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As perguntas e as respostas para alcançar uma vida feliz e livre de preconceitos

Sobre a Obra:

Aprenda a dizer Que se F*da! e descubra o seu poder libertador.

Sabia que as pessoas mais felizes são as mais jovens e as mais velhas, e as menos felizes são as que têm idades compreendidas entre os 40 e os 50 anos?

Depois do grande sucesso da sua palestra no TEDx São Paulo, A Invenção de uma Bela Velhice, Mirian Goldenberg compila neste livro os resultados das suas pesquisas dos últimos 30 anos dedicadas ao comportamento feminino e às questões sociais que envolvem o envelhecimento, tendo como objetivo criar uma antropologia da felicidade.

Este livro expõe a forma como ser homem ou mulher muda significativamente os sonhos, as atitudes e as expetativas de alcançar a felicidade.

Cada um dos capítulos começa com uma pergunta, apresenta uma discussão e termina com um espaço para o leitor anotar as suas ideias e reflexões.

Sabe reconhecer um vampiro emocional?
Sabe o que vai ser (e fazer) quando envelhecer?
Lembra-se de agradecer à vida?
O que lhe falta para ser mais feliz?

Estes são alguns dos tópicos com que a autora orienta o leitor a fazer a pergunta certa e, a partir daí, seguir o caminho para uma vida mais feliz, libertando-se de estereótipos, inseguranças e medos.

Sobre o Autor:

Mirian Goldenberg é doutorada em Antropologia Social e professora catedrática do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Natural de Santos, São Paulo, é uma investigadora de referência nos estudos sobre comportamento, casamento, sexualidade, corpo e envelhecimento. É ainda, desde 2010, colunista no jornal Folha de S. Paulo, sendo os seus artigos dos mais populares do conhecido diário.
Escreveu dezenas de livros bestsellers. Em 2018, a sua palestra do TEDxSãoPaulo, intitulada A Invenção de uma Bela Velhice, teve mais de um milhão de visualizações no YouTube.

EXCERTOS:

Anos depois da publicação de Coroas, A Bela Velhice e Homem não Chora, Mulher não Ri – livros nos quais defendi a importância do que se foda! para a libertação das mulheres – fiquei surpreendida quando, em 2017, chegou ao Brasil o livro de um autor americano com o que se f*da – assim, com um único asterisco – estampado na capa. Só então percebi que não tinha tido a coragem de pôr que se foda! nos títulos dos meus livros, apesar de já ter descoberto, com os meus estudos, o poder do botãozinho há mais de dez anos.
Como demonstrou o texto atribuído a Millôr Fernandes, o poder do que se foda! circula há muito tempo no nosso inconsciente coletivo. Sorte de quem teve a ousadia de o usar como título na altura certa.
Mesmo atrasada, e correndo o risco de algumas pessoas que não conhecem os meus livros e artigos na Folha de S. Paulo acharem que estou apenas a apanhar a boleia dos outros títulos de sucesso, não quero esperar mais uma década para sair do armário.
Como disse uma querida amiga, toda gente que conhece o meu trabalho já sabe que eu falo da importância do que se foda! há mais de dez anos. Quem ainda não sabia disso, e depois de ler tudo o que escrevi, continuar a achar que só agora estou a embarcar na onda do botãozinho… merece uma única resposta: que se foda!