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A história extraordinária de uma jovem judia holandesa e da família que a salvou durante a segunda guerra mundial

Vencedor do Prémio Costa 2018 para Melhor Biografia

Sobre a Obra:

Lien tinha 8 anos quando os pais abdicaram dela na esperança de a salvarem. Criada por uma família de acolhimento durante a ocupação da Holanda na Segunda Guerra Mundial, sobreviveu, mas os seus pais biológicos morreram em Auschwitz. Muitos anos depois, um mal-entendido levou a família adotiva a afastar-se, até Bart van Es — neto dos pais adotivos de Lien — a resgatar do esquecimento.

Agora nos seus 80 anos, Lien acedeu a conversar com o autor e a contar a sua história. Há coragem, generosidade e sacrifícios, mas há também um lado negro. De todos os países ocupados, a Holanda foi o mais cooperante com o regime nazi. Ao mesmo tempo que famílias salvavam crianças judias acolhendo-as no seu seio, as autoridades holandesas perseguiam com zelo excessivo todos os judeus. Dos 400 antigos judeus portugueses, por exemplo, tão profundamente enraizados no país, só oito regressaram dos campos de concentração.

A Rapariga Esquecida é a história da luta pela sobrevivência de uma jovem durante a guerra, do profundo amor das famílias adotivas pelas crianças que salvaram e de como o caráter das pessoas é definido pelos desafios que elas enfrentaram.

Sobre o Autor:

Bart van Es é professor de Literatura Inglesa no St. Catherine’s College, da Universidade de Oxford. É autor de vários livros sobre William Shakespeare.
Tem também publicado artigos sobre historiografia da Renascença e poesia pastoral. Nasceu na Holanda e vive agora com a família em Inglaterra.

 

«A joia do ano. Sensacional e cativante, chama a atenção para alguns dos mais prementes assuntos dos nossos tempos. Este foi o nosso vencedor por unanimidade.» – O júri do Prémio Costa 2018

«Fulgurante e assombroso.» – Philippe Sands, autor de Estrada Leste-Oeste

«Uma história inspiradora de tragédias e triunfos das crianças “escondidas” do Holocausto e das famílias que as protegeram.» – Georgia Hunter, descendente de sobreviventes do Holocausto

«Magnífico. Este é um livro necessário – doloroso, pungente e trágico, mas também edificante.» – The Times
«Uma obra-prima de história e memória.» – Evening Standar

«Uma memória extraordinária.» – Sunday Times

«Recheado de fotografias de família, que aumentam o impacto das dolorosas memórias, esta história vai tocar a todos profundamente.» – Sunday Mirror

«Escrito com sensibilidade, este livro é um retrato memorável de uma mulher extraordinária.» – Kirkus