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Ryanair cria seis novas rotas de ligação do Porto para a Europa


A companhia aérea de baixo custo Ryanair inaugura esta quarta-feira seis novas rotas do Porto, via Milan Bérgamo, para Bari (Itália), Bratislava (Eslováquia), Brindisi (Itália), Budapeste (Hungria), Praga (República Checa) e Salonica (Grécia).

Em comunicado, a “low cost” irlandesa diz ter ainda alargado o seu serviço de voos de ligação, possibilitando aos passageiros fazer reservas e transferências diretas para os voos de ligação da companhia.

Assim, a partir desta quarta-feira, os passageiros da Ryanair com partida do Porto que embarquem em voos via Aeroporto de Bérgamo, em Milão, podem fazer o “check in” das respetivas bagagens de forma que sejam transferidas diretamente para o destino final, usando uma referência de reserva única para ambos os voos e ficando dispensados de novo processo de “check in” na escala em Itália.

 

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PORTO FOOD FESTIVAL: “Ao Gosto do Porto” (Where the People Eat!)


É na Baixa do Porto, no Jardim de São Lázaro, que, de 3 a 27 de agosto, decorre o “Ao Gosto do Porto”, com vários restaurantes a servirem o melhor da gastronomia portuguesa. O evento com animação musical e atividades tem entrada livre.

Durante quatro semanas são servidas desde comidas tradicionais a iguarias regionais como francesinhas, leitão da Bairrada, bacalhau, sardinhas, tripas à moda do Porto, posta Barrosã, alheira de Mirandela, rojões e até hambúrgueres e pizzas. E todas as semanas as ementas mudam para que os clientes possam experimentar diferentes pratos a cada visita.

Restaurantes presentes: Alicantina, Alfândega D’ouro, Cufra Grill, O Zé Pacheco, Restaurante Marisqueira Majára, Santa Francesinha, Tucano2, Clube 21, Robalo, Monte Aventino, Mister Pig, Cozinha do Cruzeiro, Boca Loca, Sand House Natura, Hásandes e Aurora.

O evento vai ter animação musical, sessões de showcooking e venda de produtos regionais.

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História:

O Jardim de São Lázaro foi inaugurado em 1834 e foi o primeiro jardim público da cidade do Porto. O escritor Camilo Castelo Branco, que viveu aqui perto, recebeu neste jardim a Comenda da Ordem da Rosa, pelas mãos de D.Pedro II do Brasil.

 

INFORMAÇÕES:

Jardim de S. Lázaro, Porto De 3 a 27 de agosto de 2017

Horário: Domingo a Quinta-feira: Das 12h às 23h / Sexta-feira e Sábado: 12h às 24h.

 

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Visitar museus e monumentos volta a ser grátis a partir de domingo


As entradas nos museus, palácios e monumentos nacionais voltam a ser gratuitas a partir de domingo, dia 2 de julho, data em que será reposta uma gratuitidade que tinha sido suspensa em 2014, pelo anterior Governo.

O regresso das entradas gratuitas nestes espaços culturais aos domingos, até às 14.00 horas, passa a vigorar a partir de julho, como tinha anunciado, no início do mês, no parlamento, o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

Quando a medida foi suspensa, em 2014, as entradas passaram a ser gratuitas apenas no primeiro domingo de cada mês, durante todo o dia, e a Direção-Geral do Património Cultural criou um bilhete destinado às famílias numerosas.

No domingo, a data do regresso da gratuitidade será assinalada por uma visita, às 10:00, do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, ao Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra.

De acordo com o gabinete do ministro, na mesma ocasião será também apresentada a obra “Museu Nacional Machado de Castro 100 anos/100 obras”, do poeta João Miguel Fernandes Jorge, com prefácio do ministro da Cultura.

No parlamento, quando questionado sobre o regresso da gratuitidade, que estava a ser estudada, Luís Filipe Castro Mendes disse que se tratava de uma “medida emblemática para os portugueses conhecerem mais e melhor os museus”.

Em novembro do ano passado, foi aprovada na Assembleia da República, na especialidade, uma proposta do PCP de alteração da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2017, que determinava a reposição da gratuitidade da entrada nos museus e monumentos nacionais, nos domingos e feriados, até às 14.00 horas, para todos os cidadãos residentes em território nacional.

Em janeiro, em declarações à Lusa, Luís Filipe Castro Mendes tinha garantido que a lei seria aplicada “com certeza” este ano.

“É difícil aplicar a lei, na medida em que há uma diretiva europeia que não permite o que está previsto na lei [aprovada no ano passado, no parlamento], que é restringir aos residentes em Portugal essa gratuitidade”, comentou na altura.

Source: http://www.jn.pt/nacional/interior/visitar-museus-palacios-e-monumentos-volta-a-ser-gratis-a-partir-de-domingo-8598292.html

 

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Reportagem: “Estás viva, minha irmã, estás viva”


Foram precisos 52 anos para o círculo se fechar. Em 1965, durante a Guerra Colonial em Angola, um grupo de soldados portugueses encontrou uma bebé no mato. Batizaram-na Isabel Batata Doce e trouxeram-na para Portugal, onde cresceu sem saber do seu passado. Em África, a família procurou-a durante cinco décadas. Até encontrá-la. Há dois anos a Notícias Magazine contou o lado português da história. Esta é outra parte, a dos dias em que Isabel regressou à sua terra, percebeu quem era e nasceu de novo. Esta, na verdade, é a história de um milagre.

Reportagem de Ricardo J. Rodrigues para ver (http://estasviva.noticiasmagazine.pt/)

“Mesmo que não se conhecessem, mesmo que nunca se tivessem visto antes, naquele abraço cabia uma intimidade de décadas.”

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Hotel Cristal: com o centro do Porto ao virar da esquina


O Hotel Cristal, de quatro estrelas, homenageia a cidade com os azulejos em azul e branco e padrões a condizer, conjugados com os vidros e espelhos da Marinha Grande, de onde o grupo hoteleiro é originário.
 

Ao entrar no Hotel Cristal Porto a primeira sensação que se tem é de simplicidade. O branco domina a maioria dos espaços, com apontamentos de pretos e azuis, tanto nos espaços comuns como nos quartos. É esse ambiente limpo e até mesmo despojado que mais salta à vista, sem que essa simplicidade se torne desconfortável, antes pelo contrário. A sobriedade do hotel transmite calma, tranquilidade e conforto.

Os azulejos e os tecidos com padrões de azulejos são a principal imagem de marca deste hotel. Um apontamento que se encontra por todos os quartos e que torna o espaço mais portuense e mais português. São 94 quartos com várias tipologias, desde o individual, passando pelo standard, superior, deluxe e suíte. E todos, desde o mais barato ao mais caro, têm camas de conforto superior e, não menos importante, almofadas de qualidade acima da média. E não é isso o mais importante num hotel? Depois de uma noite que se pretende bem dormida o pequeno-almoço é o outro factor de distinção. O do Hotel Cristal é variado quanto baste, saboroso e simples.

A joia da coroa, no entanto, é outra:o jardim de 400 metros quadrados que ninguém adivinha estando fora do hotel. É um espaço que se pretende de constante usufruto, seja pelos clientes das dormidas, seja por todos aqueles que participarem em eventos, conferências ou congressos nas contíguas salas de reuniões. Hás duas, uma com 140 metros quadrados, com capacidade para 100 pessoas e uma outra com 270 metros quadrados, com capacidade para 200 pessoas. Esta é uma aposta que faz todo o sentido para os hotéis que estão nas malhas urbanas da cidade, como é o caso deste, rentabilizando assim épocas menos fortes. Se é que se pode dizer que ainda há épocas com menos turistas clássicos, como acontecia há uns anos, antes do recente boom. O jardim tem serviço de bar à tarde e à noite.

O hotel tem ainda outras opções: o restaurante (tem um buffet de 12,50 euros ao almoço e de 15 euros ao jantar, com estacionamento gratuito na cave do hotel), o ginásio (uma parceria com o Holmes Place da Constituição que permite que os clientes usem o espaço de forma gratuita) e serviços de spa (contratados por uma empresa externa que se desloca ao local). Uma nota final para a suíte, que tem duas banheiras no meio do quarto com dois LCD em cima, proporcionando uma experiência diferente do habitual para os casais que a escolham. E é isso que se pretende cada vez mais nos tempos que correm: experiências únicas.

Source: http://www.evasoes.pt/fim-de-semana/hotel-cristal-centro-do-porto-ao-virar-da-esquina/

 

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Cerca de 2,7 milhões de crianças vivem em instituições


Pelo menos 2,7 milhões de crianças vivem em instituições em todo o mundo, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância, um número que é “apenas a ponta do icebergue”.

Num nota enviada à agência Efe, o diretor associado de Proteção Infantil da Unicef, Cornelius Williams, afirma que as crianças em orfanatos ou instituições, “que já são vulneráveis devido à separação familiar, estão em maior risco de sofrer violência, abusos ou danos a longo prazo no seu desenvolvimento cognitivo, social e emocional”.

O número de crianças em regime de acolhimento por instituições foi publicado esta quinta-feira pela Child Abuse & Neglect e, segundo a Unicef, “são provavelmente apenas a ponta do icebergue”, já que há muitas imprecisões na recolha de dados e nos registos da maioria dos países.

Para o responsável da Proteção Infantil da organização, “a prioridade é evitar o acolhimento institucional” e manter as crianças com as suas famílias, “especialmente nos primeiros anos”.

Os dados a que a Unicef se refere foram compilados em 140 países e indicam que a Europa central e de leste tem as mais elevadas taxas do mundo de acolhimento infantil em instituições, com 666 crianças em cada 100 mil a viverem nestes locais, cinco vezes mais que a média mundial, que é de 120 crianças por cada 100 mil.

Os países industrializados, a Ásia oriental e a região do Pacífico ocupam o segundo e terceiro lugares, com 192 e 153 crianças por cada 100 mil, respetivamente, segundo o comunicado da Unicef.

A organização destaca que muitos países continuam com falta de um sistema eficaz para recolher os números exatos de crianças em situações de cuidado alternativo, e que em muitos casos os dados reais dos que vivem em instituições não são oficialmente contabilizados, e frequentemente os que estão em centros privados não são registados.

Assim, a especialista em estatística da Unicef e coautora do estudo Claudia Cappa pediu que os governos listem, de forma “exata e completa” as instalações de acolhimento e que façam “recontagens regulares das crianças que nelas vivem”.

O objetivo, explicou Cappa, é “ajudar a fortalecer os registos oficiais” e conhecer o verdadeiro alcance do problema para poder “dar uma resposta eficaz”.

Entre os principais fatores que levam à entrada destas crianças em instituições está a desintegração familiar, os problemas de saúde, incapacidade, pobreza ou acesso deficiente a serviços sociais, assinala o estudo.

No comunicado, a Unicef insta os governos a reduzirem o número de crianças em instituições através da prevenção à separação familiar, quando for possível, e à procura por casas com ambientes familiares, como lares de acolhimento. A organização pede ainda mais investimento em programas familiares junto das comunidades.

Source: http://www.jn.pt/mundo/interior/cerca-de-27-milhoes-de-criancas-vivem-em-instituicoes-8523554.html

 

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Sophia de Mello Breyner vai estar em cada recanto da Feira do Livro do Porto


A 4.ª edição do evento que a Câmara Municipal do Porto organiza desde 2014 regressa aos Jardins do Palácio entre os dias 1 e 17 de setembro. Sophia de Mello Breyner Andresen será a escritora celebrada.

“Homenagearemos um nome fundamental da cidade e da cultura, para quem as árvores eram poesia”, explicou o autarca, que teve sempre a seu lado Miguel Sousa Tavares, um dos cinco filhos da escritora. A homenagem começa no dia 2 de setembro, com a atribuição do nome de Sophia a uma tília da Avenida das Tílias.

Para além disso, grande parte da programação cultural — exposições, conversas, debates, um ciclo de cinema e atividades para crianças — será pensada em torno da vida e obra da poetisa que nasceu no Porto, em 1919. Também no dia 2 de setembro, Miguel Sousa Tavares estará nos jardins do Palácio para abrir o ciclo de debates.

“De certeza que a família vai gostar de estar aqui connosco”, disse Rui Moreira, para logo de seguida escutar Miguel Sousa Tavares agradecer a homenagem. “Entre a minha mãe e o Porto houve sempre uma grande relação”, sublinhou, acrescentando que a cidade está intimamente ligada a cada livro que a autora de A Menina do Mar escreveu, e que tem sabido mostrar gratidão a esse legado. “A minha mãe está no sítio certo para ser homenageada.”

No dia da abertura da feira, serão inauguradas duas exposições na Galeria Municipal do Porto. A primeira é dedicada a António Nobre, a propósito dos 150 anos do seu nascimento. A segunda, que terá quatro curadores, vai inspirar-se na água, no ar, na terra e no fogo, e no pensamento de Sophia. Os restantes pormenores da programação vão ser divulgados em breve.

“Vamos manter a mesma dimensão” do evento, explicou o presidente da autarquia, o que se traduz em cerca de 130 pavilhões. O orçamento a pagar pela Câmara também será “sensivelmente o mesmo” dos anos passados, ou seja, 75 mil euros.

No ano passado, estiveram na Feira do Livro do Porto 69 editoras, 26 livrarias, 16 alfarrabistas, 12 instituições e 8 distribuidoras. As inscrições para 2017 abrem no verão. A Câmara está ainda a considerar organizar de forma diferente os alfarrabistas., que se terão lamentado à organização que, com os pavilhões, os clientes não podem manusear os livros.

 

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A Feira do Livro do Porto quer ser mais internacional e vai receber Teju Cole e Han Kang


Han Kang venceu o Man Booker International Prize no ano passado, com o livro “A Vegetariana”.

A sul-coreana Han Kang, o norte-americano Teju Cole e o francês Laurent Binet vão estar presentes na Feira do Livro do Porto, que se realiza entre 1 e 17 de setembro. A notícia foi avançada pelo presidente da Câmara, Rui Moreira, em Espanha.

O autarca esteve esta sexta-feira na abertura da Feira do Livro de Madrid para promover o evento portuense, que a autarquia organiza desde 2014, após uma rutura com a APEL. Anunciando “uma nova etapa” de maior “visibilidade internacional”, Rui Moreira revelou que uma das escritoras presentes será Han Kang, vencedora do Man Booker International Prize em 2016. Foi com A Vegetariana que Han Kang conquistou a distinção. O livro encontra-se editado em Portugal pela D. Quixote.

Outro dos destaques é Teju Cole, o escritor e fotógrafo nascido nos Estados Unidos em 1975 e criado na Nigéria. É autor de romances como Todos os dias são bons para roubar e Cidade aberta., ambos publicados em Portugal pela Quetzal.

O francês Laurent Binet, vencedor do Prémio Goncourt em 2010 com HHhH (editado em Portugal pela Sextante). Em abril deste ano, chegou às livrarias portuguesas A Sétima Função da Linguagem (Quetzal), uma paródia do meio literário e intelectual francês, sob a forma de investigação criminal.

A brasileira Tatiana Salem Levy e os portugueses Ana Luísa Amaral, Gonçalo M. Tavares, Miguel Sousa Tavares, Frederico Lourenço e Tolentino Mendonça também já estão confirmados para a 4.ª edição da Feira do Livro do Porto — desde que é organizada pela autarquia.

Sophia de Mello Breyner Andresen será a escritora celebrada e grande parte da programação cultural — exposições, conversas, debates, um ciclo de cinema e atividades para crianças — será pensada em torno da vida e obra da poetisa que nasceu no Porto, em 1919. No dia 2 de setembro, o filho e também escritor Miguel Sousa Tavares estará nos jardins do Palácio para abrir o ciclo de debates. Haverá também sessões de spoken word, comissariadas por José Eduardo Agualusa e Anabela Mota Ribeiro.

No ano passado, estiveram na Feira do Livro do Porto 69 editoras, 26 livrarias, 16 alfarrabistas, 12 instituições e 8 distribuidoras. As inscrições para 2017 abrem no verão.

Source: http://observador.pt/

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Porto mostra o Património Mundial visto pelas crianças


“O meu PORTO é Património Mundial” é o nome da exposição que reúne trabalhos de alunos das escolas da cidade e que é inaugurada na quinta-feira, dia 18, às 15 horas, no Museu do Vinho do Porto.

A exposição foi composta a partir do projeto com o mesmo nome e desenvolvido pela Câmara do Porto junto da comunidade escolar, ao longo do ano letivo 2016/2017.
A iniciativa tem como objetivo principal realçar a importância da classificação atribuída pela UNESCO ao Centro Histórico do Porto enquanto bem único e insubstituível. Neste contexto, foram desenvolvidas atividades dentro e fora da escola para promover a consciência sobre a responsabilidade individual e coletiva na preservação do património da cidade, bem como para criar hábitos de participação e fruição de experiências criativas.

O ano letivo 2016/2017 foi o quinto consecutivo do projeto “O meu PORTO é Património Mundial” e envolveu 783 alunos e 21 professores de 16 escolas.

Já reconhecido pela UNESCO como uma boa prática no âmbito das dinâmicas educativas e formativas, o projeto é promovido pela Câmara do Porto e a Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana.

A exposição ficará patente até 2 de junho no Museu do Vinho do Porto (Rua de Monchique, 98), de terça-feira a sábado entre as 10 e as 17,30 horas e ao domingo entre 10 e as 12,30 e entre as 14 e as 17,30 horas.

Source: http://www.porto.pt/noticias/porto-mostra-o-patrimonio-mundial-visto-pelas-criancas

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Noshi: Um café que é um jardim na Baixa do Porto


O Noshi privilegia a ligação à natureza e a alimentação saudável, imagens de marca do projeto que quer ser uma alternativa à oferta na cidade.

Logo ao entrar, salta à vista a filosofia do espaço. Ambiente intimista, ligação com a natureza, tudo convida a relaxar. Ao atravessar o corredor que nos leva às mesas, vislumbra-se o pátio interior repleto de plantas suspensas. O Noshi é verde e quer ser uma espécie de jardim na Baixa do Porto, onde pode tomar pequenos-almoços, lanches e almoços. Às sextas e sábados também se pode jantar.

Ana e Paula Fernandes, mãe e filha, criaram uma alternativa ao que existe na cidade. Carnes de porco e vaca não entram, mas servem-se carnes brancas, salmão, anchovas, frutas, pudim de chia e alguns produtos sem glúten, como a quinoa, pratos de bulgur, couscous, massa integral ou arroz selvagem.

Para pequenos-almoços e lanches há o especial da casa, que varia diariamente (3,50 euros), papas ou panquecas de aveia, ambas com leite vegetal, açaí com frutas, iogurte, mel e granola, entre outros. Têm sempre uma sugestão de almoço (mais sopa, refresco do dia e café) por 8,90 euros várias hipóteses na ementa, como pasta integral, peito de frango assado, pesto, queijo feta, tomate cereja e lâminas de queijo parmesão, couscous, salmão fumado, legumes grelhados, tomate cereja e molho de iogurte e hortelã.

Há numerosas “tostas do outro mundo”, doces ou salgadas (3,20 a 6,50 euros), tábuas de enchidos (de carnes brancas) e queijo. Está ainda a ser planeado um menu de brunch. Para acompanhar, água aromatizada com frutos, mazagran ou vinho a copo.

Imagem de marca é também o café homónimo, expresso ou de filtro, desenvolvido propositadamente para este projeto. Disponíveis no Noshi estão os chocolates Cavalier (sem açúcar, substituído por Stevia), e 23 chás da Tea Tales. Noshi porquê? Paula faz um bolo de noz e chia e lembrou-se do nome ao juntar as duas palavras. Ao pesquisarem na internet, descobriram ser uma expressão japonesa que significa boa sorte e boa esperança. Nascia o nome desta aventura.

Source: Revista Evasões