Dicas · Lifestyle

Hotel Cristal: com o centro do Porto ao virar da esquina


O Hotel Cristal, de quatro estrelas, homenageia a cidade com os azulejos em azul e branco e padrões a condizer, conjugados com os vidros e espelhos da Marinha Grande, de onde o grupo hoteleiro é originário.
 

Ao entrar no Hotel Cristal Porto a primeira sensação que se tem é de simplicidade. O branco domina a maioria dos espaços, com apontamentos de pretos e azuis, tanto nos espaços comuns como nos quartos. É esse ambiente limpo e até mesmo despojado que mais salta à vista, sem que essa simplicidade se torne desconfortável, antes pelo contrário. A sobriedade do hotel transmite calma, tranquilidade e conforto.

Os azulejos e os tecidos com padrões de azulejos são a principal imagem de marca deste hotel. Um apontamento que se encontra por todos os quartos e que torna o espaço mais portuense e mais português. São 94 quartos com várias tipologias, desde o individual, passando pelo standard, superior, deluxe e suíte. E todos, desde o mais barato ao mais caro, têm camas de conforto superior e, não menos importante, almofadas de qualidade acima da média. E não é isso o mais importante num hotel? Depois de uma noite que se pretende bem dormida o pequeno-almoço é o outro factor de distinção. O do Hotel Cristal é variado quanto baste, saboroso e simples.

A joia da coroa, no entanto, é outra:o jardim de 400 metros quadrados que ninguém adivinha estando fora do hotel. É um espaço que se pretende de constante usufruto, seja pelos clientes das dormidas, seja por todos aqueles que participarem em eventos, conferências ou congressos nas contíguas salas de reuniões. Hás duas, uma com 140 metros quadrados, com capacidade para 100 pessoas e uma outra com 270 metros quadrados, com capacidade para 200 pessoas. Esta é uma aposta que faz todo o sentido para os hotéis que estão nas malhas urbanas da cidade, como é o caso deste, rentabilizando assim épocas menos fortes. Se é que se pode dizer que ainda há épocas com menos turistas clássicos, como acontecia há uns anos, antes do recente boom. O jardim tem serviço de bar à tarde e à noite.

O hotel tem ainda outras opções: o restaurante (tem um buffet de 12,50 euros ao almoço e de 15 euros ao jantar, com estacionamento gratuito na cave do hotel), o ginásio (uma parceria com o Holmes Place da Constituição que permite que os clientes usem o espaço de forma gratuita) e serviços de spa (contratados por uma empresa externa que se desloca ao local). Uma nota final para a suíte, que tem duas banheiras no meio do quarto com dois LCD em cima, proporcionando uma experiência diferente do habitual para os casais que a escolham. E é isso que se pretende cada vez mais nos tempos que correm: experiências únicas.

Source: http://www.evasoes.pt/fim-de-semana/hotel-cristal-centro-do-porto-ao-virar-da-esquina/

 

Lifestyle

Milagre japonês para eliminar o stress em 5 minutos


O jin shin jyutsu é uma arte milenar que os japoneses utilizam desde sempre para recarregar baterias e tem vindo a ganhar destaque também no ocidente. Se todos somos energia, por que razão não havemos de aprender a acalmá-la?

 

Sente-se zangado? Angustiado? Nervoso? Triste, deprimido, com a autoestima em baixo? A temer algum embate específico na sua vida? E se lhe dissermos que a solução está – literalmente – nas suas mãos e só requer cinco minutos para pôr em prática?

 O que é facto é que o jin shin jyutsu é conhecido no Japão há milénios e são muitos os estudos que lhe reconhecem eficácia a equilibrar a energia do corpo, proporcionando alívio instantâneo do stress.

A ideia é que cada um dos dedos da mão corresponde a um estado emocional específico, pelo que pressioná-los atuaria ao nível dos respetivos sentimentos.

Uma pesquisa conduzida no Markey Cancer Center (instituto oncológico associado à Universidade do Kentucky, nos EUA) concluiu ainda que os pacientes a quem esta terapia foi aplicada responderam com uma diminuição do stress, das náuseas e do sentimento de angústia associados à doença. Outra investigação realizada com enfermeiras apurou que aquelas que aplicaram o jin shin jyutsu a si mesmas diariamente, durante um mês, desenvolveram índices significativos de gratidão, calma e motivação, enquanto perdiam os anteriores sintomas de depressão, ressentimento e stress.

A ideia é que cada um dos dedos da mão corresponde a um estado emocional específico, pelo que pressioná-lo por um ou dois minutos, envolvendo-o bem com os dedos da outra mão, atuaria ao nível dos respetivos sentimentos de medo, preocupação, tristeza, raiva ou fraca autoconfiança, harmonizando o corpo e a mente.

Transmitido ao longo de gerações antes de começar a cair no esquecimento, o jin shin jyutsu foi recuperado no século xx por Jiro Murai (1886-1961), um mestre japonês que garantiu que esta prática chegaria também ao ocidente ao ensiná-la à aluna Mary Burmeister, que por sua vez a divulgou por cá na década de 60.

Quanto ao próprio Jiro, mergulhou de cabeça neste conhecimento milenar quando aos 26 anos lhe foi diagnosticada uma doença incurável. Sentenciado, sem nada a perder, lembrou-se dos sábios a meditar em silêncio mantendo os dedos das mãos em posições específicas (mudras). Durante sete dias copiou-lhes a postura, ao mesmo tempo que meditava e jejuava. Curou-se ao fim desse tempo, prometendo a si mesmo que levaria o jin shin jyutsu tão longe quanto possível para ajudar outros.

Polegar: Ajuda a combater o stress, a tensão e a ansiedade.

Indicador: Ajuda a combater o medo. Atua ao nível da digestão e das costas.
Médio: Ajuda a controlar o ressentimento, a raiva, a frustração, a indecisão e a fadiga.
Anelar: Ajuda a combater os sentimentos de tristeza e a depressão, ao mesmo tempo que potencia a capacidade de decisão.
Mindinho: Ligado ao coração, ajuda a controlar a ansiedade. Eleva ainda o otimismo e a autoconfiança.

Palma da mão: Aplicar uma ligeira pressão na palma ajuda a acalmar a mente em turbilhão e contribui para o equilíbrio generalizado do corpo.

Source: http://www.noticiasmagazine.pt/2017/jin-shin-jyutsu-milagre-japones-para-eliminar-o-stress-em-5-minutos/

Lifestyle

Zooterapia: conheça os benefícios do tratamento com animais


Sabe o que é a zooterapia? É que os animais podem ter um efeito terapêutico em crianças, adultos e idosos diagnosticados com as mais variadas doenças. Além de nos auxiliarem em aspetos práticos do dia a dia, a sua presença promove o desenvolvimento emocional e facilita a reabilitação psicomotora.

Para determinados níveis de deficiência, ou até de debilidade, a interação com animais é proveitosa e estimulante”, declara Maria de Lurdes Candeias, pedopsiquiatra e terapeuta familiar. Foi Boris M. Levinson quem primeiro comprovou cientificamente os benefícios das interações entre animais e seres humanos. Levinson, um psicólogo norte-americano, documentou a sua descoberta no livro Pet-Oriented Child Psycotherapy (1969), onde descreve que a presença do seu cão nas consultas de psicoterapia não só aumentava o grau de motivação das crianças e jovens que tratava, como ainda abria um canal de comunicação entre cliente e terapeuta.

Intervenção multidisciplinar

Inicialmente, Boris M. Levinson foi severamente criticado pelo uso de animais domésticos no tratamento de psicopatologias. Hoje, a terapia assistida por animais (TAA), ou zooterapia, é largamente recomendada por especialistas como uma solução complementar a outras terapêuticas. Seja em casos de dislexia, de deficiências mentais, de autismo (moderado), de transtornos cognitivos, de toxicodependência, como em casos com problemas psicomotores, os animais são um fator importante na recuperação. Cães e cavalos são os animais mais usados em zooterapia, mas há outros que também ajudam, como, por exemplo, o burro e o golfinho. Os objetivos a alcançar através desta terapêutica são decididos pelos vários especialistas intervenientes na reabilitação do indivíduo – médico, fisiatra, fisioterapeuta, terapeuta de psicomotricidade, e técnico especializado em TAA.

Centro de Equitação de Valadares

Morada: Travessa dos Barreiros, 4405 – 529 Vila Nova de Gaia

Contacto: 916 142 348

Terapia com cães

Vinculum Animal

Morada: Rua de Cedofeita 122, 4050-173 Porto

Contactos: 912358033 / vinculumanimalporto@gmail.com

Cães Amigos: Terapias Assistidas com Animais

Morada: Vila Nova de Gaia

Contactos: 916 336 165 / geral@caesamigos.com

Source / Ler mais em: http://saberviver.sapo.pt/zooterapia-tratamento-com-animais/

Lifestyle

Aplicação «Airbnb da comida» permite-lhe jantar em casa de um ‘estranho’


Não gosta de comer nos restaurantes mais turísticos ou acha difícil encontrar o sítio certo para jantar quando viaja? Há uma aplicação que resolve o problema.

A VizEat, também descrita como o «Airbnb da comida», permite-lhe reservar uma refeição em casa de um morador, em mais de 100 países.

Esta app é uma plataforma para «comer socialmente», permitindo aos viajantes ter uma experiência da verdadeira gastronomia local. Neste momento, há mais de 20 mil pessoas a disponibilizarem-se para cozinhar e a convidarem «estranhos» que procuram conhecer a cultura de um lugar de maneira diferente. Qualquer pessoa se pode inscrever gratuitamente para receber viajantes em sua casa.

A ideia desta startup nasceu há cerca de quatro anos, depois de os seus fundadores, Camille Rumani e Jean Michel Petit, terem partilhado uma refeição indiana com uns peruanos, no Lago Titicaca, no Peru. Para eles, fazia todo o sentido que os viajantes pudessem experimentar os pratos – que habitualmente só se provam nos restaurantes ou hotéis – em casa de quem melhor do que ninguém conhece a gastronomia.

A VizEat permite reservar uma refeição, uma aula de cozinha ou dar simplesmente a possibilidade de beber um copo de vinho ou um aperitivo, em casa de um dos hosts dos 110 países para já disponíveis.

Os preços variam, já que cada pessoa decide quanto quer cobrar. O método de pagamento é semelhante ao do Airbnb e totalmente seguro, garantem.

Source: http://www.voltaaomundo.pt/

Lifestyle

Cidade-fantasma de Chernobil é uma atração para milhares de turistas


Chernobil, na atual Ucrânia, tem ganho, nos últimos anos, um grande interesse por parte dos turistas. É o chamado «dark tourism» (turismo associado a locais historicamente relacionados com mortes ou tragédias), procurado por cada vez mais pessoas.

Em meados da década de 1970, a União Soviética construiu uma central nuclear em Chernobil. Os milhares de trabalhadores da central não viviam no local, mas sim em Pripyat, uma cidade a quatro quilómetros de distância. A 26 de abril de 1986, o Reator 4 da central nuclear explodiu e uma imensa nuvem radioativa invadiu a Ucrânia e outras zonas da Europa, contaminando pessoas, animais e o meio ambiente. A explosão causou um incêndio que durou dez dias. A área à volta do local foi evacuada, assim como Pripyat. Mais de 100 mil pessoas tiveram de deixar as suas casas. Hoje, existe ainda uma zona interdita.

No entanto, como os níveis de radioatividade baixaram significativamente, é possível visitar a cidade fantasma. A Travel + Leisure apresenta Chernobil como um dos lugares mais desejados por aqueles que procuram uma experiência diferente e única. Aliás, é hoje um destino de viagem de eleição para muitos ucranianos e estrangeiros curiosos. Em 2016, o The Telegraph afirmava que mais de dez mil turistas têm visitado anualmente a cidade fantasma.

Apesar de não ser seguro residir num raio de 30 quilómetros a partir da central, as tours são permitidas e organizadas por empresas ucranianas. Os passeios podem durar um ou dois dias, porque, ainda que a radiação seja atualmente menor, não é 100% seguro permanecer muito tempo em Chernobil. Normalmente, os grupos saem de Kiev pela manhã e regressam doze horas depois, isto no caso da visita diária. Embora a maior parte dos turistas não tenha ainda permissão para entrar na central nuclear propriamente dita, ela é claramente visível a partir da estrada. É possível observar o próprio Reator 4 a uma distância de aproximadamente 300 metros. Na localidade, há também um centro para turistas e um museu. As visitas incluem uma passagem pela cidade de Pripyat, que permanece tal como foi deixada há trinta anos, e pela vila de Paryshiv, um pouco mais afastada de Chernobil, mas que ainda se encontra na área proibida. Ali vivem hoje algumas pessoas que quiseram regressar às suas casas, apesar das restrições impostas.

Os preços variam, mas há visitas diárias a partir de 79 euros. No caso dos programas de dois dias, os preços começam nos 274 euros. A noite pode ser passada num dos três hotéis instalados na área segura.

Source: http://www.voltaaomundo.pt/2017/05/07/cidade-fantasma-de-chernobil-e-uma-atracao-para-milhares-de-turistas/

Lifestyle

ILHA DOS AMORES: UM TESOURO PERDIDO NO MEIO DO DOURO


Já lhe chamaram Ilha do Outeiro ou Ilha do Castelo, mas é dos Amores. Fica em Castelo de Paiva, onde o rio Paiva cruza o Douro. É um pedaço de terra onde a paz reina, tão perto e tão longe do mundo agitado.

A menos de de 60 km do Porto, há uma ilha: dos Amores, segundo a lenda, do Castelo ou do Outeiro, de acordo com a história. Apesar da falta de indicações, com a ajuda do GPS é fácil encontrar o pequeno pedaço de paraíso no meio do rio Douro. Mesmo que não cheguemos à primeira tentativa à Praia do Castelo, na freguesia de Fornos (Castelo de Paiva), não há problema: é sempre uma oportunidade para descobrir o desconhecido.

Na praia, o areal não é o centro das atenções. A Ilha dos Amores é a protagonista. Reza a lenda que um lavrador e uma fidalga da região viveram uma história de amor ao nível de Pedro e Inês. Pelo que se conta, um nobre pediu a mão da fidalga, ficando o lavrador de coração partido ao saber que iria perder o amor da sua vida. Num ato de loucura, matou e atirou ao rio Douro o novo pretendente da sua amada. Com medo das consequência, fugiu para ilha.

Mas o amor pela jovem fidalga desafiava o perigo, decidindo voltar e pedir-lhe para ela viver com ele na ilha. Mas quando atravessavam o rio num pequeno barco, formou-se uma tempestade. Não sobreviveram e a história acabou. Nasceu a lenda e um nova aura na ilha, que passou a ser dos Amores.

O encanto deixado pela lenda continua a despertar o interesse dos mais curiosos. Apesar da meia dúzia de pequenos barcos ali atracados, nem sempre há viagens – no verão, o senhor Falcão é quem amavelmente leva os turistas até à ilha. Há quem faça piqueniques, acampamentos ou apenas desfrute da paisagem, conta o responsável pela manutenção do espaço que, na Praia do Castelo, tem uns quatro ou cinco barcos. Um dos maiores leva doze pessoas e está à espera de ser restaurado.

Do topo da ilha, é possível ver três concelhos: Castelo de Paiva, Marco de Canaveses e Cinfães. No local deserto, banhado pelo rio Paiva e Douro, há algumas mesas e umas ruínas, descobertas há uns anos por arqueólogos, revela o senhor Falcão, que trabalha há cerca de 40 anos com barcos.

Desde a história da fidalga e do lavrador, não são conhecidas mais histórias da amor vividas na ilha. Mas quantos amores não terão começado ali, no meio do Douro?

Source:  http://viagens.sapo.pt/viajar/viajar-portugal/artigos/ilha-dos-amores-um-tesouro-perdido-no-meio-do-douro-2?utm_source=facebook&utm_medium=Web&utm_campaign=sapo_rs

Lifestyle

A maior viagem de comboio do mundo começa em Portugal


Foi notícia no início de março e depressa as redes sociais difundiram a novidade – a maior viagem de comboio do mundo começa em Portugal. São 17 mil quilómetros da Estação da Campanhã, no Porto, até ao destino final – Hanói, no Vietname. Veja na galeria todos os passos da viagem. (http://www.voltaaomundo.pt/2016/05/09/a-maior-viagem-de-comboio-do-mundo-comeca-em-portugal/)

Conte com 13 dias de viagem, dez escalas em sete países, atravessando 12 e tendo um custo a rondar 1700 euros por pessoa. Tome nota de cada passo.