sousa Tavares ingressou na TVI e apresentou “Em Legítima Defesa”. Sousa Tavares defendia uma das posições e Paula Teixeira da Cruz, vereadora do PSD na Câmara de Lisboa, a outra. O jornalista Pedro Rolo Duarte servia de moderador. Em Setembro de 2000, estreou-se como comentador fixo do Jornal Nacional da TVI, onde passou a marcar presença semanalmente às terças-feiras, para abordar a atualidade nacional e internacional.
Miguel Sousa Tavares tem vários livros publicados, quase todos de crónicas. O primeiro, Sahara, a República da Areia, foi editado em 1985 e constava de uma reportagem. Seguiu-se, dez anos depois, uma coleção de escritos políticos chamado Um Nómada no Oásis e O Segredo do Rio e, em 1997, um conto infantil. Em 1998, saiu o livro de crónicas de viagens intitulado Sul e, em 2001, Não te Deixarei Morrer David Crockett, que reuniu os escritos da revista Máxima. Neste último ano, foi também editado Anos Perdidos, uma coleção de crónicas dedicada aos governos de António Guterres entre 1995 e 2001. Miguel Sousa Tavares estreou-se no romance com a obra Equador, que, editado pela primeira vez em 2003, vendeu mais de 250 mil exemplares, tendo sido reeditado no mesmo ano. O sucesso desta obra foi tão grande que, posteriormente, acabaria por ser lançada a nível internacional (Brasil, Holanda, Alemanha, República Checa, Espanha e América Latina). Em Outubro de 2007 publica Rio das Flores, com uma primeira tiragem de 100 mil exemplares.
Para além da sua intensa atividade como jornalista, em 1998 foi um dos nomes que integrou a direção do movimento Portugal Único que se batia contra a regionalização e apelava ao voto no “Não” num referendo agendado para esse ano.
Miguel Sousa Tavares. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2007.

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“A Carruagem dos Órfãos”


Sobre a Obra:

Um romance poderoso sobre a amizade, tendo como pano de fundo um circo durante a Segunda Guerra Mundial. Duas mulheres extraordinárias e as suas histórias angustiantes, de sacrifício e sobrevivência. Noa, de 16 anos, fica grávida de um soldado do exército nazi e é forçada a desistir do seu bebé recém-nascido. Vive no piso superior de uma pequena estação ferroviária, a troco de limpezas… Quando descobre dezenas de crianças judias amontoadas num vagão cujo destino é um campo de concentração, ela não consegue deixar de pensar no filho que lhe foi retirado.

E, num momento que mudará a sua vida para sempre, agarra numa das crianças e foge com ela pela noite fora sob um forte nevão. Acaba por encontrar refúgio num circo alemão, mas vai ter de aprender números de trapézio para poder passar despercebida, não obstante o azedume de Astrid, a trapezista principal. a princípio rivais, Noa e Astrid em breve criam poderosos laços de afecto entre si.

Mas como a fachada que as protege se torna cada vez mais ténue, elas têm de decidir se a amizade entre ambas é suficiente para se salvarem uma à outra – ou se os segredos que guardam deitarão tudo por terra.

Sobre o Autor:

Pam Jenoff nasceu no estado de Maryland, EUA.
É autora de sete romances históricos.
Formou-se em Relações Internacionais pela Universidade George Washington e possui um mestrado em História pela Universidade de Cambridge.
É detentora do grau de Juris Doctor, um doutoramento em Direito, pela Universidade da Pennsylvania.
Os romances de Pam Jenoff são inspirados na sua experiência como funcionária do Pentágono e como diplomata do Departamento de Estado na área de assuntos do Holocausto na Polónia.
Vive com o marido e os três filhos nos arredores de Filadélfia onde, além de escrever, é docente do curso de Direito.
A Carruagem dos Órfãos, o seu romance mais recente, foi recebido com entusiasmo nos Estados Unidos onde veio a tornar-se um estrondoso bestseller.
Os direitos desta obra foram já adquiridos para tradução em cerca de 20 países.

«Uma história comovente e de grande intensidade sobre a vida e o amor, o heroísmo e o sacrifício em tempo de guerra.» – My Weekly 

«Um tributo ao espírito humano e à sua capacidade de se erguer do mais profundo desespero.» – NPR

Livros

“A Mãe”


SUGESTÃO PARA O DIA DA MÃE:

Sobre a Obra:

Nesta obra, Pearl S. Buck descreve de um modo quase pictórico a vida simples e rude do povo Chinês, numa época que é pouco conhecida. A narrativa vívida e pormenorizada permite que o leitor capte toda a simplicidade e intensidade dos tempos descritos em A Mãe.

Ao penetrar no espírito da camponesa, Pearl S. Buck dá a conhecer os sentimentos mais profundos da mente e do coração de uma mulher e de uma mãe. Fá-lo de uma maneira comovente, enérgica e mesmo violenta. A personagem, sem qualquer dúvida estoica, assume uma grandeza excecional pela forma como encara e ultrapassa os obstáculos que a vida lhe coloca. Uma vida longa, árdua e solitária.

Sobre o Autor:

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1938

Escritora norte-americana, Pearl Sydenstricker Buck nasceu a 26 de junho de 1892, em Hillsboro, no estado da Virgínia Ocidental. Filha de um missionário que dedicou muitos anos de vida à tradução da Bíblia da língua grega para a chinesa, Pearl Buck passou, em consequência, a sua infância na China. Educada pela mãe e por um professor particular chinês, estudioso do confucionismo, aprendeu este idioma antes de poder falar inglês.
Em 1907 foi enviada para um colégio interno em Xangai, onde estudou até 1909. Seguiu-se um período em que colaborou com uma associação de refúgio e apoio a prostitutas e escravas sexuais chinesas. Viajou depois para os Estados Unidos da América, com o intuito de prosseguir a sua educação, estudando Psicologia no Randolph-Macon Woman’s College da Virgínia.
Tendo recebido o seu diploma em 1914, regressou à China para ocupar o cargo de professora numa missão presbiterana, mas a sua mãe adoeceu gravemente, pelo que Pearl Buck teve que passar dois anos a cuidar dela. Quando esta conseguiu recuperar, Pearl Buck foi viver com o Dr. John Lossing Buck, um agrónomo com quem tinha casado pouco tempo antes, para uma aldeia no Norte da China.
Passou então a trabalhar com o marido, viajando pelas áreas rurais como sua intérprete e desempenhando também as funções de professora. O casal mudou-se para Nanquim no início da década de 20, onde Pearl Buck trabalhou como professora universitária das cadeiras de Literatura Inglesa e Norte-Americana.
Em 1924 regressou aos Estados Unidos da América, em busca de auxílio médico especializado para a sua filha mais velha que sofria de um atraso mental. Recebeu a licenciatura em Literatura pela Universidade de Cornell em 1926. O casal tornou à China no ano seguinte, mas teve que ser evacuado pouco depois para o Japão, em consequência da eclosão da Guerra Civil Chinesa.
Em 1930 publicou o seu primeiro romance, East Wind: West Wind, modestamente acolhido pela crítica. Seguiu-se-lhe The Good Earth (1931), romance original por conseguir conciliar uma prosa de tom bíblico com a estrutura das sagas narrativas chinesas. A obra seria vencedora de um Prémio Pulitzer, e tornada em filme em 1937.
Em 1935 divorciou-se do primeiro marido para casar com o seu editor, Richard Walsh, com quem foi viver para a Pennsylvania. No ano seguinte, foi nomeada membro do Instituto Nacional das Artes e Letras norte-americano. Em 1938 tornou-se a primeira mulher norte-americana a ser alguma vez galardoada com o Prémio Nobel.
Em 1939 publicou The Patriot, obra em que a autora deixava transparecer a sua desilusão quanto à possibilidade de cooperação entre os povos. Optou por se orientar para uma vertente mais humana, lutando pelos direitos e melhoria das condições das crianças asiáticas, muitas delas fruto de relações entre ocidentais e asiáticas, e assim estigmatizadas e abandonadas. Assim, dedicou algumas obras a essas relações inter-raciais, como The Angry Wife (1949) e The Hidden Flower (1952). Pearl Buck e o seu marido empreenderam esforços em favor de causas humanitárias, que culminaram com a criação da Fundação Pearl Buck.
Após a morte de Richard Walsh, Buck deu início a uma relação com Ted Harris, um professor de dança cerca de quarenta anos mais jovem, e que veio a tomar conta da Fundação Pearl Buck.
A autora faleceu a 6 de março de 1973, em Danby, no estado do Vermont. Pearl S. Buck. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

 

«A sua melhor obra. Abençoada com o dom da intuição, Pearl S. Buck penetrou no pensamento, no coração e no espírito das camponesas chinesas, revelando os valores eternos da vida.» – The Times

Livros

“Amar-te à Meia-Noite”


Sobre a Obra:

Katie Price tem 17 anos e não pode sair de casa durante o dia.
Sofre de uma doença rara, que transforma cada raio de sol numa arma letal.
Mas tudo muda quando, uma noite, sai de casa para tocar guitarra na plataforma da estação de comboios e conhece Charlie.
Antes de a noite terminar, Katie apaixona-se, mas não conta o seu segredo a Charlie.
Quer viver a sua história de amor perfeita, antes de enfrentar a dura realidade.
Perdida no seu romance de verão noturno, Katie sabe que o amor a guiará.

Sobre o Autor:

Trish Cook é autora de seis romances para jovens adultos, incluindo Outward Blonde, Notes from the Blender e A Really Awesome Mess.
Nos tempos livres gosta de correr, praticar remo e tocar guitarra.
Sonha um dia participar no programa American Race, mas o mais próximo que alguma vez conseguiu chegar foi à fase final dos castings para o programa I Survived a Japanese Game Show.

Livros

Esta segunda-feira é dia de ler livros em todo o lado


O Dia Mundial do Livro vai ser celebrado em várias zonas do país, com iniciativas de leitura, programas dedicados às famílias, ofertas de livros, caças ao livro, e, pela primeira vez, com a participação da área da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Esta segunda-feira, o Dia Mundial do Livro, conta com a inauguração da Casa José Saramago, em Óbidos, como principal acontecimento. Trata-se de uma parceria entre a Fundação do Nobel da Literatura, a Câmara de Óbidos e Óbidos Cidade Criativa da Literatura da UNESCO, que ali fica sediada.

O Dia Mundial do Livro é uma data do calendário anual da organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). A celebração pretende vincar “as liberdades que tornam os livros possíveis”, como escreveu a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, na mensagem sobre a data.

Esta segunda-feira, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e as Bibliotecas de Lisboa celebram a efeméride com a iniciativa “Ler em Todo Lado”. Segundo a APEL, são mais de 30 horas de atividades a decorrer em diversas livrarias e bibliotecas durante o mês de abril, com o objetivo de promover a literatura e os hábitos de leitura dos portugueses.

Além de descontos e promoções em livrarias, realizam-se atividades na Biblioteca/Espaço Cultural Cinema Europa, a propósito do seu primeiro aniversário, como sessões de leitura para famílias com crianças entre os 3 e 6 anos, e um concerto do Coro Juvenil da Universidade de Lisboa.

Na Biblioteca do Palácio Galveias, realiza-se a 12.ª edição do Concurso Nacional de Leitura em que os participantes são desafiados a prestar provas de escrita e de leitura. Na Biblioteca dos Coruchéus, o dia é para cantar os parabéns aos cinco anos de vida deste espaço cultural. Até dia 27 de abril, os dias são dedicados aos livreiros, com as habituais feiras de rua e exposições.

Conversa de desassossego

Este ano, pela primeira vez, o Plano Nacional de Leitura (PNL2027) estende-se à área da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que, em parceria com as instituições de investigação e ensino superior e os estudantes, vai desenvolver projetos com vista à literacia nacional, no Museu Machado de Castro.

Em Oeiras, Fernando Pessoa e o Livro do Desassossego vão ser tema em destaque na celebração do Dia Mundial do Livro, com “Conversas do Desassossego”, que consistem em sessões de literatura e diálogos moderados. A conversa terá lugar no auditório do Parque dos Poetas, com moderação de Ricardo Belo de Morais e a participação de Maria do Céu Guerra (atriz), Mafalda Arnauth (cantora), Henrique Câmara Pina (cineasta), Albano Jerónimo (ator).

No Porto há Lusíadas em línguas estrangeiras

No Porto, alunos de várias escolas vão dar voz a estrofes de “Os Lusíadas”, em português, inglês, espanhol e francês, as mesmas línguas em que a Livraria Lello edita o poema nacional deste autor universal, para ser lido por ainda mais leitores de todo mundo. Esta iniciativa envolve bibliotecários, alfarrabistas, livreiros portugueses e representantes de algumas das livrarias mais bonitas de mundo.

O Grupo Porto Editora celebra este dia disponibilizando o acesso gratuito às obras do catálogo da Coolbooks, a chancela do Grupo dedicada aos novos nomes da literatura portuguesa. A celebrar também o quarto aniversário da Coolbooks, durante esse dia, os mais de 80 títulos que compõem o seu catálogo – entre obras de literatura de viagem, romances, policiais ou thrillers – estarão à disposição dos leitores, em formato digital, (www.coolbooks.pt).

Programa para caçar livros

A FNAC associou-se também às celebrações do dia do livro, com uma iniciativa solidária e de incentivo à leitura, em conjunto com o Metropolitano de Lisboa e com a AMI. Esta segunda-feira, entre as 8 e as 11 horas, quem apanhar o metro na estação de Entrecampos, em Lisboa, pode requisitar um livro, até dia 31 de maio, em troca de partilhar uma dica sobre “como ter tempo para ler”. Os livros devolvidos serão depois oferecidos à AMI para as suas bibliotecas.

Na mesma estação de metro, a jornalista e ‘blogger’ Helena Magalhães vai esconder alguns livros pelo local e deixar pistas no Instagram daquela rede livreira. Os participantes que encontrarem os livros poderão ficar com eles.

O metro não será o único transporte público a dar a oportunidade de ganhar um livro neste dia. Os carros da Cabify terão 10 cartões-oferta escondidos (cinco em Lisboa e outros cinco no Porto), no valor de 30 euros cada.

A Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas concebeu o cartaz deste ano, alusivo à data, a partir de uma fotografia de Luísa Ferreira, com imagens do Arquivo Nacional Torre do Tombo, que cruzam livros com séculos de vida e edições recentes, em diferentes línguas, de obras de Herberto Helder, Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, José Mariano Gago e Damião de Goes, numa relação com o Ano Europeu do Património Cultural.

Source: https://www.jn.pt/

Livros

“Inês Armand – O Grande Amor de Lenine”


Sobre a Obra:

Inês Armand nasceu em Paris, em 1879, filha de pais artistas. Cresceu a falar francês e inglês, a língua materna de sua mãe. Após a morte do pai, aos cinco anos, mudou-se para a Rússia onde foi educada por uma avó e uma tia, ambas professoras. Aos 14 anos já falava quatro línguas, russo, inglês, francês e alemão, e era uma excelente pianista. Tornou-se uma mulher atraente e apaixonante, uma importante figura do movimento comunista pré-revolucionário e ativista na luta pela defesa dos direitos das mulheres e da sua emancipação.

Casou aos 19 anos com o seu primeiro marido. De dois relacionamentos teve cinco filhos mas largou tudo para se dedicar de corpo e alma à Revolução Russa e às causas feministas. Regressou a Paris, em 1908, onde conhece Lenine. Apaixonam-se e mantêm uma relação longa que só se veio a conhecer depois da divulgação parcial dos arquivos soviéticos ocorrida na década de 1990. Inês era uma das mulheres mais cultas do seu tempo, talento que Lenine muito valorizava. Confiou nela mais do que em qualquer outra pessoa do seu círculo passando a ser o seu braço direito.

Apesar de alguns aspetos da vida de Inês permanecerem ainda hoje obscuros, este livro apresenta-se como uma importante contribuição para a compreensão deste capítulo da história russa e da vida desta mulher fascinante. Inês Armand morreu de cólera, em 1920, aos 46 anos. O seu corpo foi sepultado na Necrópole do Muro do Kremlin, na Praça Vermelha, em Moscovo, tendo sido a primeira mulher a receber essa honra.

Sobre o Autor:

Ritanna Armeni
Jornalista e escritora, trabalhou para o Manifesto e para a Unitá. Atualmente escreve para o Osservatore Romano, Il Foglio e a Rocca. Entre outros trabalhos, publicou La colpa delle donne (The Women’s Sin) 2006; Parola di donna (Woman’s Word) 2011.

Lifestyle · Livros

Dormir numa livraria para viver como um parisiense


Dormir numa livraria do típico bairro de Marais, em Paris, é uma das mais recentes e inovadoras propostas à disposição dos visitantes da capital francesa. “Viver Paris como um parisiense” é o mote dos fundadores do “Paris Boutik”, um novo conceito de hotel idealizado por David Lecullier.

David Lecullier, com mais três sócios, arrancaram com este projeto que está a dar muito que falar em revistas especializadas de todo o Mundo. E os clientes, a avaliar pelas pontuações dadas através da Internet, confirmam o sucesso.

A ideia é transformar estabelecimentos antigos da cidade, que caíram em desuso, em espaços de requinte. “As lojas de Paris fazem parte do caráter da cidade e dão-lhe personalidade, por isso, não devem desaparecer”, explica o porta voz do grupo, adiantando que foi assim que nasceu a ideia: “Decidimos reconvertê-las em suites, conservando a sua essência, para valorizarmos os bairros e propor uma experiência parisiense única”.

Na livraria da Rue Caffarelli, o cliente dorme numa grande biblioteca entre cerca de 4500 livros. No interior, há máquina de café e um minibar grátis. Tudo numa área de 45 metros quadrados, projetada para acolher até quatro pessoas. O espaço é completamente à prova de som e isolado do lado de fora graças a um vidro e cortinas especiais, que garantem a privacidade.

Impulsionados pelo êxito da livraria, os responsáveis do “Paris Boutik” avançaram recentemente para “L”Épicerie”, no Bairro da Bastilha. Esta é outra reconversão arquitetónica de requinte, em que o espírito original foi mantido com uma decoração que integra utensílios típicos de uma mercearia, como uma balança antiga e prateleiras cheias de conservas, a par de outros produtos artesanais embalados.

Em qualquer das duas acomodações, a noite para duas pessoas sai por 275 euros, para três, por 295 euros, e para quatro, por 315 euros.

Source: https://www.jn.pt/

Livros

“Becoming”


Livro de memórias de Michelle Obama

Sobre a Obra:

Nas suas memórias, uma obra de reflexão profunda e uma narrativa fascinante, Michelle Obama convida os leitores a entrar no seu mundo, relatando as experiências que a moldaram – desde a infância na zona sul de Chicago, passando pelos anos como executiva, equilibrando as exigências da maternidade e o trabalho, até ao tempo passado no endereço mais famoso do mundo..Terno, sábio e revelador, BECOMING é um relato íntimo de uma mulher de alma e substância que desafiou constantemente as expectativas – e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.

Nas palavras de Michelle Obama:
«Escrever BECOMING tem sido uma experiência profundamente pessoal. Permitiu-me, pela primeira vez, o espaço para reflectir honestamente sobre a trajectória inesperada da minha vida. Neste livro, falo sobre as minhas raízes e como uma menina da zona sul de Chicago encontrou a sua voz e desenvolveu a força, de forma a usá-la para capacitar os outros. Espero que o meu percurso inspire os leitores a encontrar a coragem necessária para se tornarem quem quer que desejem ser. Mal posso esperar para partilhar a minha história.»

Sobre o Autor:

Michelle Obama apresenta-se como uma das mulheres mais emblemáticas e incontornáveis da nossa era. Como Primeira-dama dos Estados Unidos da América ajudou a criar a Casa Branca mais acolhedora e inclusiva na história, ao mesmo tempo que se estabeleceu como uma poderosa defensora de mulheres e meninas nos EUA e em todo o mundo, mudando drasticamente a forma como as famílias procuram uma vida mais saudável e ativa, estando sempre ao lado do marido enquanto este conduzia os destinos dos EUA, acompanhando alguns dos seus momentos mais angustiantes.

Livros

“Sorrisos Quebrados”


Sobre a Obra:

Mais de 1 milhão de leituras na plataforma online Wattpad em apenas 1 ano Paola está num momento chave da sua vida. Vai ter de decidir se quer continuar a viver ou se vai deixar-se morrer às mãos do homem por quem um dia se apaixonou e com quem veio a casar. Como foi possível que aquele homem bem parecido, poderoso e deslumbrante se tornasse no monstro que a está a destruir? Mas Paola decide viver.

E, no mais improvável dos lugares, vai encontrar de novo a luz e descobrir que, afinal, é possível amar outra vez. Sorrisos Quebrados marca a estreia de Sofia Silva na escrita de ficção. Um romance sobre violência doméstica, abuso sexual e as segundas oportunidades que a vida por vezes reserva.

“Sorrisos Quebrados” de Sofia Silva