Bella Brigaderia


Já fiz uma visita a esta loja e adorei, tive de “pecar” e provar vários brigadeiros, pois tinham muitos sabores e era irresistível…

O PORTO COOL | insider's cool guide to Porto

Bella Brigaderia é um café-brigaderia onde podemos encontrar mais de 40 sabores de brigadeiros, ou, como por lá se diz, de bolinhas da felicidade. Sabores originais e irresistíveis, todos deliciosos. O difícil mesmo é escolher. Depois de experimentar, só apetece dizer que serão mesmo os melhores brigadeiros do mundo…

Ambiente agradável, atendimento simpático, decoração muito bonita e acolhedora, com atenção aos detalhes, num espaço pequeno romanticamente projetado como uma casa (de chá) de bonecas pintada em tons de rosa. Ufa, a vida aqui fica mesmo mais linda e doce! E cool … definitivamente!

Bella Brigaderia is a “café-brigaderia” where we can find more than 40 flavors of “brigadeiros” (a common Brazilian delicacy made from condensed milk, cocoa powder, butter and chocolate sprinkles covering the outside layer), or, as they say, “little balls of happiness”. Original and irresistible flavors, all delicious. The hard thing is which to choose. After tasting one…

View original post 83 more words

“Os Amantes”


Os Amantes by Rod Nordland

Sobre a Obra:

A história real de Romeu e Julieta, que fugiram de tudo para viver o seu amor.
No Afeganistão dois jovens da mais humilde casta rural apaixonam-se quando atingem a maturidade. Uma paixão inconveniente por todos os motivos: são de etnias diferentes, perfilham facções rivais do islamismo e, na sociedade a que pertencem, não cabe a cada um escolher a quem oferece o seu coração. O casal decide não se conformar e foge para as montanhas, dando início a um circuito evasivo que ainda hoje persiste.

“As Oito Montanhas”


Sobre a Obra:

Pietro é um rapazinho da cidade, solitário e pouco sociável. Os seus pais estão ligados pela paixão da montanha que os uniu desde sempre, mesmo na tragédia, e o horizonte linear de Milão enche-os agora de saudade e nostalgia.

Quando descobrem a aldeia de Grana, no sopé do Monte Rosa, sentem ter encontrado o lugar certo: Pietro passará ali todos os verões onde, à sua espera, está Bruno. São da mesma idade mas, em vez de estar de férias escolares, ocupa-se a pastar vacas.

Têm assim início verões de explorações e descobertas, entre as casas abandonadas, o moinho e os carreiros mais íngremes. São também os anos em que Pietro descobre que a montanha é um saber, um verdadeiro e adequado modo de respirar. E descobre também que o pai lhe deixa o legado mais verdadeiro: «Ali estava a minha herança: uma parede de rocha, neve, um montão de pedras em quadrado, um pinheiro.» Uma herança que passados muitos anos o reaproximará de Bruno.

As Oito Montanhas é um livro magnético e adulto, que explora ligações acidentadas mas graníticas, a possibilidade de aprender e a procura do nosso lugar no mundo. Maravilhoso, literário, intenso e lírico, invade-nos com o ar puro e a luz da natureza e com as cores e os cheiros das estações.

Sobre o Autor:

Paolo Cognetti (Milão, 1978) é um dos escritores italianos mais apreciados pela crítica e amado pelos leitores.

Há anos que se divide entre a cidade e uma casa a dois mil metros de altura. Il Ragazzo Selvatico (2013) é o seu diário de montanha. Foi finalista do Prémio Strega com o livro Sofia sì veste sempre di nero (2012). É ainda autor de Manuale per ragazze di sucesso (2004) e Una cosa piccola che sta per esplodere (2007), e responsável pela antologia de contos New York Stories (2015).

As Oito Montanhas (2016), a obra com que se estreia em Portugal, fascinou editores por todo o mundo, estando a sua publicação prevista em mais de trinta países.

Amarelo Torrada


Visitei este lugar hoje “AMARELO TORRADA” que fica no Porto perto dos Clérigos. Gostei do local que é acolhedor, perfeito para tomar o pequeno almoço. Deixou um pouco a desejar pelo facto de publicitar bebidas com leite de soja e não terem leite de soja para fazer as bebidas, assim como as torradas de pão chapata ou de cereais também não se encontrar disponível. Optei por um chá de romã e pêssego, que por acaso era muito bom e por torrada de pão de noz e scones com geleia.

O PORTO COOL | insider's cool guide to Porto

Amarelo Torrada

Amarelo Torrada

Amarelo Torrada

Dizem que no Amarelo Torrada se encontra, provavelmente, a melhor torrada da cidade. Em pão tradicional, chapata, de cereais, noz ou avelã, são diversas as opções para se experimentar e comprovar se é mesmo assim. Num espaço com uma decoração retro em tons claros, está criado o ambiente romântico e acolhedor que convida a estar e desfrutar de uma refeição ligeira.

Mas não há por lá só torradas, pode-se escolher entre tostas e scones, tartes e bolos caseiros ou saladas e wraps. Numa bonita sala tão reconfortante para os dias mais frios, ou aproveitando a esplanada nos dias mais quentes, esta casa de chá é de ter em conta para um muito agradável pequeno-almoço, almoço ou lanche.

Amarelo Torrada
Rua de José Falcão, 29
+351 223 216 775
Seg-Qui, 9:30-20:0; Sex-Sáb, 10:30-23:00; Dom, 13:30-20:00
https://www.facebook.com/amarelotorrada

View original post

“O Deslumbre de Cecilia Fluss”


Sobre a Obra:

Aos catorze anos, Matias Fluss é um adolescente preocupado com três coisas: o sexo, um tio enlouquecido e as fábulas budistas. Vive com a mãe e a irmã mais velha, Cecilia, numa espécie de ninho onde lambe as feridas da juventude: a primeira paixão, as dúvidas existenciais, os conflitos de afirmação. Sempre que sente o copo a transbordar, refugia-se na cabana isolada do tio Elias.

Cedo, contudo, a inocência lhe será arrancada. Ao virar da esquina, encontra-se o golpe mais duro da sua vida: o desaparecimento súbito de Cecilia que, afundada numa paixão por um homem desconhecido, é vista pela última vez a saltar de uma ponte.

Muito mais tarde, Matias será obrigado a revisitar a dor, quando a sua pacata vida de professor universitário é interrompida por uma carta vinda das sombras do passado, lançando a suspeita sobre o que aconteceu realmente à sua irmã — sem saber ainda que regressar ao passado poderá significar, também, resgatar-se a si mesmo.

No final desta «trilogia dos lugares sem nome», iniciada com O luto de Elias Gro, João Tordo explora, através de personagens únicas e universais, numa geografia singular, os temas da memória e do afecto, do amor e da desolação, da vida terrena e espiritual, procurando aquilo que com mais força nos liga aos outros e a nós próprios.

Sobre o Autor:

João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Licenciou-se em Filosofia e estudou Jornalismo e Escrita Criativa em Londres e Nova Iorque. Em 2001, venceu o Prémio Jovens Criadores na categoria de Literatura. Publicou os romances O Livro dos Homens sem Luz (2004); Hotel Memória (2007); As Três Vidas (2008), que recebeu o Prémio Literário José Saramago e cuja edição brasileira foi, em 2011, finalista do Prémio Portugal Telecom; O Bom Inverno (2010), finalista do prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Literário Fernando Namora e cuja tradução francesa integra as obras seleccionadas para a 6.ª edição do Prémio Literário Europeu; e Anatomia dos Mártires (2011), finalista do Prémio Literário Fernando Namora, entre outros.
Os seus livros estão publicados em França, Itália, Brasil, Sérvia e Croácia. Trabalha como cronista, tradutor, guionista e formador em workshops de ficção.

ILHA DOS AMORES: UM TESOURO PERDIDO NO MEIO DO DOURO


Já lhe chamaram Ilha do Outeiro ou Ilha do Castelo, mas é dos Amores. Fica em Castelo de Paiva, onde o rio Paiva cruza o Douro. É um pedaço de terra onde a paz reina, tão perto e tão longe do mundo agitado.

A menos de de 60 km do Porto, há uma ilha: dos Amores, segundo a lenda, do Castelo ou do Outeiro, de acordo com a história. Apesar da falta de indicações, com a ajuda do GPS é fácil encontrar o pequeno pedaço de paraíso no meio do rio Douro. Mesmo que não cheguemos à primeira tentativa à Praia do Castelo, na freguesia de Fornos (Castelo de Paiva), não há problema: é sempre uma oportunidade para descobrir o desconhecido.

Na praia, o areal não é o centro das atenções. A Ilha dos Amores é a protagonista. Reza a lenda que um lavrador e uma fidalga da região viveram uma história de amor ao nível de Pedro e Inês. Pelo que se conta, um nobre pediu a mão da fidalga, ficando o lavrador de coração partido ao saber que iria perder o amor da sua vida. Num ato de loucura, matou e atirou ao rio Douro o novo pretendente da sua amada. Com medo das consequência, fugiu para ilha.

Mas o amor pela jovem fidalga desafiava o perigo, decidindo voltar e pedir-lhe para ela viver com ele na ilha. Mas quando atravessavam o rio num pequeno barco, formou-se uma tempestade. Não sobreviveram e a história acabou. Nasceu a lenda e um nova aura na ilha, que passou a ser dos Amores.

O encanto deixado pela lenda continua a despertar o interesse dos mais curiosos. Apesar da meia dúzia de pequenos barcos ali atracados, nem sempre há viagens – no verão, o senhor Falcão é quem amavelmente leva os turistas até à ilha. Há quem faça piqueniques, acampamentos ou apenas desfrute da paisagem, conta o responsável pela manutenção do espaço que, na Praia do Castelo, tem uns quatro ou cinco barcos. Um dos maiores leva doze pessoas e está à espera de ser restaurado.

Do topo da ilha, é possível ver três concelhos: Castelo de Paiva, Marco de Canaveses e Cinfães. No local deserto, banhado pelo rio Paiva e Douro, há algumas mesas e umas ruínas, descobertas há uns anos por arqueólogos, revela o senhor Falcão, que trabalha há cerca de 40 anos com barcos.

Desde a história da fidalga e do lavrador, não são conhecidas mais histórias da amor vividas na ilha. Mas quantos amores não terão começado ali, no meio do Douro?

Source:  http://viagens.sapo.pt/viajar/viajar-portugal/artigos/ilha-dos-amores-um-tesouro-perdido-no-meio-do-douro-2?utm_source=facebook&utm_medium=Web&utm_campaign=sapo_rs

A maior viagem de comboio do mundo começa em Portugal


Foi notícia no início de março e depressa as redes sociais difundiram a novidade – a maior viagem de comboio do mundo começa em Portugal. São 17 mil quilómetros da Estação da Campanhã, no Porto, até ao destino final – Hanói, no Vietname. Veja na galeria todos os passos da viagem. (http://www.voltaaomundo.pt/2016/05/09/a-maior-viagem-de-comboio-do-mundo-comeca-em-portugal/)

Conte com 13 dias de viagem, dez escalas em sete países, atravessando 12 e tendo um custo a rondar 1700 euros por pessoa. Tome nota de cada passo.