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O relato da expedição histórica de Fernão de Magalhães por quem a viveu

Sobre a Obra:

Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens.

Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia – onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522.

A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.

Sobre o Autor:

Antonio Pigafetta foi um nobre italiano do Renascimento que exerceu funções de cronista, explorador e geógrafo ao serviço da República de Veneza. Além disso, foi cavaleiro da Ordem de Malta, e considera-se que terá sido o primeiro europeu a relatar a descoberta do estreito de Magalhães. Em 1518 foi viver para Espanha. Fez parte da expedição capitaneada por Fernão de Magalhães, que culminou na primeira circum-navegação do globo. Daí nasceu A Primeira Viagem em Redor do Mundo, que se converteu principal fonte de informação sobre a viagem de Magalhães e Sebastián Elcano, e sobre a própria vida de Pigafetta.