Distinguido com o selo White Ravens
Sobre a Obra:
Nasce como doença sussurrada e cresce a partir do ódio, da ambição e do medo. Não ouve, não vê, tão-pouco sente; mas esmaga e cala.
A guerra é, porventura, o mais perene produto em série alguma vez inventado. Num mundo armadilhado como nunca antes, este poema ilustrado de José Jorge Letria e André Letria é como um archote que se lança sobre a memória adormecida.
Sobre o Autor:
José Jorge Letria. Ficcionista, mas também jornalista, poeta, dramaturgo. Nasceu em Cascais, em 1951, onde foi vereador da Cultura entre 1994 e 2002. Tem livros traduzidos em mais de uma dezena de idiomas e foi premiado em Portugal e no estrangeiro, destacando-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queiroz – Município de Lisboa e o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte. O essencial da sua obra poética encontra-se condensado nos dois volumes da antologia O Fantasma da Obra. Ao lado de nomes como José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, foi um dos mais destacados cantores políticos portugueses, tendo sido agraciado, em 1997, com a Ordem da Liberdade. É mestre em Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e pós-graduado em Jornalismo Internacional.
Doutorou-se com distinção em Ciências da Comunicação no ISCTE, em Setembro de 2017. É presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e do Comité Europeu de Sociedades de Autores da CISAC.
É coautor, com José Fanha, de várias antologias de poesia portuguesa.