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“Os Últimos Sete Meses de Anne Frank”


“Os Últimos Sete Meses de Anne Frank” by Willy Lindwer

Sobre a Obra:

O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.
Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.
Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar – exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.
A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.

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Pets

Você sabe por que os gatos ronronam?


O ronron nos gatos é uma coisa muito própria deles e que nos chama poderosamente a atenção. Se trata de um comportamento muito curioso nos felinos, já que o som que os gatos realizam, vem acompanhado de uma vibração. Os donos desses animais e mesmo as pessoas que não têm gatos sabem disso.

Nós que gostamos tanto destes adoráveis animais, mais de uma vez nos perguntamos de onde vem esse ronron e por que ele é feito.

A maioria dos gatos costumam ronronar quando estão sendo acariciados e isso faz o dono pensar que ele está contente e que gosta das carícias que ele está recebendo.

Mas este ronron ainda representa um enigma para as pessoas, como ele é produzido, quando é emitido ou por que ele é feito. Dentro de todos os felinos, só os gatos ronronam.

A origem de tudo:

Esse ronron começa na lactação, quando a gata está amamentando, tanto ela como o filhote ronronam. Quando a mãe produz o som, avisa a sua cria onde ela está localizada.

Além disso, ela realiza esse som como uma forma de acalmar os seus gatinhos no momento da lactação. Esse ronron continua na sua idade adulta para expressar diversos sentimentos do gato pelo dono.

Segundo especialistas, o gato produz o ronron quando está satisfeito, sente prazer ou está feliz. Mas esse ronron não sempre é produzido quando o gato está contente, ele também se apresenta em situações onde o gatinho está com medo ou ansiedade.

Isso pode acontecer quando ele se sente ameaçado por outro animal, e tentar se acalmar através do ronron. Também é visto como uma forma de pedir ajuda nas situações nas que ele se vê ameaçado.

Nos gatos de casa, nós adoramos quando eles sobem em nosso colo e começam a ronronar, vemos isso como uma demonstração de que eles se sentem seguros conosco, e ao mesmo tempo, felizes e o demonstram dessa forma.

As diversas teorias:

Na maioria das vezes vemos o nosso gato ronronando quando tudo está bem. Ele pode ser visto como uma forma de mostrar dependência para a mãe, a partir de tenra idade. Já na idade adulta, ele se mostra como uma forma de dependência do dono do gato.

Existem teorias sobre como é produzido o ronron destes peludinhos, mas não se sabe a ciência certa de onde vem esse som tão característico dos gatinhos.

Uma das teorias diz que ele é produzido porque o gato conta, além das suas cordas vocais que lhe permitem emitir diversos sons, com umas dobras vestibulares que se chamam também falsas cordas vocais.

quando o ar é inspirado e depois exalado, elas produzem as vibrações conhecidas como o ronron.

Essa é uma das teorias da origem do ronron dos gatos, outra nos diz que ele é produzido quando o gato contrai os músculos da laringe, e essa retração produz o que é o ronron.

Essas são algumas das teorias, uma questão fascinante. E ainda não se chegou a um consenso sobre onde, realmente se produz o som e a vibração característica nesse precioso animal. O que sim podemos dizer, é que nós adoramos quando nosso gato se aproxima emitindo esse som.

 

É só questão de observar:

Normalmente, esse som tão típico do gatinho vem acompanhado, por sua vez, de algum sinal corporal, como pode ser a posição do seu rabinho, que eles costumam esfregar na gente.

Esses sinais corporais, por sua vez, indicam que o bichano quer alguma coisa dos seus donos, seja pra os alimentarmos, para que brinquemos com ele ou alguma outra coisa.

O ronron tem diferentes variantes, e costumam se classificar de acordo com a sua entonação, sua duração e intensidade. Os gatos tendem a emitir diferentes sons, dependendo do que estão fazendo, sentindo ou do que eles querem conseguir.

O miado que emitem é muito diferente dos ronrons que eles costumam emitir quando se sentem cômodos ou sentem prazer.

Existem alguns gatos cujos ronrons são altamente audíveis, enquanto que em outros, a gente mal consegue escutar. Como também existem gatos que ronronam a maior parte do tempo.

Enfim, esse som e vibração particulares, que nosso gatinho emite em certas ocasiões e que nós adoramos tanto neles, vão continuar nos chamando a atenção e nos cativando.

 

Source: https://meusanimais.com.br/voce-sabe-por-que-os-gatos-ronronam/

 

Livros

“Lugares Abandonados de Portugal”


Sobre a Obra:

É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem histórias de amor como episódios trágicos com um final surpreendente. Numa certa noite, o comandante Batista de Carvalho juntou um grupo de amigos e familiares para uma festa. A meio do jantar levantou-se, dirigiu-se ao quarto, pegou num revólver e suicidou-se. Não é caso único nas tragédias que assolam os lugares abandonados de Portugal. A 10 de Julho de 1957, a GNR avançou sobre a população do Colmeal, em Figueira de Castelo Rodrigo. Houve mortos, feridos e no fim da luta,  ninguém ficou na aldeia para contar a história.

O silêncio passou a ser o único habitante daquela que é apenas uma das muitas aldeias abandonadas de Portugal. Na quinta da Arealva, à beira Tejo, em Almada, ainda restam os armazéns, o cais e até os rótulos dos vinhos, negócio que, em 1757, trouxe os O’Neill para Portugal. A família viveu na quinta por várias gerações, mas a azáfama acabou por dar lugar ao vazio que ali perdura. Os lugares abandonados são uma viagem fascinante ao passado. Saber o que foi aquele lugar, quem ali viveu, o que aconteceu e porquê, perceber o que restou, de tudo isso nos falam os escombros ou as paredes que se mantiveram de pé. De uma forma geral, somos surpreendidos com o que descobrimos. Neste livro, a jornalista Vanessa Fidalgo percorre o país de norte a sul e revela-nos a história de dezenas de lugares abandonados. Recupera personagens que os habitaram, as suas vivências, amores e desamores, os episódios que conferiram a esses locais uma alma e uma memória. São histórias de aldeias inteiras que, de um dia para o outro, ficaram abandonadas; de estações ferroviárias onde o apito dos comboios deixou de se ouvir; de mansões e palacetes em que o silêncio se instalou como uma herança maldita.

Sobre o Autor:

Vanessa Fidalgo nasceu em São Domingos de Benfica, a 15 de maio de 1978. Licenciou-se em Comunicação Social, na variante de Publicidade e Marketing, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), da Universidade Técnica de Lisboa (UTL). Como colaboradora, assinou artigos para as revistas Sábado, Loud Magazine, jornal Inside e também para o portal Disco Digital. Desde 1997 é jornalista no diário Correio da Manhã. Foi aqui que publicou a reportagem Ainda há histórias de casa assombradas, uma viagem pelo país real e pela internet sobre os mitos de fantasmas que de norte a sul do país continuam a alimentar a imaginação popular.

 

Vale a pena visitar...

Bierhaus: Uma casa da cerveja (e da Baixa do Porto), com certeza


O bar Bierhaus é a mais recente aposta do grupo the Gin House, aqui especialmente dedicado ao segmento das cervejas.

 

O novo espaço do grupo The Gin House é dedicado às cervejas e tem uma especial atenção à gama artesanal e portuguesa.

Apesar de estar em alemão o nome não engana. É uma casa da cerveja, com certeza, ou não fosse esse o lema do novo bar da Rua Cândido dos Reis. A Bierhaus abriu há duas semanas e é a mais recente aposta do grupo The Gin House especialmente dedicada ao segmento das cervejas e com enfoque nos produtos artesanais e nacionais.

O espaço, onde anteriormente funcionava o bar Trem das 11, foi decorado com o imaginário de uma taberna cosmopolita onde predominam o ferro e a madeira e os tons quentes e castanhos escuros. O balcão é espaçoso e convidativo, mas também há mesas e bancos altos na sala e uma zona mais recatada com mesas, cadeiras e sofás corridos.

A casa tem uma parceria com a Bohemia da Sagre, mas pode-se escolher de entre uma vasta seleção de cervejas à pressão ou em garrafa. Obviamente, há maior atenção para as marcas artesanais e portuguesas, como a Sovina, a Maldita, a Musa, a Topázio e a Letra, mas, nas cerca de 30 referências disponíveis, também há cervejas estrangeiras mais comuns como a Heineken ou a Guiness e algumas mais exóticas como a Isleña. E ainda há cidra para quem quiser variar.

Se a fome apertar, não há problema. A Bierhaus tem vários petiscos para satisfazer os mais exigentes apetites como tábuas de queijos e enchidos, saborosas conservas nacionais (bacalhau, atum, cavala, sardinha e salmão) e as especialidades marinadas da casa servidas em apelativos frascos de vidro (queijo de cabra picante, queijo da ilha, tremoços à madeirense, azeitonas e linguiça picante).

MORADA: Rua Cândido dos Reis, 85 (Baixa), Porto
HORÁRIO: Das 19h00 às 02h00; sexta e sábado até às 04h00
CUSTO (€€) Preços: cervejas a partir dos 2 euros, brancas a partir dos 5 euros
Alimentação

Estes alimentos fazem bem ao cérebro


Preocupamo-nos mais com a saúde física do que mental, mas uma não vive bem sem a outra. Conheça os alimentos que protegem e melhoram a saúde do seu cérebro.

Mirtilo:

É um dos alimentos mais ricos em antioxidantes, que ajudam a aumentar o fluxo de oxigénio e sangue no cérebro, além de serem uma excelente fonte de vitaminas, minerais e fibra. As suas propriedades ajudam sobretudo a proteger o cérebro do stress e de processos degenerativos como a perda de memória.

Salmão:

Rico em omega-3, é um dos melhores «combustíveis» para o cérebro. Não só melhora a memória, como ajuda à concentração. O salmão selvagem é o mais aconselhado, naturalmente.

Tomate:

Existem fortes evidências de que o licopeno, um poderoso antioxidante presente no tomate, pode ajudar a proteger da destruição celular que ocorre no desenvolvimento de demência. Quando cozinhado com azeite, outro alimento bom para o cérebro, a sua absorção é otimizada, o que aumenta a sua eficácia.

Nozes:

Um punhado (não exagerar!) de nozes por dia melhora as capacidades cognitivas e a saúde do cérebro, graças mais uma vez aos níveis elevados de antioxidantes, vitaminas e minerais.

Couves e verduras em geral:

No caso do cérebro, o verde é uma cor a ter em conta na escolha dos alimentos. Couves, espinafres, brócolos. Diversos estudos científicos apontam-nos como extremamente protetores no que respeita às demências.

Sementes de abóbora:

Mais ricas em zinco do que outras sementes, melhoram a memória e as capacidades cognitivas. O magnésio e a vitamina B, em que também são fartas, previnem o stress e melhoram o humor. Misture-as nos cereais do pequeno-almoço ou nas saladas.

Alcaparras:

São um condimento e dos bons. Ricas em cálcio, minerais, vitaminas e antioxidantes, são usadas desde tempos imemoriais como calmante e afrodisíaco.

 

Source: http://www.noticiasmagazine.pt/2017/alimentos-para-o-cerebro/

 

Livros

“Nada”


Sobre a Obra:

Janne Teller conta a história de um rapaz de 14 anos, Pierre, que deixa de acreditar no sentido da vida. Para provar que está errado, os seus amigos querem mostrar-lhe que tudo tem significado e, como tal, começam a criar uma pilha de objetos com significado para cada um deles. Cada membro do grupo deverá dizer ao próximo o que sacrificar para que possa contribuir para a pilha de significados e, rapidamente, o descontrolo deste grupo de jovens conferirá a este projeto uma dimensão mórbida e com um desfecho arrasador, explorando a condição humana e aquilo que move cada uma das pessoas.
Vencedor de inúmeros prémios internacionais, como o Michael L. Printz Honor, EUA; Mildred. L. Batchelder Honor Award, EUA; Die Zeit. Luchs Preis, Alemanha; Le Prix Libbylit, França; e Cultural Ministry’s Prize, Dinamarca, «Nada» tem servido de inspiração a diversas adaptações ao teatro e ópera.

Pierre Anthon acha que nada vale a pena, a vida não tem sentido. Desde o momento em que nascemos, começamos a morrer. A vida não vale a pena!
O rapaz deixa a sala de aula, sobe a uma ameixieira e lá fica. Os amigos tentam fazer de tudo para o tirar de lá, mas nada resulta. Decidem então pôr em prática um plano: fazer uma «pilha de significado». Cada um deve dar algo que tenha significado para si. Mas depressa se torna óbvio que a pessoa não pode dar aquilo que é mais importante para si, portanto começam a ser os outros a decidir. À medida que as exigências se tornam extremas, os acontecimentos precipitam-se para um final arrasador.
Um livro polémico e chocante, que convida à reflexão.

Sobre o Autor:

Janne Teller é uma conceituada autora dinamarquesa de origem germano-austríaca. Escreve ficção e não ficção. Autora de seis romances, entre os quais Nada, traduzido para mais de vinte línguas e um sucesso de vendas global. Inicialmente proibido na Dinamarca, Nada é hoje um best-seller internacional, com adaptações ao teatro e à ópera no Reino Unido e considerado por muitos como um clássico contemporâneo. É também autora de Guerra – e se fosse aqui, um livro em formato de passaporte sobre a vida de um refugiado, que a autora adapta e reescreve para cada país onde é publicado.
A autora Janne Teller estudou macroeconomia e trabalhou nas Nações Unidas e na União Europeia nas áreas da resolução de conflitos e questões humanitárias em muitos países, especialmente em África. Durante vários anos, viveu em Moçambique, na Tanzânia e em Nova Iorque. Atualmente vive em Berlim.

 

Pets

Tudo o que você deve saber sobre o sono do seu cachorro


Ver o nosso cachorro dormir é uma das coisas que mais gostamos. Saber como nós podemos ajudar nosso animal de estimação a dormir bem e garantir o necessário para isso é fundamental para seu descanso e bom estado de saúde.

1.Um cachorro dorme mais da metade de seu tempo. Enquanto nós apenas usamos um terço do nosso tempo para dormir, nosso cão precisa de mais, por volta de 65% do tempo dele, quer dizer, de um total de 24 horas do dia, um cão dorme entorno de 15 horas.

2.Ele precisa de um lugar definido. Mesmo que um cachorro possa dormir em qualquer lugar da casa, ele precisa de um lugar onde ter sua cama; um espaço que ele saiba que é dele, para onde ir quando você o repreender; quando precisar relaxar ou quando quiser descansar. Não tome como certo que ele pode dormir em qualquer lugar da casa.

3.A cama. Talvez, você goste que ele durma juntinho com você na sua cama, mas seja como for, ele precisa ter sua própria cama, e, como dissemos antes, ela deve estar posicionada, sempre, em um mesmo lugar. Não importa que tipo de cama você goste. Existem camas para cães com diferentes formatos e texturas, apenas recomendamos que seja lavável, com cores que não cansem sua vista e que seja confortável para ele. Hoje em dia, existem muitas lojas onde você pode entrar com seu cachorro. Deixe-o ajudar a escolher!

4.Seus ciclos do sono. Os cães têm, pelo menos, três ciclos do sono que se dividem em fases. No primeiro, a atividade cerebral vai diminuindo, mas a força muscular continua a mesma, quer dizer, ele não consegue relaxar totalmente. Na segunda fase, a atividade cerebral é intensa, mas ocorre o relaxamento muscular. O animal pode ter espasmos ou se mexer, mas isso não significa que ele esteja acordado. É importante que você respeite seus ciclos e que não o acorde, porque isso pode causar problemas para ele.

 

 Distúrbios do sono:

O seu animal, da mesma maneira que acontece conosco, pode sofrer insônia ou de distúrbios que o impeçam de ter um sono equilibrado. Diversos fatores influenciam nisso:

1.Quem sabe sua cama não esteja localizada em um lugar muito barulhento, que não lhe possibilite relaxar.

2.Ansiedade causada pela separação de sua família. Se ele ainda for um filhote, provavelmente, sente falta de sua mãe e de seus irmãos; é possível que não consiga dormir bem à noite.

3.Doença. Talvez alguma doença que ainda não se manifestou esteja pertubando o sono dele.

4.Correntes de ar. Os cachorros não gostam de correntes de ar. Se a sua cama estiver em um lugar onde haja muitas correntes de ar, com certeza ele não terá um sono equilibrado.

5.Dor. Se ele sente algum tipo de mal-estar, não conseguirá dormir.

6.A idade. Quando os animais envelhecem, perdem seus sentidos pouco a pouco. Isso pode torná-los nervosos, dificultar-lhes o reconhecimento do lugar em que se encontram e impedi-los de conseguir dormir bem. Um truque que você pode usar nesse caso é acender uma lâmpada com luz baixa para que ele a tenha como referência.

Se você acha que, ao invés de apresentar alguns desses sintomas, ele esteja com alguma doença ou sentindo alguma dor, é melhor procurar a ajuda de um veterinário. Ele será quem melhor poderá dizer quais são as causas e o que fazer em cada caso.

Source: https://meusanimais.com.br/voce-sabe-por-que-os-gatos-ronronam/

 

Livros

“As Cores do Amor”


Sobre a Obra:

A autora convida o leitor a anotar as sensações e emoções que despertam em si ao explorar o seu coração sem limites, não estando dependente de crenças alojadas na mente.
«Na verdade, não domos educados com base numa visão holística do amor: o amor era algo que sentíamos, que víamos nos outros e absorvíamos das revistas, da televisão e da música. Porém, estes veículos de informação limitam-se a falar sobre o amor a preto e branco. Tudo ou nada», afirma Karina Velasco na introdução do seu livro.

«Como sabemos, as cores são sete: o vermelho, o laranja, o amarelo, o verde, o azul, o índigo e o violeta; na realidade, porém, a luz alberga entre 280 e 740 matizes, além das misturas que se obtêm a partir do branco e do preto. As cores que cada um de nós capta, por sua vez, dependem da forma como vemos o mundo, do grau de conexão que temos com o sentido da visão e da quantidade de células que existem nas nossas retinas. Quando, por distração, não nos damos conta da presença de um arco-íris, perdemos uma oportunidade de viver uma grande bênção e de alcançar um momento de iluminação. Assim é a vida… Quando a vivemos em cada aqui e agora, ela torna-se uma grande aventura, apresentando-se como um arco-íris repleto de bênçãos que nos iluminam e de desafios que nos permitem crescer e abrir o coração, transformando-nos em seres de amor. O amor não é branco, nem preto, nem cinzento, mas sim um arco-íris cujos múltiplos matizes nos convidam a experienciar os relacionamentos e a sexualidade na sua máxima expressão e acedendo a possibilidades mais abrangentes.»

Sobre o Autor:

Karina Velasco é autora de vários best-sellers na área da sexualidade e da saúde natural.

 

Lifestyle · Livros

“Adeus, Coisas”


Sobre a Obra:

O fenómeno japonês que nos mostra que uma vida simples é uma vida feliz.

Hoje, o sucesso é medido pelas coisas que temos e pela comparação com o que os outros têm. Por isso, compramos para nos sentirmos bem-sucedidos e preenchemos a casa e a vida de coisas que rapidamente perdem o brilho e deixamos de usar. E repetimos o processo numa busca infindável pelo que supomos ser a felicidade.

No Japão, surgiu o movimento minimalista, que rejeita tudo isto e nos mostra que o essencial é suficiente para sermos felizes, libertando-nos, ao mesmo tempo, dessa pressão social. Fumio Sasaki não é um guru do minimalismo, é apenas uma pessoa normal que levava uma vida stressante e se martirizava com a constante comparação com os outros.

Até que um dia decidiu mudar de vida, dizendo adeus a todas as coisas que acumulou durante anos, mas das quais efetivamente não precisava. Os resultados foram surpreendentes e Sasaki percebeu, finalmente, o que era ter liberdade.

Neste livro, o autor partilha a sua experiência pessoal com o minimalismo, revelando dicas sobre o processo e mostrando como este movimento pode transformar o nosso espaço e, principalmente, enriquecer a nossa vida.

Sobre o Autor:

Fumio Sasaki nasceu em 1979, em Kagawa, no Japão. Trabalha como editor na Wani Books, uma editora especializada em banda desenhada japonesa.
É coautor do blogue Minimal & ism, sobre o minimalismo, e vive segundo os seus preceitos, num apartamento de 22 metros quadrados, em Tóquio, mobilado apenas com uma pequena caixa de madeira, uma secretária e um colchão desdobrável.

 

«O objetivo do livro de Sasaki é podermos tornar-nos uma versão autêntica de nós próprios, aliviados do peso das coisas, do desejo que temos por elas ou da autoestima que a sua posse proporciona.» – Los Angeles Times

«Para Sasaki, o minimalismo não é sobre quão pouco tens, mas sobre como isso te faz sentir. O minimalismo ajudou-o a perder peso, a tornar-se extrovertido e proativo e, acima de tudo, a sentir-se feliz e grato pelo que tem.» – Cosmopolitan

 

Receitas

Cooking: Penne integral com cogumelos, espinafres e ricotta


Ingredientes:
penne integral (ou outra massa a gosto)
100 gramas de cogumelos frescos cortados em quartos
100 gramas de queijo ricotta
1 molho generoso de espinafres frescos (1 embalagem)
queijo ralado q.b
1 cebola picada
1 dente de alho esmagado
sal e azeite q.b
Preparação:
Coza a massa com água e sal. Reserve.
Refogue a cebola e o alho em azeite numa frigideira anti-aderente.
Junte os cogumelos, mexa bem e junte os espinafres.
Tempere com sal e mexa bem até os espinafres começarem a perder o volume. Retire do lume e deixe arrefecer.
Numa assadeira de levar ao forno coloque uma camada de massa, por cima a mistura de cogumelos e espinafres e adicione o queijo ricotta.
Termine com um pouco de queijo ralado por cima e leve ao forno cerca de 15 minutos apenas até o queijo derreter.
Receitas

Cooking: Bolo rústico de ameixas


Ingredientes:

90 gramas de açúcar amarelo
1 ovo
1 colher de sopa de manteiga derretida
55ml de leite
140 gramas de farinha
1 colher de chá de fermento
10 ameixas grandes sem caroço e cortadas ao meio

 

Preparação:

Pré-aqueça o forno a 180º.
Bata o açúcar e o ovo. Adicione a manteiga, o leite, a farinha, o fermento e misture bem todos os ingredientes.
Coloque o preparado numa forma untada e forrada com papel vegetal e disponha as ameixas por cima da mistura.
Leve ao forno cerca de 30 a 40 minutos ou até estar cozido.