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Sobre a Obra:

Muito na linha de Cisnes Selvagens, de Jung Chang, mas tendo como objeto a China das novas gerações, este é um relato não ficcional e na primeira pessoa, com digressões para o passado (político e familiar) e a observação das múltiplas vertentes sociais e culturais da história moderna da China, em constante mudança.

Karoline Kan está na vanguarda dessa mudança: nasceu em 1989, como segunda filha – ainda durante a vigência da Política do Filho Único – numa China rural. Chegou ao ensino superior e conquistou a autonomia económica sem ter de se casar e fazendo o trabalho que escolheu: escrever para revistas e jornais de prestígio internacional. As grandes referências de Karoline Kan são Jung Chang, Xinran e Xiaolu Guo – todas elas autoras publicadas pela Quetzal.

Sobre o Autor:

Karoline Kan, que trabalhou como repórter na redação do The New York Times em Pequim, ganhou o Prémio das Associação Internacional de Jornalistas da China em 2016, e foi jornalista da Rádio France Internacional e da revista That’s Beijing. Em 2019, foi distinguida com o Young China Watcher of the Year. Atualmente é editora do jornal digital China Dialogue – e vive em Pequim.