Filmes

Curta-Metragem: “As Pequenas Coisas”


No ano passado, Dakota Johnson foi a estrela de uma curta-metragem filmada para a Estrella Damm. Este ano, a marca espanhola de cerveja repetiu o formato mas convidou Jean Reno para o papel principal. O actor francês interpreta um homem que descobre que o melhor da vida está nas pequenas coisas, sempre acompanhado por uma garrafa Estrella Damm.

O filme, que conta também com a actriz Laia Costa, estreia em Portugal, no site e canal de YouTube da marca. “As Pequenas Coisas” vai ser alvo também de uma campanha em mupis, em Lisboa e no Porto, desafiando o público a visitar as plataformas digitais e a assistir à curta.

Para Elsa Cerqueira, Marketing manager da Estrella Damm, a curta-metragem «reflecte o espírito da marca» e o «posicionamento gastronómico, que convida consumidores a saborear os melhores pratos com uma boa cerveja e rodeado de amigos» Em comunicado, acrescenta que se trata, sem dúvida, de um «momento-chave para a Estrella Damm em Portugal».

O filme é assinado por Alberto Rodríguez, realizador de títulos como “Marshland”, “El Hombre de las Mil Cara” e “Grupo 7”.

 

Vale a pena visitar...

Restaurantes no Porto para conhecer…


El Argento

O chef argentino Mauricio Ghiglione volta a apostar nos sabores da sua terra para impressionar os portuenses. Depois das carnes à mesa do Belos Aires, as estrelas são as empanadas e os vinhos.

A massa tenra moldada em torno de recheios de carne de vaca e de porco bem condimentada, chouriço e queijos derretidos, junta-se às castas autóctones da América do Sul e às sobremesas com doce de leite para um petiscar como um argentino na baixa do Porto.

 

Por Acaso

Petiscos inspirados nos sabores do mundo é o que se propõe fazer este novo espaço que abriu há dois meses numa zona pouco provável para este tipo de propostas: as Antas. «Ainda equacionamos abrir na Baixa», diz Victor Loureiro, um dos três sócios. Acontece que «os bairros tradicionais estão a renascer» e apostar numa zona residencial onde há poder de compra e com tão poucos espaços pareceu-lhes uma alternativa «cool». Além disso, Victor e Joana Seara, sua mulher e também sócia, vivem ali.

A ideia nasceu «por acaso», admite. Em conversa, durante umas férias, com o amigo e bom cozinheiro Pedro Lobato – que trocou a gravata e a advocacia pela jaleca e a cozinha e fundou o canal de culinária youcook.pt – surgiu a ideia de abrir um sítio.

Como Victor está ligado ao mundo dos vinhos através da Quinta da Cabril, no Douro, não foi preciso muito para chegarem a um acordo sobre que tipo de espaço seria: uma taberna de vinhos e petiscos. Simples, mas com conforto e estilo, a Por Acaso tanto serve umas tradicionais moelas, como croquetas de boletus à maneira espanhola, atum fumado, carpaccio de bresaola, ensaladilla rusa ou, um dos petiscos que foi sucesso imediato, o edamame, vagem de grãos de soja típica do oriente, a que eles chamam de “tremoço” à moda do Por Acaso.

Madriguera

Diz o dicionário de língua espanhola que Madriguera é um refúgio abaixo da terra para onde os animais se recolhem para se protegerem-se dos seus inimigos naturais. O Porto não é cidade de grandes perigos nem o Madriguera, que abriu a 17 de março, é uma toca, mas dará certamente guarida a apreciadores de tapas e pintxos, a imagem de marca da casa. Miguel Silva, 35 anos, engenheiro informático que trabalhou como barista, juntou-se a Cristian Fonseca, já com experiência no ramo da restauração, para abrir este espaço que acreditam colmatar uma falha na oferta da Invicta, com 34 lugares em dois pisos cobertos e mais seis na esplanada.

A carta do Madriguera inclui uma oferta variada, como a anchova com ovo de codorniz, camarão picante, presunto ibérico, salmão fumado ou alheira, mas também sobremesas, do petit gateau ao queijo da Serra com doce de abóbora.

 

Dicas

Reportagem: “Estás viva, minha irmã, estás viva”


Foram precisos 52 anos para o círculo se fechar. Em 1965, durante a Guerra Colonial em Angola, um grupo de soldados portugueses encontrou uma bebé no mato. Batizaram-na Isabel Batata Doce e trouxeram-na para Portugal, onde cresceu sem saber do seu passado. Em África, a família procurou-a durante cinco décadas. Até encontrá-la. Há dois anos a Notícias Magazine contou o lado português da história. Esta é outra parte, a dos dias em que Isabel regressou à sua terra, percebeu quem era e nasceu de novo. Esta, na verdade, é a história de um milagre.

Reportagem de Ricardo J. Rodrigues para ver (http://estasviva.noticiasmagazine.pt/)

“Mesmo que não se conhecessem, mesmo que nunca se tivessem visto antes, naquele abraço cabia uma intimidade de décadas.”

Receitas

Cooking: Aprende a fazer mousse de limão!


Para os dias mais gulosos sugerimos esta receita deliciosa e muito fresca de mousse de limão, perfeita para quem gosta de sabores cítricos.

Ingredientes:

– 1 lata de leite condensado

– Raspa de 1 limão

– Sumo de 1 limão e meio

– 3 ovos

– 1 folha de gelatina incolor

Preparação:

Para começar, retirem a raspa de um limão com um ralador. Guardem uma colher de chá de raspas para decorar. Espremam o sumo de 1 limão e meio. Ponham a folha de gelatina de molho em água suficiente para a cobrir. Separem as gemas das claras e reservem as claras, preferencialmente no frigorífico.

Com uma batedeira ou vara de arames, batam as gemas até ficarem cremosas. Misturem o leite condensado, a raspa e o sumo de limão.

Espremam a folha de gelatina, retirando o máximo de água que conseguirem, e ponham num tachinho ao fogão, com o lume baixo, mexendo até a gelatina derreter completamente, com cuidado para não deixar ferver. Deitem a gelatina na mistura de gemas e leite condensado, batendo com a batedeira, ou com uma colher, para a gelatina ficar uniformemente misturada.

Batam as claras em castelo – se usarem a batedeira tenham o cuidado de lavar as pás cuidadosamente para que não haja vestígios de gordura. Envolvam as claras completamente na mistura com uma colher ou vara de arames, sem bater.

Levem ao frigorífico 3 horas no mínimo. Antes de servir, polvilhem com a raspa de limão.

Source:  http://tag.jn.pt/aprende-mousse-limao/

 

Vale a pena visitar...

Novos restaurantes do Porto para conhecer


Madeira Taste

Abrir um restaurante de cozinha madeirense na Rua da Madeira parece ser algo planeado ao pormenor. Mas no caso do Madeira Taste, que abriu portas há três meses nesta rua ao lado da estação de São Bento, não foi isso que aconteceu. Dília Silva, nascida na Calheta, não sabia mesmo que a rua que onde se apaixonou, sendo essa a razão para se instalar no Porto, tinha o nome da sua ilha. Dília vive entre a Madeira e o Porto.

Natural da Calheta, foi lá que começou a fazer-se empreendedora bem sucedida na restauração e na hotelaria. Na verdade, é multifacetada. Tem um táxi, já fez rádio, teatro, foi contabilista vários anos. Foi esse espírito que a fez querer abrir um restaurante no Porto, mas não foi só isso. Dília conta que vinha muitas vezes ao Porto para descansar da sua cidade, onde toda a gente a conhece. Um dia foi jantar a um restaurante conhecido na Rua da Madeira e apaixonou-se por quem a serviu. «Foi amor à primeira vista!», admite com entusiasmo. Bernardo Freitas é agora seu marido e o seu braço direito no Madeira Taste.

Neste restaurante de dois andares tudo vem ou é inspirado naquele arquipélago. Das espetadas, às lapas grelhadas, passando pela batata doce, abacate, bife de atum, bolo do caco, poncha caseira, peixe fresco, bolo de mel e, claro, vinho da Madeira.

 

Lucha Libre

Foi no mesmo local, no Parque da Cidade, que em 2016 nasceu a primeira cevicheria da cidade. O regresso do calor volta a inspirar mais uma estreia: a primeira taqueria do Porto, dirigida pelo casal Camilo Jaña e Mafalda Sampaio. O sucesso da frescura dos ceviches deu o mote para os cinco tacos que por ali se servem. Existe uma versão saudável, com quinoa e coleslaw, uma encevichada e ainda uma recriação dos tacos al pastor, com porco marinado e ananás.

O habitat desta taqueria é a natureza e o verão a época ideal para este espaço ao ar livre, com mesas comunitárias e margaritas geladas para beber espraiado no relvado. Os mais saudosos podem descansar, porque sobrevivem na carta dois ceviches do antigo Panca. Encontrar lugar à mesa é que vai ser uma verdadeira lucha libre.

Sushihana Foz

A mais recente abertura da marca Sushihana, na Foz, trouxe um espaço maior, com um jardim de inverno, e novas sugestões na carta. O lugar que acolheu o restaurante Kastas, recebe agora o terceiro restaurante da marca, que se destaca pela sua dimensão – tem dois pisos, um jardim coberto aquecido no inverno, e ainda um bar à entrada para quem espera ou simplesmente procura uma bebida -, e pela entrada de um novo combinado freestyle de 25 peças, exclusivo deste restaurante, que prima pelas peças complexas.

Crepe rolls, tataki de salmão e kiurimaki são algumas. Quem quiser fugir ao sushi pode optar pela yakisoba – massa com vegetais, carne ou peixe -, pelo Sushihana Steak, ou pelos risotos.

 

Beher

A Beher, abreviatura de Bernardo Hernández, instalou-se no mês passado na Invicta e em boa hora escolheu o Porto para abrir a sua primeira loja em Portugal. A Beher gaba-se de ser a marca de presunto mais premiada do mundo e de apenas servir produtos artesanais de porco preto de raça pura e alimentados exclusivamente a cereais e bolotas. E a fama é merecida pois o presunto, em prato ou em pão cozido no local, é extremamente rico e saboroso. Mas há muito mais do que presunto na Beher Porto.

Desde logo, há o espaço que consegue combinar o rústico das petiscarias com um toque moderno e cosmopolita. No piso inferior, há ainda uma sala maior para uma refeição ou uma petiscada mais demorada. E há muitas iguarias nacionais e espanholas por onde escolher. Do país vizinho chegam sandes e tostas com chouriço de bolota, pá ibérica, lombo ibérico de bolota e salsichão. E para petiscar e partilhar há várias tábuas de enchidos e de queijos da Queijaria Artesanal do Ilídio bem como batatas bravas, ovos rotos e tortilha de batata.

Para começar o dia, há os pequenos-almoços andaluz, executivo ou mediterrâneo. Para quem procura algo com mais substância, há ainda carnes grelhadas que podem vir em forma de hambúrguer ou em sempre saborosas parrilladas. E para empurrar os petiscos, além da cerveja Mahou, há uma excelente seleção de vinhos espanhóis e nacionais. Para terminar, refira-se que pode levar tudo isto para casa pois a Beher também vende para fora.

 

Source: http://www.evasoes.pt/comer/os-novos-restaurantes-do-porto-que-tem-mesmo-de-conhecer/

 

Livros

“A Curva do Rio”


Sobre a Obra:

Situada num país africano sem nome, a história é narrada por Salim, um jovem adulto filho de comerciantes indianos há muito estabelecidos naquele bocado de costa. Ele acredita que que o mundo é o que é e que quem não é alguém não tem lugar nele. Assim, decide abandonar a faixa costeira e torna-se dono da sua própria loja numa pequena cidade em crescimento, no interior mais remoto do continente. Este lugar, esta “curva no rio”, porém, é um micro-cosmo da África pós-colonial no momento da sua independência: um cenário de caos, mudança, violência, guerras tribais, ignorância, isolamento e pobreza. Desta paisagem riquíssima, emerge uma das obras mais poderosas de V.S. Naipaul, a Curva do Rio – uma emocionante história de sublevação e desmoronamento social.

Sobre o Autor:

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2001

O escritor britânico de ascendência indiana, Vidiadhar Surajprasad Naipaul, ou mais simplesmente, V. S. Naipaul, foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 2001. Naipaul nasceu em 1932 na ilha de Trinidad e vive em Inglaterra desde 1950. É actualmente um dos escritores mais conceituados das letras inglesas, autor de romances, ensaios e livros de viagem, onde, com aguda perspicácia, muitas vezes com ironia, aborda temas variados, desde a sua infância na ilha de Trinidad, as viagens, a alienação e as dificuldades do mundo de hoje (dois dos seus livros analisam o Islão moderno e, devido ao momento em que vivemos, a sua leitura torna-se quase obrigatória para percebermos o que se está a passar. São eles “Among the Believers” (1981) e “Beyond Belief” (1998)).

No volume autobiográfico “Reading & Writing”, Naipaul diz que decidiu ser escritor aos 11 anos, mas que durante muito tempo esta sua ambição era mais uma “espécie de pretensão” e a sua “vida imaginativa” estaria mais no cinema, de que tanto gostava. Mas desde cedo a literatura lhe “bateu à porta”, pois o seu pai escrevia contos e lia-lhe excertos de autores ingleses. E assim ele foi conhecendo personagens como Oliver Twist, Nicholas Nickleby ou David Copperfield.

Em português estão publicados dois dos seus livros, os romances, “A Curva do Rio”, considerado a sua obra-prima, e “Uma Casa para Mr. Biswas”.

 

“A variedade de exemplos humanos e a busca de causas sociais de fundo mostram um espírito tolstoiano.” – John Updike

Livros

“Num Estado Livre”


Sobre a Obra:

Este livro começa por contar a história de um criado indiano em Washington, que adquire a cidadania americana, mas que sente já não fazer parte do grande fluxo da vida. Segue-se a história do caribenho de origem asiática em Londres: está perturbado, preso por homicídio, mas nunca saberá onde se encontra. A terceira e principal narrativa desloca-se para África, para um país ficcional parecido com o Uganda ou o Ruanda. As personagens centrais são dois ingleses, que no passado sentiam África como um continente libertador, que entretanto o deixara de ser. Em tempo de conflitos tribais, no meio de uma grande insegurança, os dois terão de empreender uma longa viagem.

Sobre o Autor:

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2001

O escritor britânico de ascendência indiana, Vidiadhar Surajprasad Naipaul, ou mais simplesmente, V. S. Naipaul, foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 2001. Naipaul nasceu em 1932 na ilha de Trinidad e vive em Inglaterra desde 1950. É actualmente um dos escritores mais conceituados das letras inglesas, autor de romances, ensaios e livros de viagem, onde, com aguda perspicácia, muitas vezes com ironia, aborda temas variados, desde a sua infância na ilha de Trinidad, as viagens, a alienação e as dificuldades do mundo de hoje (dois dos seus livros analisam o Islão moderno e, devido ao momento em que vivemos, a sua leitura torna-se quase obrigatória para percebermos o que se está a passar. São eles “Among the Believers” (1981) e “Beyond Belief” (1998)).

No volume autobiográfico “Reading & Writing”, Naipaul diz que decidiu ser escritor aos 11 anos, mas que durante muito tempo esta sua ambição era mais uma “espécie de pretensão” e a sua “vida imaginativa” estaria mais no cinema, de que tanto gostava. Mas desde cedo a literatura lhe “bateu à porta”, pois o seu pai escrevia contos e lia-lhe excertos de autores ingleses. E assim ele foi conhecendo personagens como Oliver Twist, Nicholas Nickleby ou David Copperfield.

Em português estão publicados dois dos seus livros, os romances, “A Curva do Rio”, considerado a sua obra-prima, e “Uma Casa para Mr. Biswas”.