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Sobre a Obra:

A infância de Irene terminava no dia em, com a família, entrou no campo de Bergen-Belsen.

Irene tornava-se, prematuramente, responsável por cuidar dos seus pais enfermos, por tomar conta de crianças famintas, por levar roupas à sua vizinha, de Amesterdão, Anne Frank, também ela prisioneira naquele campo, e por sobreviver.

O tempo parecia interminável até ser oferecida à família uma hipótese de escapar a este tormento, o que só seria possível se estivessem saudáveis; estavam assim nas mãos do médico nazi que atestaria se assim era.

Várias semanas depois de pequenos milagres e tragédias, Irene chegava ao deserto da Argélia, onde faria a sua grande viagem pela redenção até à idade adulta, sozinha, sem o seu irmão e os pais.

Sobre o Autor:

Irene Hasenberg Butter é uma conhecida ativista pela paz, sobrevivente do Holocausto e professora emérita de Saúde Pública da Universidade de Michigan. É uma conferencista inspiradora, frequentemente convidada a proferir palestras sobre a sua experiência durante a Segunda Guerra Mundial em que enfatiza a importância de «não ser mero espetador» e de que «uma pessoa pode fazer a diferença». É cofundadora da Zeitouna, uma organização de mulheres judias e árabes que trabalham em prol da paz, e fundadora do Projeto Raoul Wallenberg na Universidade de Michigan, que homenageia o diplomata sueco que salvou milhares de judeus através da atribuição de bolsas e de um prémio anual que distingue obreiros da paz, como Dalai Lama, Elie Wiesel, Desmond Tutu e Aung San Suu Kyi. Possui um doutoramento em Economia pela Universidade de Duke.

“A Rapariga que Acreditava em Milagres” de Irene Butter, John D. Bidwell e Kris Holloway

 

«Desde o Diário de Anne Frank que não me sentia tão tocada por um livro que lida com o abismo negro da condição humana durante o Holocausto. Este livro é uma revelação daquilo que sustenta o espírito humano, e que é muito mais forte do que o ódio.»
Jacqueline Sheehan, autora bestseller do The New York Times